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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Parece-me uma notícia de mau gosto da Gazzetta dello Sport ao avançar que o Sporting está interessado em Arthur Melo, médio-defensivo brasileiro de 26 anos que chegou à Juventus em 2020 e com o qual tem contrato até Junho 2025.
Já nem falo em questões salariais - que não devem ser nada meigas - , basta verificar que o jogador foi transferido do Barcelona para a Vecchia Signora por 84 milhões de euros e que neste momento o seu passe está avaliado em 19,8 milhões de euros.
Na época em curso ainda não participou num único jogo e em 2021/22 realizou 31 jogos, mas apenas 16 como titular, acumulando 1532 minutos de jogo, uma média de 49 minutos por jogo.
A Gazzetta dello Sport também indica que o médio está a ser associado ao FC das Antas.

Mantenho total confiança em Rúben Amorim. É o meu treinador, é o treinador certo para o Sporting, as duas últimas épocas revelam um crescimento assinalável fruto do trabalho do treinador. O início de época está a ser de algum modo catastrófico, mas não podemos deitar tudo a perder. Se a falta de racionalidade prevalecer, se as emoções dominarem, há um verdadeiro risco de voltarmos a sofrer um novo jejum. Percebo Rúben Amorim quando afirma que não são as duas derrotas que alteram as suas ideias. Não se trata de teimosia, mas da convicção do que é o trabalho dele como treinador.
Sabe-se que ganhar todos querem, mas o sucesso é apenas para quem foi preparado para vencer. Na planificação e preparação do plantel, participa essencialmente a equipa técnica, fisioterapeutas, etc., para além do director desportivo. Creio que há um trabalho ao nível da superestrutura que tem de ser feito. Por outro lado, vejo Rúben Amorim demasiado isolado e a abordar questões que o desgastam. O discurso dele perdeu frescura. É altura de equacionar ponderadamente o que se passou e as razões dos desaires. A responsabilidade é colectiva, embora obviamente o treinador seja a "cara" do projecto para o futebol.
Texto da autoria de Leão Zargo
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Apenas um breve comentário sobre a referência do nosso amigo Leão Zargo a Rúben Amorim estar "demasiado isolado" e a "abordar questões que o desgastam".
Não vejo o treinador do Sporting isolado, mas é verdade que tem vindo a abordar questões que o desgastam.
Segundo as regras da Liga as conferências de imprensa antes de depois dos jogos, pelos treinadores, é obrigatório. Sendo assim, é apenas expectável que Rúben Amorim apareça frequentemente perante os ecrãs televisivos e, de certo modo, à mercê dos jornalistas.
No que diz respeito à sua abordagem a questões desgastantes, devemos ter em conta que a Comunicação Social procura constantemente matéria sensacionalista e compete a Rúben Amorim evitar de comentar questões que não são do seu foro de responsabilidade, como fez, por exemplo, e muito mal, na antevisão aos jogos com o Rio Ave e FC das Antas.
Já na sexta-feira passada esteve muito bem, quando foi questionado sobre a contratação do médio grego e ele respondeu que não "compra" nem "apresenta" jogadores. Deve manter esta postura em tudo que não está relacionado com a equipa nem com os jogos.
Por outro lado, parece-me evidente que a estrutura, Frederico Varandas ou Hugo Viana, não podem nem devem vir à praça dar explicações constantes. O Sporting está muito bem blindado hoje em dia e assim deve continuar.


Sporting conquistou a International Masters Cup

Há uma relativa novidade proveniente do sorteio da Liga dos Campeões: as três equipas portuguesas saíram de lá com a nítida sensação de que, pela primeira vez na história, todas podem sair vivas da fase de grupos. E quando a sensação se conforta com as previsões de sites credenciados na análise de dados, como o norte-americano FiveThirtyEight, ficamos todos com a sensação de que podemos estar à beira de um feito histórico. Agora o que é preciso é que FC Porto, Sporting e Benfica olhem para as equipas das Big Five que lhes calharam em sorte com o descaramento de quem não lhes fica a dever dentro de campo o que lhes invejam fora dele: o dinheiro investido nos plantéis. O futuro próximo do futebol nacional depende muito disso – e ainda do que fizer o SC Braga na Liga Europa.
Excerto do artigo do mesmo título de António Tadeia

Um dos carros mais caros do Mundo

O Sporting venceu o Inter Movistar, por 3-1, e, dessa forma, conquistou a International Masters Cup, que decorreu durante este fim de semana, no Portimão Arena, no Algarve.
Depois de ontem ter derrotado o Barcelona (6-3) e de esta manhã o Benfica ter perdido frente ao mesmo Barcelona (também por 3-6), o Sporting sabia que um empate no encontro com o Inter Movistar já seria suficiente para vencer o troféu.
Mas os leões não quiseram deixar os seus créditos por mãos alheias e bateram o emblema madrileno. Esteban Guerrero e Alex Merlim eram os nomes da vantagem leonina ao intervalo, sendo que o internacional espanhol voltaria a marcar na etapa complementar. Guilhermão apontou o tento de honra do Inter Movistar.
Com mais este título conquistado, o Sporting vai agora começar a preparar o próximo jogo de preparação para a temporada que aí vem, e que será diante do Portimonense, para o Troféu Stromp. O duelo com os algarvios, que irá realizar-se no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, está marcado para o dia 8 de setembro, às 20h30.

A equipa sub-15 do Sporting CP recebeu e bateu, este domingo, o GS Loures por 6-0 na terceira jornada da série D do Campeonato Nacional do escalão. Assim, os jovens leões de Bernardo Bruschy contam por vitórias os seus três jogos iniciais em 2022/2023, sempre por números expressivos – já levam 15 golos marcados.
No que diz respeito aos juvenis, também em jogo disputado este domingo, a vitória foi por números ainda mais expressivos: 7-1 sobre o Estoril Praia, em jogo a contar para a quarta jornada do Campeonato Nacional.
Golos leoninos por Mamadu Queta, Manuel Kissanga, Eduardo Felicíssimo, Micael Sanhá (2), João Infante e ainda o incontornável Gabriel Silva.

"Assumir a nossa responsabilidade nesta fase mas ficarmos juntos para darmos a volta"
Nesta rubrica, o leitor tem a oportunidade de apreciar - e se entender, criticar as notas (0-6) que eu atribuí aos jogadores do Sporting CP e a outros intervenientes do jogo com o GD Chaves , da 4ª jornada da Liga BWIN, que resultou numa derrota leonina por 2-0.
ALVALADE EM CHOQUE
Vitória inesperada dos transmontanos, que colocam os leões já à 4ª jornada em sérias dificuldades na ambição pela luta pelo título e pelos lugares de acesso directo à Liga dos Campeões. Depois de uma primeira parte em que engoliram os jogadores do Chaves, encostando-os às cordas, construiram várias boas oportunidades para marcar, mas a falta de eficácia e convicção na finalização levaram para o intervalo o jogo injustamente empatado a zero.
Previa-se uma segunda parte ainda mais intensa da equipa do Sporting na procura do golo. Rúben Amorim voltou a mexer na defesa e acabou por sofrer mais dois golos de rajada. Surpreendentemente, precipitaram o desnorte da equipa que foi perdendo a serenidade na construção de jogo, optando por inúmeros cruzamentos inconsequentes, que nunca chegaram a um desconsolado Sebastián Coates (que entretanto subiu para ponta de lança a partir dos 65'). As substituições nada vieram a acrescentar, trouxeram sim uma confrangedora e preocupante falta de ideias.

DESTAQUE - MANUEL UGARTE - 3 - Enquanto esteve em campo foi o elemento da equipa mais equilibrado, o pêndulo a unir o jogo com a linha da frente, o amarelo condicionou-o e foi por isso sacrificado, a equipa já perdia.
ANTONIO ADÁN - 3 - Tem sido um pesadelo este início do campeonato. Já leva 8 golos sofridos, o que era impensável. Ainda negou o primeiro golo e o que seria o terceiro dos transmontanos com duas boas defesas. Nos golos sofridos, o primeiro subiu uns passos na área e foram fatais, a bola cabeceada em arco caiu no ângulo oposto e quando se lançou foi tarde, no segunda nada podia fazer.
RICARDO ESGAIO - 1 - Como é possível conseguir tantas vezes espaço livre para cruzar... sempre tão horrivelmente mal? Tem um pé direito assim tão cego? Deveria ficar uma semana de castigo a cruzar bolas para ver se melhora, qualquer colega avançado perde as ganas de lá ir, para quê? "No pasa nada"... .Voltou a não fechar como devia o seu corredor de onde nasceu o passe letal que resultou no segundo golo do adversário.
LUÍS NETO - 2 - Agiganta-se por vezes contra adversários de nomeada quando só tem que preocupar-se em defender, mas a jogar em casa, contra equipas como a de ontem que raramente sobem, torna-se um jogador a menos na equipa, muito limitado a construir e horrível no passe a romper as linhas adversárias. Não é uma boa opção para este tipo de jogos.
SEBASTIÁN COATES (cap) - 2.5 - O capitão bombeiro da equipa, ainda com (25'?) para se jogar recebeu ordem para subir no terreno, para junto da área adversária e fixar-se entre os centrais do Chaves. É o fiel retrato das opções do plantel. A equipa ganhou com isso um ponta de lança, mas perdeu o único elemento recuado com capacidade de lançar a bola à distância com critério. Pior, foi a bola nunca lhe ter chegado em condições, bem podiam estar ali a noite toda.
GONÇALO INÁCIO - 1.5 - Começa a ser um caso de estudo, cada vez que o treinador pede para mudar de posição durante o jogo afunda-se em tremendos disparates, perdendo a total noção dos timings de entrada, perdeu serenidade e acabou descontrolado. Precisa de ajuda urgente do treinador, corre o risco de marcar passo o que se encaminhava para vir a ser um belíssimo central. Menos mal na área adversária, em que por duas vezes podia ter marcado, mas não acertou com os cabeceamentos.
NUNO SANTOS - 2 - Na primeira parte prometeu, muito móvel e rápido nas transições, quase que marcava um grande golo com um remate de ressaca fora da área. A segunda parte foi mesmo para esquecer, foi solidário com o colega do lado oposto (Ricardo Esgaio) nos cruzamentos sem nexo e pior ainda quando optou por lançar bolas pingadas quando se pediam tensas.
PEDRO GONÇALVES - 3 - Teve nos pés por duas vezes o que poderia ter dado uma outra história ao jogo e ao resultado: a primeira bola bateu no poste ressaltando para o braço do guarda-redes, a segunda o Paulo Vítor respondeu com a melhor defesa da noite. Na etapa complementar esteve muito desaparecido. Tem que ganhar mais garra, mais unhas de leão e subirá para outro patamar.
ROCHINHA - 1.5 - Foi uma desilusão para os adeptos e para ele o jogo que realizou, nada lhe saiu de feição, errou no critério e faltou mais rapidez na execução. Por vezes apareceu perdido em zonas que não se sentiu confortável e claramente está ainda fora do conjunto, sem entender quando e a quem deve entregar a bola.
FRANCISCO TRINCÃO - 2 - Vai ter que se agarrar menos à bola, quer fazer tudo sozinho e isso só o desgasta e pouco acrescenta em acções realmente válidas. Parece um peixe fora de água. Falta-lhe qualquer coisa para produzir um futebol muito mais consequente, mais pragmático, que traga resultados mais eficazes. Mas é um lutador, tem garra e dá tudo.
MARCUS EDWARDS - 2 - Por vezes fica difícil entender o inglês da equipa, passou ao lado do jogo, veio de pantufas quando devia ter calçado as botas de pitons, pouco concentrado, facilitou em lances com a bola controlada, passes sem nexo, sem critério e voltou a mostrar a sua fragilidade nos despiques físicos. Um único lance de registo, quando ganhou espaço na área junto à linha de fundo e disparou contra o corpo do guarda-redes. Muito pouco.
MATHEUS REIS - 2.5 - Dos jogadores que vieram do banco foi o que melhor se adaptou às necessidades que se exigiam à equipa naquela altura da partida. Prometeu mexer com o jogo entrando a todo o gás e ganhando a maioria das disputas de bola. Empurrou a equipa para a frente, mas aos poucos baixou de rendimento pelo mau jogo dos colegas e as suas acções foram-se perdendo num vazio.
JEREMIAH ST.JUSTE - 1.5 - Os adeptos esperam e desesperam para verem o que pode acrescentar à equipa. Ontem a jogar em casa contra o Chaves, vimos o treinador fazer três experiências no lado direito da defesa e nenhuma delas conseguiu convencer. Para já é preocupante.
HIDEMASA MORITA - 2 - É bom jogador, mas começa a mostrar as limitações que tem. Apesar do bom critério nas suas acções, não consegue esticar o jogo e ver mais à frente, tudo tem que acontecer ali junto a ele num curto raio de acção; dessa forma sai-se bem mas fica curto para as necessidades da equipa. Depois, levar a bola consigo a rasgar linhas adversárias também não parece ser a sua praia.
RODRIGO RIBEIRO - 1 - Quando se esperava a entrada do Fatawu, foi para jogo o Rodrigo. Muita vontade em jogar rápido mas saiu pouco sumo. Ainda teve oportunidade de rematar de primeira dentro da área, mas a bola foi direitinha à figura do guarda-redes transmontano.
RÚBEN AMORIM - 2 - Desta vez também está a sofrer muito com o que aconteceu, terá forçosamente de reflectir em várias coisas e talvez seja a hora de não ser tão teimoso na sua ideia de jogo, terá que encontrar ideias que garantam melhores equilíbrios para os vários timings do jogo perante os jogadores que tem à sua disposição. Voltou a mexer profundamente na defesa com trocas de posições e voltou a ser o descalabro quando o fez. Já não são meras coincidências (Braga, Porto e Chaves).
Nas substituições, tem jogadores que perdem a concentração em momentos que se tornam chave no jogo. Subiu Coates para a área adversária e depois viu servirem-no de forma consecutiva com cruzamentos de bolas pingadas. Algo não bate certo aqui. Não treinam os cruzamentos? Saiu o Palhinha perdemos altura na área adversária, na linha da frente são todos cegos no jogo aéreo; perdemos o Matheus Nunes e agora ninguém consegue romper linhas e servir à distância com a visão total do campo. Assim fica difícil.
VÍTOR CAMPELOS - 5 - Acreditou na primeira dose de sorte em que foi encostado às cordas durante os primeiros 45 minutos. Depois explorou com sucesso a segunda dose de sorte com as trocas que o treinador do Sporting fez na defesa e saiu-lhe a taluda. Viu a sua equipa finalmente aproximar-se com perigo à área dos leões e a marcarem dois golos e que até podiam ter sido três. Depois voltou ao registo da primeira parte, remontou o autocarro à frente do seu guardião até ao apito final e levou justamente os três pontos da vitória, um feito histórico que irão festejar muito.
ANDRÉ NARCISO - 4 - Fez uma boa arbitragem, sempre tentando minimizar os erros. Houve algumas entradas durinhas aos pés dos jogadores a roçar a outra cor do cartão, mas acabou por ajuizar com justiça, quiçá tenha exagerado no vermelho ao jogador do Chaves. Foi sim condescendente com as inúmeras faltas dos jogadores flavienses no meio campo, que travaram vários lances do Sporting e que escaparam ao cartão amarelo.
VASCO SANTOS (VAR) - 3 - Ficou a dúvida na real posição do jogador do Chaves no lance que resultou no segundo golo; há um jogador claramente em fora de jogo que apesar de não tocar na bola fez-se ao lance, acção que enganou o Gonçalo Inácio e que por isso perdeu reacção na perseguição ao marcador do golo.

As estatísticas mais reveladoras da ineficácia de finalização do Sporting - embora com algum mérito do guarda-redes do Chaves -, são as seguintes:
- Remates (22), (12) na primeira parte;
- Remates enquadrados (10), (7) na primeira parte;
- Acções na área adversária (48), (20) na primeira parte.
A isto podemos adicionar 70% posse de bola.

Algumas considerações de Rúben Amorim, em síntese, no final do jogo...
"Na primeira parte podíamos ter resolvido o jogo. Criámos várias oportunidades, não deixámos o Chaves chegar sequer à nossa baliza. Na segunda parte, com um golo de livre, depois voltámos a sofrer e não tivemos a capacidade e a cabeça fria de reagir".
"Foi uma questão de uma equipa fazer golo e da outra não conseguir fazer golo. Já se passou na jornada passada. É um momento difícil, agora temos de pensar no próximo jogo".
"Temos sofrido muitos golos, sim, especialmente de lances de bola parada. É algo que temos de trabalhar. Temos de voltar às vitórias, que é sempre mais fácil trabalhar assim. Esta equipa, e eu próprio, já viveu momentos muito bons no Sporting, está na altura de passar por estes momentos difíceis".
"Obviamente que quando acontecem as derrotas, vão existir lacunas em tudo o que é sítio no plantel. Já falámos sobre o planeamento, a minha ideia não muda com vitórias ou derrotas".
"Não cruzámos bem, não rematámos bem. Tivemos várias oportunidades para fazer golo, o Chaves foi duas vezes à nossa baliza, fez golos. Deixaram-nos algo intranquilos, faz parte do futebol".

O médio grego Sotiris Alexandropoulos chegou ontem à noite a Lisboa. Como já era de esperar, não fez quaisquer declarações.
Terá agora de cumprir os usuais exames médicos e, decerto, assinar o contrato que o vai vincular ao Sporting para os próximos cinco anos.
Recorde-se que Alexandropoulos chega proveniente do Panathinaikos num negócio, ao que consta, avaliado em 4 ou 4,5 milhões de euros, com o emblema helénico a ficar com 30% de uma futura transferência.
Formado no Panathinaikos, Alexandropoulos estreou-se pela equipa principal em 2019, somando 77 jogos. É ainda internacional pela Grécia em cinco ocasiões.

Um jovem apanha-bolas do Sporting visivelmente emocionado

Um dos carros mais caros do Mundo


O arranque da Record International Masters Cup, em Portimão, ficou marcado por uma vitória folgada do Sporting. Com o pavilhão bem composto para ver o melhor torneio de pré-temporada do Mundo de futsal, a equipa de Nuno Dias deu réplica e ao intervalo já vencia por 6-2.
Cavinato (3’), Pany Varela (5’), Lozano (6’ e 17’ pen.), Erick Mendonça (8’), Esteban Guerrero (10’ e 11’) e Hugo Neves (13’) fizeram os golos no primeiro tempo.
O capitão dos culés, Lozano, foi o único a inscrever o nome na lista de marcadores no segundo tempo, facturando aos 35 minutos para fixar o 6-3 final.
A UEFA anunciou este sábado o calendário da fase de grupos da Liga dos Campeões. No que ao Sporting CP diz respeito, eis o agendamento das seis jornadas:


Cláudia Borges

É a melhor saída para o Manchester United; não ter um jogador contrariado, o treinador recuperar o balneário porque alguém se baldou na pré-época e os colegas ficaram fulos, a imprensa inglesa começa a ser "pesada" nos comentários sobre o Cristiano, qualquer mau resultado do Manchester caiem de novo em cima, o fim da carreira, a família toda já em Portugal, a construção da sua casa, mudou já tudo para Portugal, o acordo secreto com o Sporting, a Liga dos Campeões, a Selecção Nacional e o Mundial. Por último e não menos importante "As Notas do Julius", tudo argumentos e ingredientes para ter só uma via: ALVALADE.
Texto de Julius Coelho

Interessante, talvez até curiosa, a resposta de Rúben Amorim quando questionado se iria utilizar Pote no meio campo ou no ataque:
"Depende do dia a dia e ainda do adversário, mas na época passada entre Sarabia e Pote tivemos quase 50 golos e se tirarmos o Pote para trás perdemos esses 50 golos, apesar de ele ter chegada à área. E não esquecer que na época passada esteve cerca de três meses lesionado mas mesmo assim foi dos jogadores com mais intervenção nos golos do Sporting, contando também com as assistências.
Temos de olhar para as opções que temos, mas é um problema para o treinador resolver porque são menos 50 golos. A dúvida que vocês têm é a minha também, se o meto para trás e perco 50 golos entre assistências e golos ou se o mantenho na frente. Mas a equipa do Sporting nunca dependeu de um jogador e não vai ser agora".
Ficámos a saber o mesmo, ou seja, esperar pelo jogo e logo veremos. No entanto, não vejo que haja necessidade de o recuar no terreno, especialmente considerando a sua eficácia na área adversária.
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