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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Extraí este parágrafo do escrito semanal de Carlos Barbosa da Cruz no Record, que me parece muito pertinente ao momento e que, por outras palavras, já referi na minha coluna no Jornal do Sporting: «As candidaturas devem, em matéria financeira - como em todas, aliás - assumir uma especial clareza e transparência. É preciso que expliquem aos sportinguistas se têm o dinheiro ou o crédito, quanto podem dispor, de onde porvém, quais os ónus ou pessoas associados, qual a estratégia de governance, quais as prioridades, qual a estratégia.»
A única dúvida com este importante aspecto das coisas sobre o estado do Sporting do momento, é quantos sportinguistas estarão verdadeiramente interessados em discutir matéria que não o futebol, as pessoas ligadas ao mesmo e os projectos dos candidatos nexte exclusivo contexto. É por de mais reconhecido que há uma falange - aquela mais militante que apoia Bruno de Carvalho - que não vacilará nesse apoio indiferente do eventual superior mérito de qualquer outro candidato. A fixação desta é com a pessoa e não com a qualidade do programa apresentado. Recairá, portanto, sobre a restante maioria, o ónus de tentar compreender e avaliar tudo o que se relaciona com quaisquer medidas de melhoramento que sejam apresentadas.
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