Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Terá valido pelo resultado

Rui Gomes, em 02.03.13

Um jogo de discutível qualidade, para um clássico, com o FC Porto a evidenciar a sua superioridade colectiva e maior controlo de jogo. Isto não obstante, também esteve longe de brilhar e só ameaçou Rui Patrício duas ou três vezes com remates perigosos. Jesualdo Ferreira montou bem o Sporting para o seu objectivo primodial, que era defender, e terá sido esse o maior mérito da equipa leonina, que após os iniciais quinze minutos mais tremidos equilibrou a contenda, nesse contexto. Ironicamente, a melhores hipóteses de golo foram do Sporting com Wolfswinkel a aparecer pela frente de Helton e a forçá-lo a fazer uma boa defesa, ainda na primeira parte, e uma outra excelente oportunidade já perto do termo da partida que, com maior eficácia, poderia ter inaugurado o marcador. Muito mérito para o quadrante defensivo do Sporting, especialmente para Rojo e Tiago Ilori, com Miguel Lopes e Joãozinho nas alas, reforçado por Rinaudo e Eric Dier, este a estrear-se numa posição mais avançado no terreno, e Adrien Silva a «varrer»o  todo do meio campo.

O Sporting mais uma vez recorreu aos seus talentos da Academia com o jovem Fokobo a estrear-se na equipa principal aos 80 minutos em substituição de Capel, assim como Bruma. Ao todo, foram utilizados quatro jovens ainda da equipa B, além de Rui Patrício e Adrien Silva.

Uma arbitragem muito irregular de Paulo Baptista, acentuada pela injusta expulsão de Rojo; existindo falta no lance, o que é discutível,  certamente que não justificava o segundo amarelo. Jesualdo Ferreira e Oceano também foram alvos de critérios rigorosos, por protestos, presume-se, e foram «convidados» a abandonar o terreno. No final das contas, um ponto precioso para o Sporting e a perda de dois pontos pelo FC Porto, que beneficia exclusivamente o Benfica na corrida para o título.

 

Nota: O que mais me agradou do Sporting de hoje foi o rigor tático, colectivo e individual, poucas perdas bolas, mesmo a jogar com dez, a entrega total ao longo dos 90+4 minutos e os jovens que prometem um futuro muito risonho, enquadrados numa equipa mais equilibrada e competitiva. 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:57

Comentar

Para comentar, o leitor necessita de se identificar através do seu nome ou de um pseudónimo.





Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Taça das Taças 1963-64



Pesquisar

  Pesquisar no Blog



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D




Cristiano Ronaldo