Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Ao que é possível apurar, o «sururu» que ocorreu na tribuna VIP de Alvalade durante o clássico entre o Sporting e o FC Porto, não passou de uma troca de «mimos» azedos entre as duas hostes clubísticas presentes, assente em diferenças de opinião sobre a arbitragem de Paulo Baptista, designadamente na segunda parte do desafio. Não é díficil advinhar quem terá defendido a actuação do árbitro e quem o terá acusado de critérios suspeitos.
Consta que Pinto da Costa e Paulo Abreu - ex-vice-presidente do Sporting - lideraram as missivas verbais, o primeiro ladeado por Adelino Caldeira e Reinaldo Teles, e o segundo, por Ricardo Tomás e João Pedro Varandas, com Godinho Lopes a «arbitrar» a contenda e a evitar males maiores. Dá para imaginar que «apitos» de diversas cores terão vindo à baila, causa para o acentuado desagrado dos representantes do clube do Norte. Quer queiram quer não, nunca se libertarão dessa imagem nebulosa, com razão de ser, diga-se.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.