Em linha com o sentido de «fair-play» que já lhe é reconhecido, o Barcelona apresentou uma queixa à UEFA contra a arbitragem de Wolfgang Stark no recém-embate da Liga dos Campeõe frente ao Paris Saint-Germain, alegando que este cometeu dois erros técnicos ao não parar o jogo aquando do choque entre dois dos seus defesas, Jordi Alba e Mascherano e, entretanto, por os ter obrigado a saír do terreno.
Sabemos que o Barça foi prejudicado pelo golo de Ibrahimovic em posição irregular, mas esta queixa não é mais do que uma estratégia finória para exercer pressão sobre a arbitragem e colher dividendos no segundo jogo. Pela sua grandeza futebolística, o Barcelona será o último a queixar-se de arbitragens em provas da UEFA, considerando o historial de benificências que lhe facilitou as conquistas de registo. Este tipo de atitude do clube ajusta-se à que se verifica em campo, pelos jogadores, que protestam tudo e mais alguma coisa e têm o mau hábito de rodear os árbitros ao mais pequeno pretexto. Mais um dos motivos que me levam a não apreciar o Barcelona que eu aprendi a admirar dos tempos de Johan Cruyff.