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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Deu-se um evento deveras histórico esta semana: Rui Santos - o Senhor «Gel» do programa televisivo «Tempo Extra» e cronista do Record, estabeleceu um precedente de monumentais dimensões ao louvar algo relacionado com o Sporting, em geral, e um presidente seu, em particular. Prova incontornável que o efeito «Bruno» até o gel penetrou: «Esta semana chamaram-lhe garoto e rapazola. Que não tinha «onde cair morto». Que «não percebe nada disto». Que andava de fraldas no negócio. Que estava farto de saber que não tinha investidores e que a banca não lhe dava apoios. Que a candidatura foi um «bluff» e uma mentira. Que teria de sair já. Que os bancos teriam de tomar conta da SAD. Ao fim de 15 dias, mesmo eleito por uma maioria significativa de sócios, só porque não se deixou intimidar ou esmagar pelo poder da banca, já queriam a «cabeça» de Bruno de Carvalho. Curiosamente, na pele de «carrascos» aqueles que, nos últimos 15 anos, alinharam com todas as políticas que executaram o Sporting.»
Rui Santos escreveu mais, mas esta é a parte que eu entendi ser mais interessante. A bem dizer, fui forçado a investigar se havia algum problema técnico com o meu computador, porque senti enorme dificuldade em associar o texto ao autor. No lugar de Bruno de Carvalho não me deixava iludir por estas palavras, porque com este cronista e comentador o que é um louvor hoje, amanhã torna-se numa condenação arrasadora, que nem o gel consegue moderar.
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