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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
«Não comento as palavras de ninguém. Riscos (de aproximação) só conheço os da caneta. Temos de perceber que o Sporting não é uma ilha isolada e que temos de caminhar todos na mesma direcção, em prol do futebol. Aqui não há alianças, não há nada. Existe, isso sim, um percurso que tem de der trilhado, o de fortalecer o futebol nacional. Se andarmos todos de costas voltadas entramos todos em falência e deixam de existir clubes.
- Bruno de Carvalho -
Observação: Discurso muito infeliz do presidente do Sporting. Além da sua já conhecida arrogância, insiste em demagogia mesmo quando se trata de questões de grave natureza, lamentavelmente, a exemplo do que Luís Filipe Vieira faz incessantemente. Não quero crer que seja ingénuo ao ponto de acreditar que o presidente do Benfica está minimamente preocupado em «fortalecer o futebol nacional», salvo ao que concerne os interesses superiores do seu clube. Bruno de Carvalho afirma que não comenta as palavras de ninguém mas, na realidade, responde às afirmações citadas neste post, em que foi apontado que as relações frias com o Benfica não se deviam a matéria pessoal - como o próprio Bruno de Carvalho tinha alegado - mas sim pela ocorrência da época passada em que o clube de Carnide deliberou construir e inaugurar a «jaula» no estádio da Luz numa acção de pleno desrespeito pelos adeptos do Sporting. A conversa teórica é muito agradável mas a história ensina-nos que o Sporting nunca beneficia de aproximações ao Benfica. Além do mais, qual é a causa, à raiz, que Bruno de Carvalho atribui à arbitragem de João Capela no «derby», em que a «entourage» sportinguista foi recebida na tribuna presidencial pela liderança encarnada ?
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