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Noites memoráveis

Rui Gomes, em 02.06.13

 

Este post não se relaciona com o Sporting nem com desporto, mas não resisti a publicação pelas noites de entretenimento memorável que os três fotografados me proporcionaram - e a muitos milhões - ao longo dos anos, através da fabulosa série de televisão «Uma família às Direitas» (All in the Family). A actriz Jean Stapleton - Edith, no seu papel de matriarca da família Bunker, ladeada na foto por Carroll O'Connor e Sally Struthers (falta Rob Reiner, o "Meathead") - morreu esta sexta-feira, aos 90 anos, de causas naturais, em sua casa em Nova Iorque.

 

publicado às 00:00

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9 comentários

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De Miguel a 02.06.2013 às 03:19

Maravilhosa série.Deixa nostalgia.
Uma coisa marcante.
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De sloct a 02.06.2013 às 08:41

By the way Glenn Miller played
Songs that made the hit parade
Guys like us we had it made
Those were the days.

Uma série para a história, uma memória muito viva da juventude da maior parte dos quarentões / cinquentões.

Sem querer ser (demasiado) nostálgico, those were the days...
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De Rui Gomes a 02.06.2013 às 08:45

Sem dúvida.
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De Petinga a 02.06.2013 às 08:58

Quarentoes/cinquentoes??
Tenho 33 anos e esta foi das séries que mais me marcou! Simplesmente genial. Muitas licoes escondidas a cada episódio, mesmo para quem na altura era pré-adolescente...

Saudacoes Leoninas
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De Rui Gomes a 02.06.2013 às 09:28

Década de 70. Além de ser grande entretenimento pela comédia, foi útil à sociedade por precipitar debate sobre as temáticas mais sensíveis que então existiam. É universalmente reconhecido por isto.

Para quem gostar, agora é possível comprar a série em DVD.
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De Tywin Lannister a 03.06.2013 às 07:39

Eu era um puto quando vi essa série e fartei-me de rir às gargalhadas com o pobre Archie a ser resgatado da cave pelo vizinho Jefferson; quando pressionando um judeu a fazer um serviço em sua casa ao Sábado, recebe uma longa resposta em hebraico (ainda hoje estou para saber o que era) e tudo o que tem para dizer é "Que algaraviada toda foi essa?"; quando a prima Maude aparece lá em casa e toma de assalto a poltrona de Archie; quando este festeja o sucesso da greve, pois por ser sindicalizado, não fazia parte dos funcionários a despedir; quando pergunta ao vizinho Jefferson que mundo era este, em que as mulheres tinham cada vez mais direitos (momento pleno de ironia), etc, etc. Pobre Edith, que tinha de aturar os desmandos do marido, em particular, quando decidiu inovar na ementa para os jantares lá de casa. E a filha e o genro também tiveram os seus momentos notáveis, como aquele em que acabam aos beijos deitados no chão da casa de banho depois de passarem o episódio inteiro sem sucesso a tentar ter um momento intenso de intimidade mais... espontâneo, quanto mais pensavam sobre o assunto, mais frustrados ficavam... mas guardo para o final uma cena, em que Archie gaba a inteligência de "Duke", o seu actor preferido, e nisto, a filha e o genro juntam-se para fazer pouco dele, imitando-o... "O 'Duke' sozinho num só dedo tem mais inteligência que..." e a pobre Edith a tentar por água na fervura. :P


Muito obrigado por tudo, Sra. Jean Stapleton!
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De Lionheart a 02.06.2013 às 12:08

Não fazia ideia que a actriz já tinha uma idade tão adiantada. O personagem Archie Bunker era a personificação do povo de Nova Iorque. Era de tal modo politicamente incorrecto que hoje não passaria. A Edith, na sua simplicidade, era a imagem da tolerância e da racionalidade naquela família, enquanto a filha e o marido eram o espelho da época. Está ali o retrato da América dos anos 70.
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De Rui Gomes a 02.06.2013 às 12:22

O programa é hoje reconhecido como um dos que mais contribuiu para debate livre sobre um número de questões que afectam a sociedade, hoje não tanto, mas ainda de algum modo.

Nunca constou censura em relação à temática de base do programa, mas hoje enfrentaria mais dificuldades pelos extremos exagerados que a sociedade adoptou. À parte disso, o entretenimento era simplesmente fabuloso. Ainda hoje dá para rir só a pensar. Nem tudo abrangia questões sensíveis.

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