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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Esta é a carinha angélica de um então jovem que se tornou num autêntico mercenário, excelente jogador, mas, como homem, sem sentimentos genuínos, capacidade de gratidão e reconhecimento, movido apenas por interesses pessoais e materiais. As declarações mais recentes do eterno "maçã podre":
«Já fui do Benfica, o meu pai chegou a jogar lá e então eu e os meus irmãos torcíamos pelo clube. Depois cresci (?), comecei a poder fazer escohas e percebi que o melhor era mudar. Vou estar a apoiar o FC Porto, espero que continuem a ganhar, como é natural neste emblema. Sobre a polémica da maçã podre, o que tinha a mostrar já mostrei em campo. Demonstrei que essas palavras não eram para mim. O que faço é jogar futebol, que é o que gosto de fazer, e ajudar a equipa em que estou integrado."
A primeira pergunta que surge é para quem mudou quando começou a fazer escolhas e a perceber, já que é agora aparente que não é nem nunca foi sportinguista, apesar de ter ido para o clube com 13 anos de idade e de lá ter permanecido durante 11 anos, onde cresceu para o futebol em que se encontra hoje. A ausência de carácter, como homem, ainda não lhe permite reconhecer e/ou admitir que o que ele mostrou em campo no Norte não foi nada diferente do que já tinha mostrado em Alvalade e que não se relaciona, minimamente, com sua conduta fora das quatro linhas. Como já tive ocasião de escrever num outro recém-artigo, este seu (não) carácter e respectiva conduta, é o legado que, um dia, deixará aos seus filhos.
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