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A Sporting, SAD emitiu esta sexta-feira um comunicado a oficializar a transferência a título definitivo de Gelson Fernandes para o Sport-Club Freiburg da "Bundesliga", por 500 mil euros. O primeiro comunicado do género da nova liderança.

 

Gelson chegou ao Sporting em Julho de 2012 depois de passagens pelo Manchester City, Saint-Étienne, Chievo Verona, Leicester City e Udinese, a custo zero e assinou um contrato válido até 2016. Acabou só por jogar meia época em Alvalade, já que em Janeiro de 2013 foi emprestado ao Sion, o clube da sua formação, com quem rescindiu há poucas semanas.

 

Por falta de informação, não se sabe se os 500 mil euros correspondem à percentagem do Sporting (65 por cento) ou se é a totalidade do valor da transacção. De qualquer modo, o Sporting libertou-se de um contrato ainda com três anos de duração, de um jogador que não fazia parte dos seus planos.

 

publicado às 21:51

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17 comentários

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De Petinga a 29.06.2013 às 17:28

Caro Rui

O que escreve é muito acertado e faz perfeito sentido. Mas se a SAD do Sporting vem de um período de investimento massivo, o maior da sua história, que coincidiu com os piores resultados competitivos da sua história, a teoria afinal quase que cai pela base, nao é?

Em relacao a Carlos Freitas, que penso ser excessivamente endeusado por uma franja dos adeptos de futebol: aqui (http://www.futebol365.pt/equipas/info_equipa.asp?equipa=Sporting&edicao=2011&action=transferencias) se pode ver o rol de contratacoes e dispensas 2011/2012. No que diz respeito às dispensas, Freitas chegou ao clube com tempo suficiente para organizar a saída e colocacao dos jogadores considerados "excedentários". Assim de repente, vejo (cronologicamente) Stojkovic, Pedro Mendes, Saleiro, Zapater, Purovic, Caneira, Hildebrand todos libertados a custo zero. Destes nomes facilmente encontro 3 ou 4 que correspondem ao seu ideal de "com talento e muita margem de progressao", para além de serem internacionais. O Sporting vinha de um 4o lugar na Liga e uma prestacao decente nas provas da UEFA. Pergunta honesta: Isto demonstra alguma capacidade especial de se mover no mercado para colocar jogadores a dispensar?

A Direccao actual chega ao clube praticamente com o mesmo tempo que Freitas e Duque tiveram para organizar a colocacao dos jogadores a dispensar. Nao será melhor esperar para ver o que se consegue fazer em termos de mais-valias? Se é para dispensar "com cheque e vassoura", seguramente qualquer gestor consegue, em poucos dias, negociar uma rescisao de contrato com Pranjic, Boulahrouz, Onyewu, Bojinov, etc pagando-lhes uma boa parte dos salários que ainda teriam a haver...

Olhando para as contratacoes facilmente se verifica que onde o Sporting melhor jogou em 2011-12 foi nas de custo mais baixo: Carrillo 1M, Schaars 0.850M, Rinaudo 0.525. Há ali 2 casos de sucesso desportivo - Capel e Ricky foram muito boas contratacoes, mas também foram bastante dispendiosos - e casos de verdadeira calamidade (nao preciso de referir quais foram). Ouso perguntar: se em vez de Ricky ou Capel tivessemos tido 3 outros jogadores com custos semelhantes aos primeiros mas revelando a mesma capacidade de prospeccao do mercado que aqueles denotam, será que teríamos perdido muito em termos de performance desportiva, tendo em conta o que realmente veio a suceder?

Cumprimentos
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De Rui Gomes a 29.06.2013 às 17:52

Meu caro,

Queira ou não compreender, além das muitas horas que já disponho neste espaço não posso e não estou disposto a passar ainda mais para adequadamente e em detalhe responder a todas as suas questões, que dariam um verdadeiro livro, indiferente do acerto das mesmas.

Fundamentalmente, aceita pouco ou nada do que é comunicado, quer seja em post ou em comentário. Tem a sua visão das coisas, tudo bem.

Limito-me, para FINALIZAR, a abordar o que cita como uma "verdadeira calamidade" os casos de Ricky e Capel. Nem me passa pela imaginação a causa dessa adjectivação e mesmo citando os factos à vista, é de ver que também não irá concordar. Não sei as suas origens em futebol, além de adepto, mas mesmo vista da bancada, alguns argumentos são incompreensíveis. Foram contratados dois excelentes jogadores a bom preço, um deles que em 2 anos marca 45 golos e mesmo vendido prematuramente por 11 milhões duplicaria o investimento salvo a percentagem que o Sporting optou/necessitou de alienar. O outro que também veio por bom preço e tem sido e continua a ser um dos jogadores mais importantes do plantel. Que mais se pode dizer.

FIcamos assim por hoje.

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De Petinga a 29.06.2013 às 18:28

Caro Rui

Lamento e peco desculpa por te-lo importunado com as minhas questoes. Mas escusava de distorcer o que escrevi.

Entre:

"Capel e Ricky foram muito boas contratacoes, mas também foram bastante dispendiosos"
e
"a abordar o que cita como uma "verdadeira calamidade" os casos de Ricky e Capel."

a diferenca é grande...

Talvez tivesse feito melhor em ler de facto o que escrevi (as calamidades que referi eram Elias, Bojinov e Jeffren).

Cumprimentos
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De Rui Gomes a 29.06.2013 às 18:49

Compreendi que se referia ao Ricky e Capel. Para a maioria de nós há sempre duas ou mais versões/argumentos da mesma contenda. Os outros casos que referencia merecem discussão, sem dúvida, mas é simplístico de mais considerá-los meras calamidades. Claro, como sempre foi e sempre será, o treinador (e o jogador) é "besta ou bestial" mediante os resultados. Nestas discussões sobre jogadores e futebol, o que mais me incomoda/importuna são conclusões pós-facto e visto somente da bancada, onde o acesso a toda a informação pertinente e a respectiva compreensão são limitadas. Nem todas as contratações que não resultam foram más contratações, à raiz, e todas elas, com rara excepção, têm explicação, mais ou menos válida. Nenhuma, é tão simples como invariavelmente o adepto clama.

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