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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
«Os jogadores têm de fazer das tripas coração, têm obrigação de ganhar mais jogos, de fazer mais pontos e dignificar a camisola. O que estou a ver não me satisfaz. Têm de se libertar do bloqueio psicológico e unir-se. Aqueles jogadores podem fazer muito mais.»
Tonel fez cinco épocas no Sporting e foi um dos grandes centrais que envergaram a camisola verde-e-branca. O que tinha a menos de talento natural, compensava com garra e determinação.
Para ilustrar a mentalidade de certos sportinguistas, tomei nota do seguinte comentário relacionado com este apontamento noticioso: «Tonel podes voltar que estás perdoado.» Mas perdoado de quê, pergunto eu. O jogador nunca quis sair do Sporting e por ter sido completamente «encostado» por Paulo Sérgio - que preferia o muito jovem Daniel Carriço e Polga - decidiu, aos 30 anos, que teria uma última oportunidade na sua carreira de mudar para um clube onde ainda pudesse jogar com regularidade. Realizou cerca de 170 jogos no Sporting e marcou, salvo erro, 14 ou 15 golos, como defesa central. Na ocasião, pelas existentes «vacas gordas», poucos foram os adeptos que lamentaram a sua saída.
Será que, aos 32 anos, ainda poderia contribuir ?
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