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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Não me é possível escrever o meu usual comentário porque não assisti ao jogo, no entanto, pelas informações que me chegaram, e pelo resultado, tudo indica que esta é uma equipa do Sporting a jogar nos mínimos à espera da final da Taça de Portugal no Jamor.
Já se sabia que Marco Silva não podia contar com Slimani (problemas musculares) e Nani (indisposição), com Jonathan Silva a surgir no onze inicial, aparentemente, pelo descanso dado a Jefferson. William Carvalho, Adrien e João Mário no meio campo; Carlos Mané, Carrillo e Fredy Montero na frente do ataque.
Pelos vistos, mais uma primeira parte muito pobre, com alguma melhoria no segundo tempo, que terá permitido o empate aos 55', através de um desvio de cabeça por Ewerton, e com o guarda-redes do Estoril em grande plano com algumas excelentes defesas, a evitar a vitória do Sporting.
Vou deixar o resto das apreciações aos leitores, sobre um jogo que parece não ter grande história.
Nota: As equipas B do Sporting e Benfica empataram hoje a zero golos, em jogo da 44.ª jornada da II Liga. Com este resultado, o Sporting soma 74 pontos, os mesmos que o Sporting da Covilhã e União da Madeira, 2 pontos atrás do 2.º classificado Chaves e a 5 do líder Tondela.
Este empate com o Paços de Ferreira resume-se à GRITANTE ineficácia do Sporting no último passe e muito em especial na finalização. Sem ser o único, perdi conta às oportunidades que João Mário desperdiçou, diria até infantilmente. A equipa pacense fez um remate, marcou um golo e o resto é história.
Sem dominar completamente, o Sporting controlou praticamente o jogo todo, mesmo com alguns elementos, a exemplo de William Carvalho, com exibições abaixo do seu usual. Os dois centrais estiveram bem - com um pouco mais de sorte, e pontaria, ambos até poderiam ter marcado - assim como Nani e André Carrillo terá sido o melhor "leão" em campo. Os laterais, sem grandes pecados defensivos, deixaram muito a desejar nas manobras ofensivas.
Com William Carvalho a falhar mais do que é o seu normal, André Martins não esteve mal mas não consegue fazer a diferença e João Mário com um desempenho tipo 8 a 80. Muito bem a organizar jogo, até a defender, mas a pecar frequentemente no último terço do terreno. Para agravar as coisas, o lance que deu no golo do Paços de Ferreira nasceu numa perca de bola sua na zona intermediária.
Slimani trabalhou muito e teve influência no jogo, mesmo sem ser brilhante. Marcou um golo - o seu 10.º do campeonato - a excelente passe de Nani mas, aos 32 minutos, com João Mário completamente isolado frente à baliza, falhou o passe de forma incrível.
Em resumo, um jogo muito frustrante, pelo desperdício das inúmeras oportunidades criadas. Ao intervalo, o marcador devia indicar três golos de vantagem e, depois, repete-se a história de sempre: "quem não marca sofre".
Com do desperdício destes dois pontos, as hipóteses de chegar ao segundo lugar ficam seriamente comprometidas.
P.S. Não concordo com a titularidade de Miguel Lopes em detrimento de Cédric Soares. Reconheço que esteve bem no jogo em que Cédric falhou, por castigo, mas, na minha opinião, o nosso formado devia ter regressado à sua posição. Confesso que não sou e nunca fui fã de Miguel Lopes.
Nani falha a visita ao Bonfim, por acumulação de amarelos. Não deixa de dizer muito sobre os critérios da arbitragem, quando um jogador como Nani já regista 9 amarelos, mais do que nunca na sua carreira.
NACIONAL vs SPORTING
Foi um Sporting sem chama e intensidade que deu entrada no relvado da Choupana e assim jogou uma boa parte do jogo, com Rui Patrício a contribuir muito negativamente com uma fífia monumental no primeiro golo do Nacional (49'), e também com responsabilidades no segundo (58'), em que ficou a olhar para o cruzamento que acabou por ser letal. Como se tudo isto não fosse suficiente, assistimos a um apitador, Carlos Xistra, que depois de poupar pelo menos três amarelos a jogadores madeirenses, mostrou o segundo da partida a Miguel Lopes, num lance em que o defesa leonino nem no adversário tocou.
Esperava-se que Marco Silva mexesse na equipa e assim aconteceu, com André Martins a surgir no lugar de Adrien Silva, Miguel Lopes a dar descanso a Cédric Soares, Jefferson e Tanaka a regressarem ao onze inicial, e Carlos Mané a substituir o lesionado Nani.
Foi uma primeira parte equilibrada, com o Nacional a defender em linhas baixas e a apostar nos lances de transição e um Sporting pouco inspirado ofensivamente a criar poucas oportunidades, a melhor das quais de André Carrillo, a tentar inaugurar o marcador com um forte remate que um defesa da equipa insular aliviou mesmo em cima da linha de golo.
O segundo tempo deu ocasião aos quatro golos da partida e ao(s) erro(s) de Rui Patrício e, ainda, mais da mesma displicência por parte do Sporting. Tanaka, também ele pouco inspirado, deu lugar a Slimani, aos 56', com o argelino a evidenciar carências físicas e falta de ritmo de jogo. O meio campo do Sporting melhorou bastante com a entrada de Adrien Silva, aos 63', em substituição de André Martins, e foi ele que iniciou a jogada que culminou no golo de belo efeito de Carlos Mané (82'), para empatar a contenda, e com o Sporting a jogar com dez unidades, pela expulsão de Miguel Lopes, aos 71'. Não pode passar sem comentário, o também excelente cabeceamento de Tobias Figueiredo, para golo, aos 54'.
O Sporting está a atravessar um período crítico e necessita, urgentemente, de levantar a cabeça e focar-se nos objectivos que ainda estão ao alcance, nomeadamente o terceiro lugar e, claro, a Taça de Portugal. Em princípio, o jogo da segunda mão desta meia-final será disputado no dia 8 de Abril, em Alvalade.
Seja ainda os efeitos do resultado do "derby", o "autocarro estacionado" do Belenenses, o relvado molhado e pesado e/ou a falta de inspiração por parte dos jogadores leoninos, a realidade à vista é que o Sporting deixou o seu futebol em casa neste sábado.
Na primeira parte ainda se verificaram alguns lances de jeito, mas também a eterna ausência de jogo pelo meio, agressividade, criatividade e remates. Fredy Montero teve uma bela oportunidade, bem cedo, para adiantar a equipa no marcador, mas frente a Ventura mais não conseguiu fazer que rematar contra o corpo do guarda-redes.
Acho que Marco Silva fez bem em mexer na equipa ao intervalo - é discutível se os jogadores que saíram eram os mais indicados - mas pouco ou nada alterou o jogo do Sporting. Nani terá feito a exibição menos conseguida da época, Jefferson este apenas horrível, Carrillo raramente conseguiu levar a melhor sobre os defesas de Belém, Tobias Figueiredo não esteve mal de todo, mas cometeu muitas faltas e falhou muito no passe, Cédric mais voluntarioso mas com pouca eficácia nos cruzamentos, acabando por ser expulso, na minha opinião, injustamente, ao ver o segundo amarelo. Por fim, Rui Patrício a dar aquela super fífia que concedeu o golo de baliza aberta ao Belenenses.
Fundamentalmente, um jogo para esquecer em que o empate é mesmo um mal menor, face às circunstâncias.
Não gostei do trabalho de Paulo Baptista, mas não devemos recorrer à arbitragem para minimizar esta muito pobre exibição.
Declarações de Marco Silva depois do jogo
«Para nós um empate é sempre frustrante, é quase como uma derrota. Entrámos de forma lenta, como se já estivéssemos a ganhar por dois ou três a zero. Foi um jogo muito mau da nossa equipa. É muito complicado (o título), não podemos esconder essa realidade. Temos de nos concentrar nos nossos jogos e ganhá-los. Se não ganharmos os nossos jogos, fica quase impossível. Estou desiludido com a nossa prestação e eu, como treinador, sou o principal responsável.»
Começo a escrever esta crónica escassos minutos depois do minuto final e não tenho palavras para verdadeiramente descrever o que me vai na alma. Rui Patrício, que não fez uma única defesa ao longo dos 90+5' de jogo, acabou por sofrer um golo mesmo ao fechar do pano, num lance sem nexo, com a bola solta na área do Sporting e Jardel a aproveitar o remate. Se isto não é pura infelicidade, não sei o que é.
Foi um Benfica completamente defensivo que se apresentou em Alvalade - Lima e Jonas praticamente não se viram no jogo. As estatísticas da primeira parte: 50 por cento posse de bola, 20 ataques do Sporting contra 14 do Benfica, 4 remates contra um e 7 pontapés de canto sem nenhum pelos encarnados - aliás, o Benfica executou o seu primeiro e salvo erro único pontapé de canto aos 80' -, não ilustram esclarecidamente a superioridade do Sporting. Lamentavelmente, a equipa leonina não conseguiu converter essa superioridade em golos.
A defesa do Sporting este impecável, e quando digo "defesa", não me refiro somente ao quarteto mais recuado. O Benfica não teve uma única oportunidade flagrante para golo ao longo do jogo, salvo o lance fortuito aos 90+4'.
No meu entender, todos os jogadores do Sporting estiveram em muito bom nível, com William Carvalho a fazer um jogo fantástico. Sem dúvida alguma, o William que vimos na época passada. Não quero ser negativo perante a exibição a que assistimos, mas acho que o elemento menos consequente da equipa foi Fredy Montero. Muito embora seja verdade que não fizemos jogo suficiente pelo corredor central - como já é (mau) hábito - não incomodou a defesa benfiquista o suficiente e não surgiu com nenhum lance de inspiração. Acho que Tanaka devia ter entrado mais cedo.
A falta de criatividade e profundidade pelo meio do terreno, terá sido o aspecto mais fraco do jogo do Sporting. Os necessários desequilíbrios não foram criados - era necessário dar mais espaços para Nani e Carrillo - e as manobras pelas alas com os inevitáveis cruzamentos foram muito pouco consequentes, especialmente pela ausência de capacidade no jogo aéreo, face à lesão de Slimani.
Como é evidente, este resultado foi um mal menor para o Benfica e acabou por beneficiar o FC Porto, que se coloca agora a quatro pontos do líder, com três de vantagem sobre o Sporting, que continua a sete pontos do primeiro lugar. Não é impossível, claro, mas vai ser muito difícil recuperar esta diferença na tabela classificativa.
Na minha opinião, Jorge Sousa fez uma boa arbitragem e não cometeu erro algum com influência directa no resultado final.
Não houve falta de apoio: 49,076 espectadores, a maior assistência de sempre no actual Estádio José Alvalade.
Em jogo da 20.ª jornada do Campeonato Nacional, Sporting e Benfica acabaram empatados, 1-1. O golo dos "leões" foi da autoria de Alex e o dos encarnados foi um autogolo de Diogo.
Com este resultado e a vitória do Braga sobre o Dramático Cascais, 6-4, o Sporting desceu para terceiro lugar, com menos um ponto da equipa minhota e a 8 do líder Benfica.
No final do embate houve momentos de grande confusão com os jogadores das duas equipas a confrontarem-se e com distúrbios na bancada, entre adeptos, que levaram a intervenção das forças de segurança. Tudo começou com um puxão de Gonçalo a Alex, juntando-se depois os restantes jogadores. João Matos e o guarda-redes emcarnado, Juanjo, foram expulsos.
O treinador do Vitória de Setúbal tinha afirmado que não iria para Alvalade com o "autocarro", mas foi precisamente o que fez - mais ainda quando ficou reduzido a dez unidades - e o Sporting, como já nos habituou, infelizmente, sem criatividade e construção de jogo pelo corredor central para penetrar e finalizar.
O Sporting alinhou com os seguintes:
Marcelo Boeck; Miguel Lopes (Gelson Martins, 70'), Rami Rabia, Nany Sarr e André Geraldes; Oriol Rosell (Diego Rubio, 59'), Wallyson e André Martins; Daniel Podence (Sacko, 74'), Ricardo Esgaio e Junya Tanaka.
A realidade nua e crua é que o Sporting mostrou muito "B" e muito pouco"A" e apesar do maior domínio, especialmente pela superioridade numérica a partir dos 41', criou muito poucas oportunidades para golo, não obstante as bolas ao poste por André Martins, aos 33', na marcação de um livre e, aos 58', num remate por Ricardo Esgaio. Beneficiou de um auto golo e sofreu mais um golo em um lance de bola parada.
Nesta equipa, notou-se a ausência de Ryan Gauld para dar a criatividade necessária ao jogo leonino. O trio do meio campo composto por Rosell, Wallyson e André Martins simplesmente não o conseguiu fazer. Invariavelmente, bola para as alas e cruzamentos sem nexo.
Na minha opinião, Marco Silva tardou a mexer na equipa, com a primeira substituição apenas aos 59 minutos.
Uma observação final sobre Hadi Sacko: não será justo avaliar por só o ter visto jogar a espaços, mas não lhe reconheço grande promessa. Ainda não percebi bem qual é a sua posição mais natural, mas não mostra grande técnica, leitura e agressividade de jogo.
Bem... se o desejo era mesmo não participar nesta Taça, o Sporting está muito perto de ser afastado; basta uma vitória pelo Belenenses ou pelo V. Setúbal na última jornada.
P.S. Gostei muito do discurso de Marco Silva depois do jogo. Acho que sublinhou as realidades mais importantes e não deixou de apoiar os jogadores.
Até podemos admitir que alguns jogadores acusaram o embate de quarta-feira - Carrillo, Adrien Silva e Slimani, a exemplo, não mostraram a mesma frescura - mas em termos globais esta exibição diante o Moreirense deixa muito a desejar, em todas as vertentes do jogo. Sobretudo, confirma-se, uma vez mais, que esta equipa do Sporting, sem Nani, evidencia uma enorme diferença, para pior.
Mais um golo sofrido de forma inadmissível num lance de bola parada: Miguel Lopes permite o cabeceamento com o jogador do Moreirense completamente à vontade, e depois fica a clamar fora de jogo, não existente.
Muita falta de inspiração, criatividade, intensidade e dinâmica de jogo na primeira parte, e em três ou quatro lances de perigo eminente faltou eficácia frente à baliza.
Torna-se óbvio que as aspirações ao título ficaram ainda mais comprometidas com este empate caseiro e, para ser sincero, não vejo esse objectivo ser realizado, não só pela diferença pontual na tabela classificativa, mas tanto ou mais pela irregularidade da equipa leonina.
Fico com alguma curiosidade sobre a escolha de Miguel Lopes em detrimento de Cédric Soares. Desportivamente, neste momento, a opção não é benéfica para a equipa, consideração que me leva a questionar se a ideia é de colocar Miguel Lopes na "montra" para uma eventual saída em Janeiro ou, num outro plano, se visa exercer pressão sobre o mais jovem jogador pelas negociações contratuais que já se arrastam há algum tempo, sem acordo entre as partes. De qualquer modo, se a decisão recai sobre o presidente e Augusto Inácio - e não Marco Silva - por pensarem que há plantel de qualidade suficiente para "manobras" deste cariz, sem consequências, estão seriamente enganados.
Tanaka teve finalmente mais uma oportunidade para somar uns minutos de jogo - entrou aos 77' - e até contribuiu para o golo tardio de Montero, "roubando" a bola ao defesa do Moreirense. Na realidade, acho que devia ter sido chamado a jogo na altura em que Marco Silva fez entrar Capel, jogador que anda completamente desmotivado e sem produção alguma de nota.
A equipa de juniores do Sporting foi ao reduto do Estoril empatar 0-0, no que consta ter sido mais uma fraca exibição leonina, em que as oportunidades de golo foram escassas. Deve ter havido "sermão" no final da partida, porque a equipa do Sporting esteve fechada no balneário durante cerca de 40 minutos.
Afirmou Luís Boa Morte: "Na primeira parte não nos conseguimos impor e na segunda pecámos na finalização.»
O Sporting alinhou com: Pedro Silva, Paulo Borges, Bruno Wilson, Ivanildo, João Serrano, Bubacar (Tavares, 82'), Lisandro (José Correia, 69'), Fábio Martins (Luís Caicedo, 71'), Rafael Barbosa, Luís Eloi e José Postiga.
Com este resultado da 13.ª jornada da Zona Sul da 1.ª Fase do Campeonato Nacional, o Sporting continua em 2.º lugar, mas a 11 pontos do Benfica, que venceu O Beira-Mar Almada, por 3-2.
... A diferença entre a primeira e a segunda parte !... Marco Silva não surpreendeu com o onze inicial, mas esteve muito bem com as alterações ao intervalo, fazendo entrar Fredy Montero e Carlos Mané, em substituição de André Carrillo e William Carvalho, permitindo à equipa maior controlo do meio campo e, sobretudo, a profundidade e dinâmica ofensiva que não se verificaram nos primeiros 45 minutos da partida.
O Sporting entro no jogo muito inofensivo - também por mérito do Paços de Ferreira - e acabaria por sofrer um golo aos 31 minutos, em mais um lance em que o jovem Naby Sarr é mal batido, permitindo ao avançado pacense entrar na área e "fuzilar" a baliza de Rui Patrício.
Em contraste, após o intervalo, o Sporting dominou completamente o jogo e acabaria por ser premiado - aos 49' - com um belo golo de Fredy Montero, com um potente remate que bateu nas redes a 97 km/hora.
Só a falta de eficácia evitou uma autêntica goleada, tais foram as inúmeras oportunidades de golo do Sporting, quase um constante "bombardeamento". Slimani teve golo nos pés, e na cabeça, diversas vezes, e aos 89' falhou de forma incrível mesmo frente à baliza. Minutos antes - aos 87' - Fredy Montero "bisou", em jogada que foi mal anulada pelo árbitro auxiliar com um fora de jogo não existente. Quem se encontrava em posição irregular era Slimani e não o avançado colombiano.
Arbitragem muito pobre por parte de Bruno Esteves, sempre com o dedo no "gatilho" dos cartões amarelos - perdi conta do total, mas creio que só ao Sporting foram mostrados cinco - e com diversos outros erros. Que apenas tivesse dado 4 minutos de compensação, face às múltiplas interrupções de jogo, é inaceitável.
O Sporting merecia a vitória pelo que fez na segunda parte do encontro, mas acabou por desperdiçar mais dois pontos. Alguns jogadores uns furos abaixo da exibição de quarta-feira: William Carvalho, a exemplo, e Jefferson também foi uma sombra do jogo da Champions. No entanto, não houve falta de empenho e de querer vencer.
P.S. Nani (e o treinador) devia pensar em forçar o 5.º amarelo nesta fase de jogos, para limpar o registo.
Adenda: Há muito que "bato nesta tecla" mas... é apenas impressão minha ou o 4x4x2 (na realidade 4x1x3x2) funciona melhor neste Sporting do que o clássico 4x3x3 em que insistimos ?
Tenho visto muito pouco da equipa B do Sporting esta época, mas hoje fiz um esforço para assistir ao jogo com o Sporting da Covilhã - empate a zero - a contar para a 15:ª jornada da II Liga, realizado no Estádio Aurélio Pereira na Academia de Alcochete.
O "leões" alinharam de início com: Luís Pereira; Ricardo Esgaio, Tobias Figueiredo, Nuno Reis e Mica Pinto; Fokobo, Wallyson, Iuri Medeiros, Daniel Podence, Dramé e Salim Cissé.
Ainda entraram no jogo Gelson Martins, Francisco Geraldes e Domingos Duarte.
Não estou em posição para poder avaliar, por comparação, mas pelo pouco que tenho visto e o muito que tenho lido, acho que a segunda equipa do Sporting, sem deslumbrar, fez uma boa exibição. Foi quase sempre superior ao Sp. Covilhã e o nulo deve-se apenas à ineficácia da finalização leonina. Daniel Podence teve duas boas oportunidades para golo e Cissé desperdiçou um grande passe que o isolou diante o guarda-redes adversário. Não me vem à memória uma única oportunidade flagrante dos visitantes.
A defesa esteve sólida, com Fokobo a trinco a fazer a diferença. Lamentavelmente, foi um erro seu que levou Nuno Reis a cometer uma falta que provocou a sua expulsão aos 81 minutos.
Lamento não ter visto Ryan Gauld em campo - terá estado no banco - mas a criatividade de Iuri Medeiros foi bastante visível, assim como a de Daniel Podence, dois dos grandes talentos que aguardam uma oportunidade para chegarem à equipa principal.
É muito possível que já se esteja a verificar algum melhoramento por obra de João de Deus. A equipa apresentou-se muito bem organizada e com um jogo de transição muito rápido e perigoso.
Com este resultado, o Sporting deverá permanecer no 11.º lugar do campeonato - com 19 pontos - um atrás do adversário de hoje e a 8 do Benfica, que empatou com o Chaves e é líder à condição.
Em jogo disputado no Pavilhão do Livramento, em Mafra, no domingo, o Sporting e o FC Porto empataram a dois golos, em jogo a contar para a 4.ª jornada Campeonato Nacional de hóquei em patins. Os golos dos "leões" foram marcados por André Moreira, os 10', e João Pinto, aos 35'.
Com este resultado, o primeiro lugar é disputado pelo Benfica, Barcelos e FC Porto, com 10 pontos cada, segue o Valongo, com 9, e então o Sporting, com 7. Oliveirense, Turquel, Candelária e Paços de Arcos somam 6 pontos.
No próximo fim de semana, disputa-se a segunda jornada da Liga Europeia e a segunda mão da primeira fase da Taça CERS. O campeonato regressa a 4 de Novembro.
Antes de mais - e escrevi esta nota antes do início do jogo - os meus parabéns a Marco Silva pela coragem de incluir Jonathan Silva no onze inicial. Sugeri esta ideia na crónica do último jogo mas, para ser sincero, nunca imaginei que o treinador o fizesse. O jovem argentino teve alguns lapsos defensivos, mas no todo dos 90' +3, teve um desempenho muito positivo e até marcou um excelente golo, logo aos 2', na bela jogada iniciada por Nani e complementada por André Carrillo.
Na minha opinião, nos primeiros 45' da partida viu-se um Sporting em grande nível, de longe o melhor desta época, e o resultado ao intervalo peca por escasso. A equipa leonina foi sempre a mais perigosa e objectiva, controlou totalmente o meio campo, exerceu de forma quase perfeita a pressão alta e executou o jogo de transição com muita eficácia. Esteve sempre mais perto do dois ou três zero, do que o FC Porto igualar o marcador, superou-se em jogadas de ataque e remates, com João Mário, em duas ocasiões, com grandes oportunidades para golo, além de uma jogada espectacular de Carrillo, aos 39 minutos.
A segunda parte apresentou um cenário diferente. O treinador portista mexeu na equipa e esta entrou melhor no jogo. Recuperou o meio campo e começou a dar mais profundidade ao seu jogo ofensivo. O golo (autogolo) da igualdade, aos 56', surgiu em directo resultado desta profundidade, e já sete minutos antes, Rui Patrício tinha feito uma grande defesa diante um Jackson Martinez isolado. O lance do golo foi de infelicidade e fruto de alguma inexperiência de Naby Sarr, mas nada mais há para apontar, faz parte do futebol.
O maior problema para uma equipa que entra no jogo a exercer pressão alta, é o desgaste físico, e acho que o Sporting acusou por acusar esse desgaste no segundo tempo. Com a senhora da sorte a sorrir, Diego Capel mandou uma autêntica "bomba" à trave da baliza de Fabiano, aos 79', que poderia ter assegurado a vitória.
No resumo dos 90 minutos, o resultado não é injusto, mas acho que o Sporting perdeu a grande oportunidade de arrumar o jogo na primeira parte. Como nota final, penso que André Carrillo foi a grande figura do jogo e muito embora no ecrã televisivo não seja possível avaliar o desgaste físico dos jogadores, não vi de bons olhos a sua substituição, aos 65 minutos. Neste sentido, Marco Silva está a tornar-se excessivamente previsível. A entrada de Montero, em substituição de Slimani, aos 78', não acrescentou nada ao jogo, aliás, mesmo cansado que o argelino tivesse, sempre teria uma muito maior presença na área portista. Não vi a linha de jogo, mas não será surpresa alguma vir a verificar que Tanaka foi mais uma vez para a bancada. Já nem comento este tipo de decisões por parte de Marco Silva. Fredy Montero vai continuar a equipar-se até ao derradeiro suspiro. Veremos o que acontecerá em Janeiro, quando Slimani se juntar à selecção argelina na disputa da Taça das Nações Africanas.
O Sporting tem agora o Chelsea de José Mourinho pela frente - na terça-feira - e só então é que poderemos avaliar o impacte do clássico no rendimento dos jogadores do Sporting.


Resultado justo e até podia ter sido pior. A exemplo do que se verificou durante a pré-época, o Sporting continua a não mostrar evolução alguma do seu jogo. Uma exibição que começou a prometer muito, com um belo golo de Carrillo aos 15', a cruzamento de Jefferson, mas aos poucos a qualidade foi desaparecendo até ao ponto de se tornar totalmente displicente.
Marco Silva surpreendeu ao incluir Naby Sarr e Heldon no onze, mas cometeu um grande erro ao preterir de Ricardo Esgaio. Escrevi aqui no post sobre a convocatória, que o jogador vindo da formação faria parte dos 18 a equipar porque oferecia a única alternativa para as laterais defensivas. Cédric Soares foi substituído ao intervalo - presume-se por lesão - e o treinador viu-se obrigado a recorrer a Oriol Rosell, claramente um "peixe fora da água" naquela posição. Por este motivo e pela expulsão de William Carvalho - aos 66 minutos - Paulo Oliveira entrou para a lateral direita e Rosell mudou-se para o centro do terreno, a sua natural posição.
O jogo criativo pelo corredor central continua ausente, mas será inútil insistir nesta tese, porque já cheguei à conclusão que somos nós adeptos que não percebemos destas coisas. Alguma criatividade e penetração surge somente através de André Carrillo, a única ameaça ofensiva da equipa, que, além do golo, foi protagonista das jogadas mais perigosas do Sporting. Por muito que se reconheça a qualidade de Fredy Montero, a sua seca de golos - desde Dezembro de 2013 - e enorme falta de confiança, estão a prejudicar a equipa, e acho que se chegou ao ponto de questionar os méritos de lhe conceder a titularidade. Heldon continua a não convencer, evidenciando-se no jogo apenas a espaços. Clara oportunidade para golo, aos 17 minutos, para rematar à figura do guarda-redes.
Seria injusto culpar Naby Sarr dos erros defensivos, mas é por de mais evidente que o jovem francês necessita de tempo para elevar o seu jogo. A ingrata realidade que nos confronta, neste momento, é que salvo surgir algo ou alguém, vamos sofrer muito pelo eixo defensivo, especialmente frente a equipas com melhores argumento do que esta Académica.
É o primeiro jogo oficial da época e não nos devemos precipitar com pessimismos, mas se se tomar em consideração que pouca se alguma melhoria se verifica após 11 jogos, acho que há justa causa para alguma preocupação.
Artur Soares Dias perdoou uma grande penalidade ao Sporting, aos 34 minutos, quando não assinalou mão de Jefferson na área. Aos 51 minutos houve um lance discutível, com possível falta sobre Heldon na área dos "estudantes". O primeiro cartão amaralelo de William Carvalho terá sido excessivamente rigoroso, mas o segundo deve-se somente à negligência do médio leonino.
No último jogo da Fase Final do Campeonato Nacional de Juvenis, realizado na Academia em Alcochete, o Sporting deixou-se empatar aos 66' (2-2), permitindo o ponto que o V. Guimarães necessitava para garantir o título. Os jovens leoninos estiveram duas vezes à frente do marcador através de golos apontados por Ronaldo Tavares.
Muito embora o Sporting tenha sido a única equipa a não sofrer uma derrota na fase final, os quatro empates em seis jogos acabaram por ditar a classificação final.
De qualquer modo, parabéns aos jovens leões. Ficaram em 2.º lugar nesta longa e muito disputada prova, e não no 1.º dos últimos.
O Sporting e o FC Porto empataram, 28-28, em jogo a contar para a 7.ª jornada da fase final do Campeonato Nacional. Com este empate, a equipa do Dração consegue manter a liderança com mais dois pontos do que o Sporting, que soma 46. Com três jornadas por disputar, será muito difícil o Sporting chegar ao título, não obstante o bom resultado na condição de visitante e logo após a decepção pelo afastamento da Taça EHF.
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