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Uma goleada, uma expulsão, uma grande penalidade, duas lesões e uma exibição para esquecer - ou talvez não. Podemos discutir a arbitragem - há alguma causa para isso - mas, sobretudo, podemos e devemos discutir a equipa portuguesa e uma estratégia de jogo difícil de identificar, especialmente depois do penálti aos 11 minutos.
 
Seja a referida estratégia, a superioridade do adversário ou o calor - ou a combinação de todos estes factores - fica-se com a ideia que Portugal nunca se encontrou e que tudo o que ocorreu foi simplesmente uma consequência inevitável.
 
É verdade que João Pereira puxou o avançado alemão pelo braço, mas é igualmente verdade que este também recorreu a falta para ganhar posição sobre o defesa português. O árbitro com rigor absoluto e com critérios discutíveis, não hesitou. A acção de Pepe foi uma infantilidade intolerável a este nivel de competição, mas será que há causa para cartão vermelho directo ?... O árbitro entendeu que sim e agiu novamente sem hesitação. Pela lesão de Hugo Almeida, Hummels apanhou tanto da bola como do homem, o árbitro exerceu os mesmos critérios e nem falta assinalou. O segundo golo é inadmissível: o avançado saltou e cabeceou entre Pepe e Bruno Alves, praticamente na pequena área. Salvo uma ou outra jogada esporádica, Portugal nunca assentou as suas manobras ofensivas e as oportunidades de perigo foram escassas. Em geral, uma equipa portuguesa com muito pouca dinâmica e organização de jogo e com o passar dos minutos a jogar com dez unidades e a sofrer golos, a força anímica desapareceu completamente.
 
Nada há agora a fazer em relação a este jogo, mas também nada está perdido, mas terá de haver uma enorme recuperação psicológica por parte dos portuguese para viabilizar a continuidade na competição além da fase de grupos.
 
Primeiro a Espanha e agora Portugal. Quem diria ?
 

publicado às 04:50

 
Não era o que se esperava e desejava, mas o último jogo da época viu um Sporting muito combalido em campo, com (muita) falta de quase tudo do que seria necessário para evitar a primeira derrota em Alvalade da campanha de 2013/14. Perante um Estoril Praia a jogar em linhas baixas - o que já era expectável - e a limitar-se a povoar o meio campo e a atacar em transição, o Sporting demonstrou muito pouca intensidade de jogo e, sobretudo, falta de soluções no último terço do terreno, contribuindo para a ideia de que esta equipa já deu o que tinha para dar já há algumas semanas. A grande penalidade falhada por Adrien Silva, aos 17 minutos, apenas serviu para acentuar a insuficiência da equipa nesta altura.
Leonardo Jardim fez regressar Fredy Montero à titularidade, creio que com a clara intenção de moralizar o jogador com a próxima temporada em vista, mas salvo alguns pormenores que já se lhe são conhecidos, acabou por ser inconsequente onde mais conta: frente à baliza, em grande parte pela incapacidade de penetração pelo Sporting. A algo surpreendente substituição de André Carrillo aos 38 minutos, para fazer entrar Carlos Mané, terá dado mais alguma dinâmica ao jogo leonino pelo corredor central, mas insuficiente para permitir alterar o marcador.
Houve finalmente a oportunidade de ver Shikabala em campo - entrou aos 77 minutos em substituição de Diego Capel - mas é injusto fazer qualquer tipo de apreciação. Demonstrou de imediato os seus dotes técnicos - característica que já lhe era reconhecida - e velocidade, mas o verdadeiro teste só surgirá na próxim época.
Se algo de útil advém deste desafio, foi a clara indicação daquilo que muitos de nós já comentámos e que o próprio treinador sublinhou na conferência de antevisão à jornada: para objectivos competitivos mais elevados, será necessário melhores soluções. Ficamos agora na expectativa de ver as movimentações por parte do presidente e da SAD.
Se não ouvi mal, estiveram presentes em Alvalade 35,794 espectadores. Mais uma vez, falta de apoio não houve.
 

publicado às 18:01

 
A ingrata realidade é que o Sporting ficou longe, mesmo muito longe, de fazer o que era necessário para poder ganhar este jogo. A equipa entrou muito nervosa em campo e passou os primeiros 45 minutos totalmente ao lado do jogo, em contexto, sem se conseguir impor minimamente no meio campo e com enormes dificuldades em reagir devidamente às jogadas de transição do Benfica. Em abono da verdade, o resultado ao intervalo pecou por escasso., dado que os "encarnados" tiveram diversas oportunidades para dilatar o marcador.
Verificou-se alguma melhoria na segunda parte por parte do Sporting, mas não o suficiente para conseguir contrariar o adversário que foi superior quase todo o desafio. Seja qual for o sistema de jogo que Leonardo Jardim apresente em campo, sem um médio criativo continuamos com os mesmos problemas de sempre em jogar no miolo, em penetrar a área defensiva dos adversários e em servir os avançados. Na realidade, a única ocasião que me vem à ideia que ofereceu a possibilidade de golo, foi o remate de Heldon por cima da trave.
Muitos jogadores a jogar significativamente abaixo do expectável, reflectindo-se em um colectivo muito inferior. Aliás, com o passar de cada jogo, tem-se evidenciado um decréscimo na intensidade da equipa, porventura pelo excesso de utilização dos mesmos 12 ou 13 jogadores ao longo da época. O meio campo acusou, e de que maneira, a ausência de William Carvalho, as investidas pela ala esquerda por Jefferson também fizeram muita falta, Slimani lutou no jogo aéreo mas foi inconsequente no resto e Heldon, na sua estreia de leão ao peito, sem deslumbrar de modo algum, deixou algumas boas indicações.
O Sporting desce assim para o terceiro lugar, um ponto atrás do FC Porto e a cinco do líder Benfica, com 12 jogos por jogar e 36 pontos por disputar.
Não posso deixar de comentar que gostaria de "ouvir" novamente as teorias daqueles que refutam a necessidade de fazer a gestão dos amarelos com jogadores importantes. William Carvalho não jogou hoje porque Leonardo Jardim também erra a pensar dessa maneira, argumentem o que desejarem. O treinador ainda mais me irritou pela sua afirmação na entrevista pós-jogo que William (e Jefferson) foi "uma baixa importante". Assim foi porque ele quis, porque recusou "limpar" os amarelos do médio no jogo com a Académica, não entendendo que era muito mais importante a sua disponibilidade contra o Benfica.
 

publicado às 22:25

Sporting B 1 Desportivo das Aves 2

Rui Gomes, em 27.09.13

 

 

A equipa B do Sporting sofreu hoje a sua quinta derrota da campanha 2013/14, perdendo em Alvalade com o Desportivo das Aves por 2-1. O golo solitário dos leões foi marcado por Luka Stojanovic que entrou em campo aos 64 minutos.

O Sporting encontra-se agora provisoriamente em 14.º lugar com 9 pontos, assente em 3 vitórias a acompanhar as 5 derrotas, com apenas 7 golos marcados e 12 sofridos.

 

Não assisti ao jogo e, por isso, não o vou comentar, mas segundo as reportagens noticiosas houve muita ineficácia ofensiva por parte dos leões, com Cissé a ser apontado como "o mais perdulário".

 

Abel Ferreira que me desculpe mas a sua tese de que as dificuldades devem-se simplesmente ao aumento de exigências na passagem dos juniores para os seniores, fica longe de explicar tudo, especialmente considerando que a equipa ainda hoje alinhou com Welder, Rúben Semedo, Nuno Reis, João Mário, Edelino Ié, Filipe Chaby e Cissé, que não são jovens totalmente inexperientes.

 

Se dermos asas à imaginação - e não é preciso muita - contabilizando o potencial para produção ofensiva entre os não inscritos e os que foram emprestados, sem maior razão de ser, o cenário poderia ser muito mais agradável, tanto quanto ao colectivo como individualmente. E... não me vou dar ao trabalho de reiterar as minhas dúvidas sobre o que eu considero ser a promoção prematura do treinador.

 

publicado às 21:35

Céu nebuloso...

Rui Gomes, em 18.08.13

 

 
com sinais de tempestade para os lados de Carnide.
 

publicado às 20:30

Quem não marca sofre !

Rui Gomes, em 07.08.13

Uma muito boa primeira parte pelo Sporting onde só faltaram os golos nas diversas oportunidades criadas. Já o mesmo não se pode dizer dos segundos 45 minutos, a fluidez de jogo e alguns jogadores desapareceram e mais um má cobertura defensiva permitiu o único golo da partida.

 

A estreia a titular de Magrão no meio campo, dando claras indicações de ser um jogador experiente mas não é o 10 que o Sporting tanto precisa. Montero esteve mais envolvido nas acções deste jogo e poderia ter marcado, mas continua muito sozinho na frente do ataque. Wilson Eduardo bem nos primeiros 45 minutos mas muito menos influente na segunda parte. É evidente que este Sporting ainda está longe do que se pretende e Leonardo Jardim continua com muito trabalho pela frente.

 

Por fim, a questão que mais me incomodou durante o jogo: temos outro "caso" em Eric Dier ?... Como explicar a sua total ausência nos dois jogos do torneio no Algarve ?... Decerto que não é Maurício que lhe tira o lugar.

 

Uma situação que exige explicação.

 

Nota: Leonardo Jardim louvou a primeira parte da equipa e lamentou a finalização, confiante que esta vai aparecer. Entende que a equipa está a progredir, o que até pode ser o caso, mas os jogos têm 90 minutos e verificam-se muitas oscilações de rendimento.

 

Adien sofreu um entorse no pé que, em princípio, não aparenta ser grave e a única explicação sobre Eric Dier é que ficou fora "por precaução". Esperamos que seja apenas isso. 

  

publicado às 23:08

Mundial sub-20: mais do eterno mesmo

Rui Gomes, em 03.07.13

 

Como quase sempre nestas provas internacionais, Portugal consegue fazer o mais difícil: ser derrotado por uma equipa perfeitamente ao alcance através de golos escandalosamente falhados e erros defensivos infantis. Começou logo no primeiro minuto com Aladje mesmo em cima da linha de golo a fazer o "impossível", rematar por cima da trave. No segundo golo de Gana, falhanços de marcação tanto de Tiago Ilori e Mica e no terceiro golo da equipa africana, de livre, a bola vai directa à barreira de dois homens e Edgar Ié desvia-se para permitir o esférico entrar na baliza portuguesa. Já nos descontos, Bruma, bem colocado na área, desperdiçou uma excelente oportunidade de igualar o marcador.

 

Parece que falta sempre aquela mentalidade ganhadora na hora da verdade, indiferente dos talentos à disposição. Esta equipa de sub-20 tem isso mesmo, muito talento, e tinha a obrigação de ir muito mais longe na competição e não ser eliminada pelos inferiores ganenses.

 

publicado às 18:14

Adeus Europa !

Rui Gomes, em 05.05.13

O Sporting fez um bom jogo, um jogo muito competente, mas... e há sempre o mesmo mas, apesar das diversas oportunidades de golo que criou, não conseguiu finalizar, ao contrário do Paços de Ferreira que teve uma única durante os 90+4 minutos e não falhou. Será possível apreciar desempenhos individuais, mas penso que o jogo se resume a quatro lances cruciais: 1) uma bola que André Martins recebeu na grande área pacence e somente com o guarda-redes pela frente rematou para as nuvens; 2) o livro indirecto dentro da área que Rojo rematou contra a barreira; 3) a grande-penalidade não assinalada por Pedro Proença aos 61' por falta do guarda-redes sobre Ricky e, finalmente, o livre do Paços que Josué mandou ao poste e por falta de marcação defensiva do Sporting deu o cabeceamento para dentro da baliza leonina. 

Pedro Proença esteve bem durante todo o jogo excepto no supracitado lance que ele interpretou não ser passível de falta para grande penalidade.

 

Embora o Sporting ainda não esteja afastado matematicamente de um lugar europeu, é realístico pensar que com dois pontos de atraso e mesmo admitindo a derrota do Estoril amanhã frente ao Benfica, é muito improvável que este venha a perder pelo menos três pontos nos seus dois últimos desafios da época; o primeiro contra o Beira-Mar, em casa, seguido pelo Gil Vicente em Barcelos. E isto, partindo do princípio que o Sporting conseguirá vencer os seus restantes jogos. Veremos, agora, o impacto que este cenário vai ter na estrutura do futebol do Sporting.

 

publicado às 22:28

Bom jogo, mas faltou o melhor

Rui Gomes, em 21.04.13

Um jogo muito equilibrado no estádio da Luz, em que a diferença fundamental foram os... golos. O Sporting apresentou-se muito bem organizado e não permitiu ao Benfica o seu usual domínio ofensivo mas, a bem dizer, também não criou suficientes oportunidades para si próprio. Teve mais posse de bola mas faltou-lhe o que sempre lhe falta, profundidade e criatividade no miolo e, sobretudo, remates à baliza de Artur dessa zona do terreno. No primeiro golo encarnado não houve erro defensivo mas foi dado exagerado espaço e tempo a Salvio para ele executar o remate com perfeição à baliza de Rui Patrício, sem hipótese para este. Houve alguma permissividade no segundo golo, que começou com um alívio curto de Boulahrouz e troca de bola entre Gaitan e Lima para a finalização deste, com Rui Patrício a fazer-se tardiamente à bola.

Os jovens do Sporting estiveram bem mas ainda lhes falta aquela maturidade necessária para fazerem a diferença em jogos de alta pressão. Por muito bem que André Martins tenha jogado, não deixo de ficar com a ideia que Labyad fez muita falta pela sua capacidade de remate e maior aptidão para jogar no corredor central ofensivo. O Sporting, que eu me recorde, não fez um único remate perigoso enquadrado com a baliza adversária. As lesões de Eric Dier e um pouco mais tarde de Miguel Lopes terão condicionado a equipa, mas são incidências de jogo e tem de se saber lidar com elas.

Por fim, temos a arbitragem de João Capela com flagrante disparidade de critérios e, na minha opinião - aqui arrisco exagerar - com três grande penalidades por marcar a favor do Sporting. Nos minutos iniciais por falta sobre Capel, aos 86' e 90 + 2' em lances que Viola foi claramente derrubado em falta, na grande área benfiquista. Ainda houve o outro lance de Ricky van Wolfswinkel, mas ficamos por aqui.

Muito embora o resultado não seja ao agrado do Sporting, não o afasta significativamente de um lugar europeu pelos outros resultados da jornada, em que tanto o Marítimo, Estoril e Rio Ave também sofreram derrotas. Esta luta vai-se arrastar até à última jornada.

 

P.S. Uma opinião que tenho já há algum tempo concerne Bruma. Por muito talentoso que seja, acho que a sua inclusão na equipa como titular é prematura. Hoje, como em outros jogos, faltou o melhor nos últimos 15-20 metros e, defensivamente, sentiu muitas dificuldades em dar cobertura ao seu corredor. É provável que seja uma decisão algo precipitada pela sua situação contratual, mas penso que o seu envolvimento na equipa deveria ser mais gradual.

 

 

publicado às 22:45

A equipa de futsal finalmente cai

Rui Gomes, em 23.03.13

 

Não sei se é um qualquer prenúncio, mas no dia das eleições a invencibilidade da equipa principal de futsal foi finalmente violada, com uma derrota caseira perante o Rio Ave, por 1-3, em jogo a contar para a 22.ª jornada do Campeonato Nacional.

 

publicado às 22:13

Derrota merecida

Rui Gomes, em 22.02.13

O Sporting foi bem derrotado na visita ao Estoril, menos por aquilo que o adversário fez, mais, muito mais pelo que o Sporting não fez ou fez errado. Os «leõeszinhos» hoje mostraram a sua juventude e os mais experientes cometeram erros decisivos, o caso de Ricky van Wolfswinkel em não concretizar a grande penalidade e, Rui Patrício, num dos jogos mais desastrosos em memória. Na primeira parte e apesar  da liderança no marcador com o bom golo de Ricky, pelo excelente passe de Bruma, a equipa leonina sentiu enormes dificuldades em controlar o meio campo e o fio de jogo. Muitos passes falhados, muitas bolas perdidas e pouca profundidade ofensiva. A situação melhorou no segundo tempo, especialmente pela entrada de Carrillo e Diego Rubio mas a grande penalidade falhada desnorteou a equipa. No terceiro golo do Estoril, apesar da bola ter sido bem colocada na marcação do livre, fica a ideia que Rui Patrício não estava concentrado e atrasou-se imenso em fazer-se à defesa.

A arbitragem cometeu erros mas não influenciou o resultado. Foi perdoado o segundo amarelo a Marcos Rojo e foi permitido ao Estoril fazer um jogo mais viril e faltoso. Um caso discutível, aquele em que Diego Rubio cabeceia e o árbitro auxiliar assinalou, incorrectamente, o fora de jogo. Fica a sensação de que o guarda-redes parou o esférico já dentro da baliza.

Mais três pontos perdidos e mais distantes ficaram os lugares que dão acesso às provas europeias. Jesualdo Ferreira terá que continuar o trabalho de recuperação da equipa, tarefa nada fácil.

 

publicado às 22:31

Mais um jogo, mais uma derrota

Rui Gomes, em 10.02.13

Este Sporting -  Marítimo resume-se à já notória falta de criatividade e agressividade ofensiva no último terço do terreno, também com algumas excelentes defesas do guarda-redes «madeirense». O Sporting desta época demonstra enormes dificuldades em marcar golos, factor que o impede de somar pontos em jogos que controla quase completamente. A defesa leonina esteve novamente bem, assim como Rui Patrício, que fez duas ou três defesas de qualidade em jogadas de contra-ataque. Não teve hipótese no golo que sofreu, maioritariamente pela boa execução do avançado do Marítimo.

Mesmo a jogar bem, mas por não conseguir penetrar as balizas adversárias, o Sporting continua a complicar as suas aspirações de assegurar um lugar de acesso às provas europeias na próxima época. Houve uma «chuva» de assobios no termo da partida e se foi dirigida à equipa leonina, é injusta, uma vez que não houve falta de empenho nem qualidade de jogo, salvo, como já foi mencionado, a incapacidade de penetrar melhor e de dar o «golpe» final. A arbitragem de Duarte Gomes não teve influência no resultado, apenas permitindo excesso de faltas ao Marítimo, sem cartões, na primeira parte e, na minha opinião, um livre indirecto na pequena área que ficou por marcar, por pé à cabeça de Diego Capel, naquela jogada que quase deu golo e onde o esférico acabou por sair, na recarga, pela linha de cabeceira. Este é o Sporting que temos no momento e só resta dar o maior apoio possível, para ainda salvar alguma coisa desta época que, uma vez concluída, é melhor esquecida.

 

publicado às 17:56

Resultado infeliz e injusto

Rui Gomes, em 02.02.13

 Esta equipa, entre tanta coisa, não tem sorte alguma. Mesmo sem deslumbrar, esteve melhor do que o Rio Ave quase o jogo todo e acabou por sair derrotada por consequência de dois ressaltos de bola infelizes que resultaram em golos fortuitos. A defesa esteve bem - o Rio Ave não teve mais do que duas ou três jogadas de perigo - Rui Patrício, salvo erro, fez somente duas defesas de maior dificuldade - mas faltou o mesmo de sempre: o jogador 10 para fazer a diferença do meio campo para a frente e a agressividade e profundidade ofensiva no último terço do terreno. Jéffren podia ter dado a vantagem de dois golos ao Sporting, mas não foi eficaz suficiente para bater o guarda-redes do Rio Ave. 

A primeira derrota de Jesualdo Ferreira desde que assumiu o lemo técnico da equipa e, considerando o que irá ocorrer dentro de breves dias, não veio numa boa altura, pese não existirem boas alturas para derrotas. A equipa está muito bem arrumada com Rinaudo a comandar as principais operações e com mais uma excelente prestação, mas falta aquele algo extra que faz a diferença entre as vitórias e as derrotas.

 

publicado às 19:55

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