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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Nós, os sportinguistas, o que queremos é que a nossa equipa seja competitiva, vencedora, que nos encha a todos de orgulho e o nosso Clube de glória. Vibramos sempre quando os jogadores entram em campo com o leão ao peito, num labirinto vivencial de memórias e de sentimentos. Para muitos, não é indiferente a camisola leonina que os atletas envergam, considerando que deve respeitar a simbologia centenária própria do Sporting.
Por vezes, a Nike não é feliz quando "mexe" com camisolas tradicionais e simbólicas dos clubes europeus. A camisola estreada no jogo com o Chaves é apresentada como sendo de homenagem a Francisco Stromp, numa "fusão" entre passado e futuro, entre a camisola bipartida e a que se seguiu às riscas em 1928. Admito que, apesar de tão disruptiva, isso faça sentido, mas sendo aceitável para camisola alternativa, a principal deve ser às riscas horizontais verdes e brancas, de preferência com 6 cms cada como ficou estabelecido nos Estatutos de 1929.
Penso que na camisola às riscas deve verificar-se um certo conservadorismo e guardarem-se as inovações para as alternativas. No entanto, devo dizer, gosto desta camisola, é bonita, conjugando bem as cores tradicionais do Sporting. Uma coisa é certa, se este for o "jersey" principal, na próxima época terei saudades das belas riscas verdes e brancas que com o leão rampante sempre associei aos atletas leoninos em competição.
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