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A carta aberta e o resto

Rui Gomes, em 09.02.21

Isto, ainda em referência à carta aberta de Filipe Soares Franco a Frederico Varandas, através de um excerto da crónica de Bruno Prata, em Record, esta segunda-feira.

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(...) Claro que Amorim ajudou a retirar o Sporting do atoleiro. Dos seus méritos, até na resolução das falhas de comunicabilidade, já aqui falámos várias vezes. E também não restam dúvidas de que a crise pandémica e a consequente ausência de público nas bancadas esvaziaram ainda mais os cofres do clube, mas também garantiram sossego no início da empreitada e naqueles momentos mais difíceis, como foi o prematuro afastamento europeu – mas hoje, quando a liderança na Liga reflecte uma vantagem pontual histórica e cada vez mais inacreditável, o apoio já seria incondicional e benfazejo.

Mas quem escolheu e lutou por Rúben Amorim foram Frederico Varandas e Hugo Viana. A opção esteve longe de ser consensual no reino do leão e junto dos analistas. Relevando a qualidade indubitável do trabalho de Amorim em Braga, eu próprio questionei se seria realista pagar 10 milhões de euros (mais os acrescentos pelos atrasos no embolso) por um treinador.

Mais a mais num Sporting que havia ficado com as finanças carcomidas depois de o ex-presidente ter desviado Jorge Jesus e triplicado os gastos anuais (aposta que continua a reflectir-se até hoje na gestão do vice-presidente financeiro, Francisco Salgado Zenha, como se confirmou não há muito tempo, aquando despedimento colectivo de dezenas de funcionários). A verdade é que nem isso impediu a renovação da Academia de Alcochete e se melhorassem as condições de trabalho da formação. E regressou a equipa B.

A Varandas e, principalmente, a Hugo Viana têm ainda de ser tributados os méritos da construção de um plantel que tem mais qualidade, soluções e até experiência do que muitos lhe atribuíram. É bom recordar que o FC Porto lutou imenso por Pedro Gonçalves e Nuno Santos. O primeiro vai à frente na lista de melhores marcadores e tem sido o melhor jogador da Liga. E o segundo também tem sido de enorme utilidade. E se, no passado, fizeram sentido as críticas pelas vindas de Bolasie, Fernando e Jesé, há também que dar mérito a quem agora descobriu o jovem Porro (o melhor lateral-direito da Liga), garantiu o empréstimo de João Mário ou havia percebido que pagar 750 mil euros por Matheus Nunes era uma enorme pechincha.

E... ficamos por aqui. 

publicado às 03:04

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