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A confusão continua

Rui Gomes, em 15.09.20

ribeiro_cristovao_300x300147539a0.jpgEstando muito em causa a saúde de todos nós, continuamos a assistir a situações que muitas vezes vão para além da nossa compreensão.

O início da nova temporada futebolística não tem trazido boas notícias, dando azo a uma enorme confusão que, aliás, tem alastrado a diversos sectores.

Para a confusão está a contribuir o conhecimento de casos que ultrapassam todas as previsões, que estão a dar origem a alguma desordem nas estruturas responsáveis, e a causar muita apreensão aos dirigentes, para além, claro, da ansiedade que está instalada nos adeptos, com todas as dúvidas que teimam em não desaparecer do seu horizonte.

O começo da segunda Liga não deixou motivos para bons augúrios: dois jogos adiados "sine die", conhecidas que foram as infecções em vários elementos dos seus clubes, soam já as trombetas que anunciam a não realização do jogo Sporting-Gil Vicente, incluído na jornada inaugural do calendário da Liga principal, com quinze positivos nos gilistas e sete nos leões, sabendo-se também que um dos guarda-redes do Benfica passou a estar incluído na lista dos afectados.

E uma mão cheia de casos pode indiciar que, infelizmente, poderemos não ficar por aqui.

Este desfile de problemas ajudou igualmente a lançar séria perturbação nas autoridades da saúde, e por isso têm sido ouvidas críticas vindas de vários quadrantes.

Daí o termos dito logo no início que a confusão está instalada no nosso futebol.

Pelo meio, repetem-se os apelos no sentido de permitir o regresso, ainda que de forma moderada, dos espectadores às bancadas dos estádios, mas aos quais a DGS e o Governo continuam a manter-se insensíveis.

E certamente que nada mudará nesta linha de orientação das entidades responsáveis, pois passou agora a haver vários outros problemas que são inquestionavelmente bem mais importantes.

Artigo de Ribeiro Cristovão, Rádio Renascença

publicado às 03:46

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1 comentário

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De Cris Dileo a 15.09.2020 às 10:02

Há uma coisa que não percebo.

Estamos com cerca de 18,000 casos activos em Portugal o que representa cerca de 0,18% da população - ou seja menos de 2 pessoas em cada mil.

Partindo do princípio que o 1° e 2° escalão do futebol têm cerca de 1000 jogadores, o número de jogadores infectados é bastante superior a 2 - se calhar chega a 200 o que é 100x mais que a media nacional. É uma diferença muito grande

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