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SCP B 2012-13.jpg

 

As equipas B podem, desde 2012-13, participar no Campeonato da 2.ª Liga. Logo nessa época, o Sporting inscreveu uma equipa, essencialmente, com origem na Academia de Alcochete, constituída por seniores de 1.º e 2.º ano e por juniores (último ano). Jogadores mais experientes (3º e 4º ano), também formados na Academia, proporcionaram uma maior capacidade competitiva. Havia jogadores contratados, no Verão de 2011 e em Janeiro de 2013, ou por empréstimo. No decurso da época alguns atletas transitaram para a equipa A.

 

O Director Manuel Fernandes e o treinador Oceano Cruz tiveram a responsabilidade de organizar, coordenar e executar o Projecto. José Dominguez substituiu Oceano quando este saiu para a equipa principal do Sporting. Também fizeram parte Hugo Porfírio (adjunto), Márcio Sampaio (preparador físico) e Vasco Évora (treinador de guarda-redes).

 

O plantel baseava-se nos seguintes jogadores:

 

Vítor Golas - guarda-redes (4º ano)

Luís Ribeiro - guarda-redes (2º ano)

Cédric Soares - lateral direito (3º ano)

Santiago Arias - lateral direito (contratado em 2011-12 ao Equidad, Colômbia - 2º ano)

Mauro Riquicho - lateral direito (Júnior)

Pedro Mendes - defesa central (4º ano)

Tiago Ilori - defesa central (1º ano)

Eric Dier - defesa central (Júnior)

Tobias Figueiredo - defesa central (Júnior)

Fabrice Fokobo - defesa central (Júnior)

Juary - defesa central (desde Janeiro de 2013 - 2º ano)

Michael Pinto - lateral esquerdo (1º ano)

Seejou King - lateral esquerdo (contratado ao Nordsjaelland em Janeiro 2013 - 2º ano)

André Martins - médio (4º ano)

André Almeida - médio (3º ano)

Júlio Alves - médio (empréstimo)

Zezinho - médio (2º ano)

João Mário - médio (2º ano)

Lucas Patinho (empréstimo do Fluminense e saiu em Janeiro 2013)

Filipe Chaby - médio (Júnior)

Luka Stojanovic - médio (Júnior)

Edelino Ié - médio (Júnior)

Francisco Geraldes - médio (Júnior)

Luiz Cortez - médio (Júnior)

Ricardo Esgaio - extremo/defesa (1º ano)

Nii Plange - avançado (4º ano)

Diego Rubio - avançado (contratado em 2011-12 ao Colo-Colo, Chile - 1º ano)

Betinho - avançado (1º ano)

Gael Etock - avançado (1º ano)

Alexandre Guedes - avançado (Júnior)

Daniel Podence - avançado (Júnior)

Cristian Ponde - avançado (Júnior)

Bruma - extremo (Júnior)

Iuri Medeiros - extremo (Júnior)

Carlos Mané - extremo (Júnior)

 

Marcelo Boeck, Hugo Ventura e Valentin Viola fizeram alguns jogos na B para se manterem em actividade competitiva. Ruan Yang e Sunil Chetri, contratados ao Hangzhou Greentown e ao Mohun Bagan AC, cuja vinda teve um carácter “político”, praticamente não tiveram participação assinalável.

 

Foi bastante proveitoso o resultado do trabalho pluridisciplinar realizado na Academia de Alcochete que permitiu que estes atletas conseguissem singrar no futebol profissional. Muitos ainda mantêm vínculo contratual com o Sporting e actuam no plantel principal ou noutros clubes por empréstimo. Houve jogadores que participaram em transferências mediáticas. Outros não conseguiram exprimir o seu potencial e desvincularam-se definitivamente. A equipa B ficou classificada em 4.º lugar no Campeonato da 2.ª Liga.

 

Não haverá projectos perfeitos, mas o percurso competitivo (colectivo e individual) na época de 2012-13 constitui um interessantíssimo caso de estudo e deve ser motivo de séria ponderação. Por exemplo, a resolução dos diferentes factores internos e externos que afectavam o “crescimento” dos atletas e a transição de júnior para sénior. Igualmente, o modelo que presidiu à concepção da equipa B e os princípios de complementaridade que determinaram a sua constituição.

 

 

P.S.: A equipa B do Sporting para 2016-17 é, igualmente, um caso de estudo. Mas, por razões bem diferentes da equipa de 2012-13. O número invulgar de contratações entre 2013 e 2016 para os juniores e para a equipa B (mais de 60!) suscita apreensão e perplexidade. Na época em curso, apenas metade dos atletas que têm actuado nos jogos do Campeonato da 2.ª Liga é que são provenientes da Academia de Alcochete. Trata-se de um outro paradigma.

 

publicado às 13:38

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37 comentários

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De Lucas a 02.09.2016 às 14:46

60 jogadores?? A sério??
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 15:14

Lucas, não são 60 (sessenta!) jogadores. Na realidade, excede esse número. Se quiser, ponho aqui os nomes e o Lucas pode contá-los para ficar sem dúvidas!
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De Lucas a 02.09.2016 às 17:55

Não é preciso. Não fazia ideia.
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De Profeta a 02.09.2016 às 14:56

A formação é só mais um dos pontos que merecem reflexão e o devido debate.

A começar pelas competências do Virgílio para aquelas funções, por exemplo.

A formação bem ou mal tem estado presente em grande peso na equipa sénior ao longo de todos estes anos.

Mas em Março se o Sporting estiver no 1º lugar, se calhar ninguém quererá saber...
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 15:18

Sem dúvida, Profeta. É a nossa galinha dos ovos de ouro!

Este post, para além de sublinhar o valor do trabalho realizado em 2012-13, pretende afirmar o seguinte: se Jorge Jesus não quer perder tempo com jogadores jovens, antes dele já se desenhava uma estratégia de marginalização da Academia de Alcochete.
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De J. a 02.09.2016 às 15:32

Mas porquê marginalização da formação?
Não temos Gelson e R.Semedo a jogar a titulares?
Compreendo que com o empréstimo de Mané, Iuri, Podende e Palhinha tenhamos ficado meio pessimistas.
Alem disso com Campbell e Markovic, não sei até quando a aposta em Gelson continuará ou se Mattheus terá oportunidades.
Confesso ter ficado desiludido, mas para já se formos campeões este ano, acho que ajudará e muito a compensar essa desilusao. São já 15 anos....
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De Jose a 02.09.2016 às 20:11

Caro Zargo,
Não escondo que tenho orgulho na nossa formação, temos duas bolas de ouro. Todavia há muito tempo que cheguei a conclusão que para ter uma equipa competitiva, para estar próximo dos títulos e ganha-los com alguma frequência é preciso muito mais que formação, na equipa principal, dificilmente teremos mais do que 4 titulares.

Repare, diz que a formação é a nossa galinha dos ovos de ouro, o que é que ganhamos com a formação? Rendimento financeiro, tivemos uma excelente venda do Nani, diga-se que foi um achado, ninguém estava a espera e agora o João Mário, muito pouco para quem diz que a formação é a nossa galinha, comparando com os outos dois rivais o retorno financeiro é praticamente zero. O SLB até nos jogadores da formação facturou mais do que o nosso clube.
Rendimento desportivo então tem sido sucessivas travessias do deserto...

Falamos muito na nossa formação porque não temos ganho nada.

Pretendo que o meu clube seja competitivo e que ganhes muitos títulos, se tivermos atletas da nossa formação a alegria e orgulho será ainda maior, mas não é condição necessária.

Cumprimentos
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 22:01

Jose

A Academia de Alcochete e a Formação de Jogadores fazem parte da matriz do Sporting e constitui um elemento distintivo relativamente aos outros clubes. A Formação não dá prejuízo financeiro, mas, para além de pagar-se a si própria, ainda proporciona elevados lucros.

Por outro lado, a Formação não é incompatível com uma equipa competitiva. Aliás, a Formação contribui para que o Sporting tenha uma equipa competitiva. Acontece que a Formação é exigente em termos do trabalho, que deve ser solidário e colectivo, exige planeamento e paciência e demora tempo a dar resultados.



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De Jose a 03.09.2016 às 17:39

Zargo,

A formação é um orgulho dos sportinguistas, mas não pode ser uma obsessão. O sporting não pode ser um clube promotor de jovens promissores e ter retorno desportivo zero.

Diga-me qual foi o retorno desportivo para o SCP desde o génio Futre?
Diz que a formação é uma galinha de ovos de ouro por norma, espera-se que seja algo que dê muito lucro e não apenas que não dê prejuzo.

A formação dava tanto lucro que o anterior presidente teve que retalhar os passes dos jogadores e vende-los

No passado dê tanto lucro que se somar as vendas da formação feitas por esta direcção provavelmente será superior a todas as vendas da formação feitas pelas anteriores direcções do chamado "roquetismo".

Dos jogadores que mecionou no seu post quantos teriam lugar no plantel actual?

Na minha opinião, a grande valorização que damos a nossa formação é proporcional ao insucesso que temos em termos de títulos, temos que agarrar nalguma coisa.

Concordo consigo num ponto, a formação não é incompatível com a competitividade da equipa, desde que os jogadores mereçam essas oportunidades pelo seu valor e não por serem da formação, o que significa que quanto maior for a comptetividade da nossa equipa menos jogadores teremos da formação.

saudações
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De Jose a 03.09.2016 às 18:34

Zargo,

A formação é um orgulho dos sportinguistas, mas não pode ser uma obsessão. O sporting não pode ser um clube promotor de jovens promissores e ter retorno desportivo zero.

Diga-me qual foi o retorno desportivo para o SCP desde o génio Futre?
Diz que a formação é uma galinha de ovos de ouro por norma, espera-se que seja algo que dê muito lucro e não apenas que não dê prejuzo.

A formação dava tanto lucro que o anterior presidente teve que retalhar os passes dos jogadores e vende-los

No passado dê tanto lucro que se somar as vendas da formação feitas por esta direcção provavelmente será superior a todas as vendas da formação feitas pelas anteriores direcções do chamado "roquetismo".

Dos jogadores que mecionou no seu post quantos teriam lugar no plantel actual?

Na minha opinião, a grande valorização que damos a nossa formação é proporcional ao insucesso que temos em termos de títulos, temos que agarrar nalguma coisa.

Concordo consigo num ponto, a formação não é incompatível com a competitividade da equipa, desde que os jogadores mereçam essas oportunidades pelo seu valor e não por serem da formação, o que significa que quanto maior for a comptetividade da nossa equipa menos jogadores teremos da formação.

saudações
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De Leão Zargo a 03.09.2016 às 21:26

Jose

A questão da Formação é bastante vasta no contexto do Sporting. É um elemento de identidade do Clube e que o diferencia de outros. Mas, cada um é que sabe como entende o Clube e o que deve ser.

No entanto, colocando a questão apenas na parte financeira, a Academia paga-se a si própria e ainda dá lucro. Aí vão as melhores transferências de sempre do Sporting:

João Mário - 40+5 milhões de euros
Slimani - 30+5 milhões de euros
Nani - 25,5 milhões de euros
Cristiano Ronaldo - 15 milhões de euros
Simão Sabrosa - 14 milhões de euros
Hugo Viana - 12,5 milhões de euros
Aldo Duscher - 12,5 milhões de euros
Bruma - 12 milhões de euros
João Moutinho - 11 milhões de euros

Por outro lado, o retorno desportivo não é zero. O que tem corrido mal no Sporting nos últimos trinta anos é imputável a outros níveis, desde a liderança institucional à liderança técnica.
É difícil imaginar o Clube sem recordar que vieram da Formação jogadores como Morato (pai e filho), Fernando Mendes (médio), Pedro Gomes, Alexandre Baptista, Vítor Damas, Bastos, Laranjeira, Caló, Barão, Inácio, Freire, Ademar, Virgílio, Carlos Xavier, Venâncio, Futre, Litos, Mário Jorge, Fernando Mendes (defesa), Lima, Marinho, Paulo Torres, Cadete, Peixe, Figo e Cristiano Ronaldo, entre outros. Aurélio Pereira, Carlos Pereira e Jorge Jesus jogaram nas camadas jovens.

Se consultar o programa eleitoral de Bruno de Carvalho de 2013 verificará que ele assumiu um conjunto de compromissos relativamente à Formação do Sporting.

Cumprimentos
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De Jose a 04.09.2016 às 12:01

Zargo,
Esqueceu-se de dizer o mais importante, qual foi o retorno desportivo dos talentos da formação?

Quanto as vendas, já coloca o Slimani como se fosse da formação, calma, deu muito lucro, creio que não oferece dúvida que foi o jogador que mais rendeu financeiramente ao Sporting, visto que não tivemos despesas de formação com este jogador.

Analisando os valores que enumerou, vê-se claramente que é muito pouco, nunca poderei chamar a galinha dos ovos de ouro e não se esqueça que estes valores deverá afectar apenas uma percentagem para a formação.

Ainda falando nos valores enumerados se olharmos para quanto efectivamente entrou nos cofres do clube então verifica-se que as receitas da formação são manifestamente pobres, basta pensar que o CR7 foi vendido por 15M e nos cofres do SCP entrou apenas cerca de metade. É isto que é a galinha dos ovos de ouro?
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De Jose a 04.09.2016 às 12:18

Zargo,

Pela forma que respondi, parece que sou contra a formação, nada disso, o que não concordo é com a forma demasiado obsessiva pela formação.

Se houve jogadores de qualidade provenientes da formação, força... se não houver adiante e parece-me que é fácil de perceber que quanto maior for a competitividade do clube, menos jogadores da formação entrarão no onze a não ser que tenhamos a sorte de escolher jogadores geniais para as camadas jovens, mas não me parece que seja o caso.

Se estivéssemos a lutar para o terceiro lugar como noutros tempos, aí sim, podíamos colocar 7 no onze como aconteceu no ano que ficamos em 7.º lugar, fomos obrigados a chamar jogadores da formação, não foi uma aposta.

Saudações
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De Leão Zargo a 04.09.2016 às 12:32

Jose
Não, não me esqueci do retorno desportivo da Formação. Basta soletrar alguns nomes de grandes jogadores. Se não houve maior sucesso desportivo a responsabilidade era de quem liderava institucional e tecnicamente.

Hoje, Jorge Jesus faz a seguinte afirmação na entrevista ao Record: “Esta equipa tem uma identidade muito própria de cultura do Sporting, pois a grande maioria são jogadores formados no clube. Isso transporta-se para os que chegam. Os que passam aqui 10, 11 ou 12 anos têm essa qualidade.”
Para ponderar…
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De jose a 04.09.2016 às 12:45

Zargo,
O retorno desportivo para si é o sucesso dos nossos jogadores nos outros clubes?

Repare, Portugal foi campeão europeu com 10 jogadores da formação, é claro que é um orgulho, mas não deixo de ter um sentimento ao mesmo tempo de tristeza, quantos daqueles jogadores foram campeões com o SCP? Quantos títulos ganharam? Quantos anos jogaram pelo nosso clube? Finalmente temos uma direcção que tem resistido a venda e quando vende ao menos há retorno financeiro de verdade. Espero e desejo que continuem com esta estratégia.

Lembro-me que podíamos ter tido provavelmente o melhor ataque da Europa com CR7, Jardel e Quaresma. O que é que a direcção fez, numa penada vendeu os dois alas por meia dúzia de tostões com agravante que para os cofres do clube, foi metade desses tostões.

Já lhe escrevi que é bom que haja jogadores da formação, gera uma mística, uma cultura identificada e supostamente gera um amor a camisola mais forte, o que refiro é que os jogadores da formação não podem se impostos por decreto ou por cotas, capice? Se houver um ano que não haja qualidade não entra nenhum e siga.

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De Leão Zargo a 04.09.2016 às 13:57

Jose

Quando se fala em sucesso desportivo deve-se separar a dimensão individual da colectiva. Cada jogador interfere bastante no seu sucesso individual desportivo, embora também se verifiquem outros intervenientes. No entanto, a sua capacidade de interferir no sucesso colectivo desportivo é pequeno ou, até, muito pequeno.
Como já referi anteriormente, ao nível do grupo as responsabilidades estão ao nível da liderança institucional e técnica.
Nunca me passaria pela cabeça imaginar quotas no plantel principal para os jogadores da Formação. Só os capazes é que jogam, obviamente.

Saudações

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De Jose a 04.09.2016 às 15:51

Zargo,

Fiz uma pergunta concreta acerca do retorno desportivo dado ao SCP pelos 10 campeões europeus provenientes da nossa formação e a sua resposta como já esperava é cheio de nada, pela simples razão, o retorno desportivo é manifestamente pequeno e só não é irrisório porque a actual direcção tem invertido o padrão das anteriores, tem prolongado os anos de contrato ao serviço do nosso clube. Lá foi o tempo em que as nossas jóias mal começavam a terem visibilidade, vendiam logo ao desbarato.



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De Leão Zargo a 04.09.2016 às 12:39

Jose
Um jogador só entra na equipa se lhe trouxer algo que o treinador considera essencial. Portanto, não é por ser da Formação que joga se não tiver qualidades para isso.
O problema reside na atitude defensiva da maioria dos treinadores ao recorrerem a jogadores mais experientes e mais "batidos". Isto é, o "essencial" passa a ser a segurança que em teoria um jogador mais experiente traz para o jogo. Assim, Nani ou Rui Patrício nunca seriam titulares porque a "segurança" estaria sempre noutro jogador da equipa.
Cumprimentos
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De Diogo Martins a 02.09.2016 às 15:52

"A formação bem ou mal tem estado presente em grande peso na equipa sénior ao longo de todos estes anos."

Isto é a verdade. Ao longo dos últimos 15 anos e inclusivamente este ano, somos sistematicamente a equipa com mais jogadores da formação dos 3 grandes (e até num plano europeu) no plantel principal e no onze titular.
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De Lucas a 02.09.2016 às 17:57

Acho que este ano mudou essa realidade, ou estamos perto de mudar.
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De J. a 02.09.2016 às 15:25

Este ano conto 10.:
Pedro Delgado
Ricardo Almeida
Fidel Escobar
Edu Pinheiro
Ricardo Guima
David Sualehe
Leonardo Ruíz
Budaq Näsirov
Bilel Aouacheria
Boubakar Kouyaté

No ano passado entre 4 e 5, em 2014/2015 entre 9 e 10.
Á volta de 25 jogadores nos ultimos 3 anos.
Seja como for, independentemente dos numeros, reconheco haver uma dificuldade de estratégia para a equipa B.
Porque até agora nenhuma dessas compras se traduzio numa mais valia evidente quer em termos desportivos ou financeiros e ao mesmo tempo há a necessidade de ter uma equipa competitiva para a Seg.Liga que não poderá ser só com seniores de primeiro e segundo ano, ou jogadores juniores.

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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 15:50

J.
Em 2012-13 houve uma equipa competitiva com base na Academia de Alcochete. Repare que tinha apenas os seguintes jogadores contratados: Santiago Arias (2011), Juary (Janeiro 2013), Seejou King (Janeiro 2013), Lucas Patinho (empréstimo do Fluminense e saiu em Janeiro 2013) e Diego Rubio (2011). Creio que não me falta nenhum.

Listei os seguintes jogadores contratados desde o Verão de 2013 para os juniores e equipa B:
2013
Diogo Sousa, Mama Baldé, Tiago Palancha, Paulo Lima, Ronaldo Tavares, Everton Tiziu, Tiago Djaló, Samba, Salim Cissé, Matías Pérez, Hugo Sousa, Janilson Fernandes, Lewis Enoh, Al Hassan Lamin, André Serra, Ousmane Dramé
2014
Ivanildo Fernandes, Aya Diouf, Paulo Borges, Zhang Lingfeng, David Tavares, Rúben Varela, Luís Elói, Gil Santos, Jovane Cabral, Bernardo Moura, Hadi Sacko, Ryan Gauld, André Geraldes, Rafa Benevides, Olávio Gomes, Diogo Barbosa, José Correia, Abou Touré, Abdoulaye Dialló, Ever Peralta, Bruno Pais, Bruno Wilson, Khadime Ndiaye, Naby Sarr, Ramy Rabia, Jorge Santos, Sérgio Santos, Muhamed Djamanca, Luis Caicedo, Jorge Silva
2015
João Coelho, João Pedro Ricciulli, Murilo de Souza, Gabriel Pajé, Zé Pedro Oliveira, Bruno Fernandes, Sérgio Félix, Sarbini Martunis, Francisco Sousa
2016
Tomás Rukas, Betinho, Jefferson Encada, Neymar Canhembe, Federico Ruiz, Radosav Petrović, Diogo Nunes, Eduardo Pinheiro, Ricardo Guimarães, Fidel Escobar, David Sualehe, Diogo Rodrigues, Pedro Marques, Leonardo Ruiz, Budag Nasyrov, Liam Jordan

Havendo a Academia de Alcochete, trata-se de um número excessivo e contraproducente.



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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 15:55

J.
Reparei agora que Naby Sarr faz parte da lista. Erro meu.
Tenho de aceitar que um ou outro jogador tenha sido contratado com a equipa em perspectiva. Mas, são muito poucos.
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De J. a 02.09.2016 às 16:02

Acho que está a incluir também muitos jogadores juniores de primeiro e segundo ano.
Nada contra.
Mas abrange pelo menos mais uma equipa a jogar numa outra competição: o campeonato nacional de juniores.
Não muda contudo o que disse acima: "Porque até agora nenhuma dessas compras se traduzio numa mais valia evidente quer em termos desportivos ou financeiros"
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 16:17

J.

Há jogadores que foram contratados para os juniores em 2013 ou 2014 que actualmente estão na B. O tempo passa e é difícil separá-los.
Estão nessa situação, por exemplo, Mama Baldé e Ivanildo Fernandes. Há outros que vieram directamente para a B, como Guima e Edu Pinheiro. E há, felizmente que ainda são bastantes, os que fizeram a Formação na Academia.
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De Profeta a 02.09.2016 às 16:12

Talvez uma futura auditoria nos possa dar uma luz sobre as razões de tanta movimentação na equipa B, quando temos uma reconhecida fábrica de talentos. Digo eu...
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 17:44

Profeta,
haverá uma auditoria, é quase certo!
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De Profeta a 02.09.2016 às 17:57

Uma auditoria antes das eleições a pedido de alguns sócios ilustres, e pago por estes? Será este o cenário?
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 18:02

Profeta,
isso é operação complexa e prolongada no tempo. Aliás, viu-se com as celebradas auditorias encomendadas por Bruno de Carvalho.
Suspeito que a auditoria à actual direcção decorrerá muito da forma como sair do poder: se for uma direcção de continuidade coloca tudo em banho-maria, mas se houver elevada conflitualidade eleitoral pode acontecer que seja outro o caminho.
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De FCS a 02.09.2016 às 16:43

Olhando assim de relance para a lista, identifiquei o Tiago Djalo que entrou salvo erro no ano passado como Juvenil, assim como o Al Hassan Lamin, que até já saiu para a Lazio também com idade de Juvenil.

O que se pretende dizer? Que não se deve recrutar para os Iniciados, Juvenis e Juniores?

O Nani ingressou no Sporting com idade de Juvenil.
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 17:15

FCS
Tem razão, o Tiago Djaló e AL Hassan foram contratados quando eram iniciados. Não devem estar nesta lista, pois pretende incluir apenas juniores e equipa B.
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De J. a 02.09.2016 às 17:16

Acho que está a incluir também muitos jogadores juniores de primeiro e segundo ano.
Nada contra.
Mas abrange pelo menos mais uma equipa a jogar numa outra competição: o campeonato nacional de juniores.
Não muda contudo o que disse acima: "Porque até agora nenhuma dessas compras se traduzio numa mais valia evidente quer em termos desportivos ou financeiros"
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 17:46

J.
É normal contratarem-se jogadores nos vários escalões da Formação. Aliás, isso sempre se fez. Mas, surpreende a quantidade e, como refere, a qualidade.
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De Tito a 02.09.2016 às 15:55

É pena não focar a parte em que os atletas não vão do 1º escalão base até à equipa B em 4 anos.
Onde será que começou realmente o problema das gerações que chegam hoje à equipa B? Se calhar é preciso recuar mais uns anos...
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 16:03

Tito
Não pretendo apresentar a equipa B de 2012-13 como um "caso perfeito", mas como um projecto que merece ser recordado e avaliado.

A fase de transição dos juniores para o profissionalismo será a mais complexa e reveladora das vulnerabilidade dos jogadores. A maioria fica pelo caminho, penas uma elite consegue singrar.
Mas, mesmo esta elite tem de ser apoiada e acompanhada. Recordemo-nos de Rui Patrício!

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De Paulo Levezinho a 02.09.2016 às 16:39

Parece-me que o trabalho em 2012/2016 já estava mal feito nos iniciados e juvenis. Porque são eles que chegam agora e não correspondem. E se as coisas não melhorarem, daqui a 4 anos estamos a falar do mesmo e nem Gelson nem Semedo aparecem. Mas o mal vem de trás, há mais tempo. É a minha opinião.
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De Leão Zargo a 02.09.2016 às 17:50

Paulo
O trabalho na área da Formação é prolongado no tempo, multidisciplinar e complexo. Se o percurso se romper em determinado momento terá consequências negativas.
Por outro lado, há sempre a questão da qualidade dos jogadores. A geração de 2012-13 era invulgarmente boa porque lhes permitiram que exprimissem a sua qualidade.

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