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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Muito bom jogo do Sporting no seu todo, e com o primeiro período a mostrar talvez o melhor futebol que a equipa praticou esta época, em termos de controlo e execução técnica, nomeadamente naquilo que tão infrequentemente se tem visto: eficácia de último passe, criatividade e penetração pelo corredor central ofensivo.
Que o marcador não tenha sido mais dilatado, deve-se às intervenções cruciais do guarda-redes "sadino" e à incompetência grosseira da arbitragem, que invalidou dois golos cem por cento limpos. No primeiro, não há carga indevida de Bas Dost e, no segundo, a partir do momento que o guarda-redes larga a bola sujeita-se a que haja disputa pelos avançados e foi precisamente isso que ocorreu, sem acções ilegais.
José Couceiro terá alterado algumas coisas na equipa setubalense ao intervalo e o Sporting também abrandou um pouco o ritmo do jogo, fazendo com que a segunda parte não tivesse sido jogada ao nível da primeira e também a forçar Rui Patrício à sua única grande intervenção da partida.
Quatro bons golos, com os que foram validados da autoria de William Carvalho, num belo cabeceamento a cruzamento de Gelson Martins e, o segundo, num potente remate de Bruno César para o ângulo superior, na execução de um livre directo.
Com este resultado, o Sporting aproxima-se do líder Benfica, ficando agora apenas a dois pontos.
Temos agora o Légia Varsóvia pela frente, num jogo que irá determinar a participação do Sporting na Liga Europa, e na próxima jornada da I Liga, o grande clássico na Luz, diante do eterno rival.
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