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A excelência da Academia Sporting

Rui Gomes, em 23.01.14
 

 

Dados ainda provenientes do estudo conduzido e publicado pelo "CIES, Observatório do Futebol", indicam que o Sporting Clube de Portugal é o quarto clube que fornece mais jogadores da sua formação às equipas de vários campeonatos europeus.

 

Verifica-se que nos 31 principais ligas europeias há neste momento 52 jogadores que passaram pelo menos três anos de formação (entre os 15 e os 21) ns escola do Sporting. O clube europeu que tem mais é o Ajax, com 69 futebolistas, seguindo-se o Partizan de Belgrado, com 66, e o Barcelona com 61.

 

Não deixa de surpreender, pasmar até, que depois de Estrela Vermelha, Sparta de Praga, Real Madrid, Feyenoord, Dínamo de Kiev, MTK, Shakhtar, Dínamo de Minsk, Osiejek e Slávia de Praga, encontra-se o FC Porto, com 37 jogadores. Para uma formação que poucos conhecem que existe, reflectindo-se no número de estrangeiros no plantel da equipa principal, este número é deveras surpreendente.

 

Mais expectável é o Benfica surgir na 28.ª posição, embora também com um número surpreendente de jogadores: 32. Em termos de clubes portugueses, segue o Marítimo em 176.º, o Guimarães em 192.º e o Belenenses e o SC Braga em 212.º, ambos com 12 jogadores de formação.

 

Com tudo isto, outro item vê Portugal numa das piores posições da Europa: o de percentagem de jogadores formados em Portugal a actuar na liga nacional: apenas 12 por cento, a quarta pior da Europa, superada negativamente somente pela Rússia (11 por cento), Turquia (9) e Itália (8).

 

publicado às 04:29

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4 comentários

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De L a 23.01.2014 às 20:50


O Aurélio Pereira perdeu a equipa que sempre supervisionou e é hoje uma figura meramente decorativa. Como o Manel, por exemplo, também acha por bem não levantar muitas ondas e fazem ambos muito bem porque estão ambos muito acima do carrossel em que se transformou o Sporting nos últimos anos.

E o mesmo em relação ao último post. O Elias foi emprestado ao Flamengo já na fase de desinvestimento do mandato anterior, para aliviar a folha salarial e ao mesmo tempo com expectativas de ainda ir a tempo de se valorizar na terra do Mundial, quiçá até voltar à selecção, onde entretanto houve uma mudança de liderança sempre difícil de antecipar. Mesmo assim ambos os objectivos alcançados.

Recordo-me de ouvir críticas no que respeita à decisão de investir através de fundos no mandato anterior e mesmo depois de devidamente explicadas as expectativas relacionadas com a curva de investimento e criticas em relação à decisão de desinvestir na 2ª época. Todas perfeitamente legitimas, muito embora um quadro de maior normalidade só por si se encarregaria sempre de assegurar o retorno do investimento realizado, na sua maior parte em internacionais das melhores selecções, mais nuns que noutros como é natural. Eu próprio também nunca achei razoável mudar tanto em tão pouco tempo, mesmo com tudo a mudar também à nossa volta. O que não foi legítimo foi passar a chamar coxos a vários internacionais, alguns que até transitaram para o plantel actual, meramente por questões eleitorais. Ao Elias então umas centenas de vezes. E isto é que foi sempre inaceitável e pelos vistos não tem fim. Quanto é que vale um coxo hoje no mercado?
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De Rui Gomes a 23.01.2014 às 22:45

Discursos demagógicos não obstante, o investimento - excessivo obviamente - foi feito em antecipação dos resultados desportivos que, por si, valorizariam os activos em que se investiu, além de outras considerações laterais. Na ausência dos resultados, a desvalorização sofreu um acréscimo significativo, agravada pela forma como diversos desses activos foram entretanto ainda mais desvalorizados pela política em curso.

Não presumo ajuizar Aurélio Pereira, mas considerando a fase adiantada da sua vida e carreira e uma situação pessoal que deve ser estável, leva a reflectir o que o motiva a continuar sua colaboração nas circunstâncias actuais.

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