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À falta de treinador venha um Rotariu!

Ricardo Leão, em 17.05.14
 

 

O "moço" até nem parece mau de bola. Mas esta, a confirmar-se, é a prova provada de que, no Sporting, muitas das aquisições continuam a ser feitas pela estrutura dirigente. Lembro-me, a este propósito, de um Welder, um assalariado que pode ser visto por Alvalade (alguém conhece?...)

 

publicado às 07:08

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10 comentários

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De António Gomes a 17.05.2014 às 07:48

E eu lembro Montero, Maurício, Slimani, Jefferson ...
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De Ricardo Leão a 17.05.2014 às 08:29

E eu que pensei que a maior parte desses jogadores tinham sido indicados pela equipe técnica... santa ingenuidade a minha!
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De isma a 17.05.2014 às 08:53

Pensaste mal...
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De António Gomes a 17.05.2014 às 08:57

Nenhum deles veio pela equipa técnica.... Dos poucos que vieram pela equipa técnica foram o Gérson Magrão, Victor e Heldon
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De AHF a 17.05.2014 às 13:34

Nunca é uma boa politica contratar jogadores sem o aval da equipa técnica, mesmo com um presidente em função que é perito na matéria :)
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De António Gomes a 17.05.2014 às 18:24

Mas tb não foi com a avaliação do presidente que eles foram contratados, mas sim pela dupla Inácio&Virgílio e provavelmente com alguma análise da equipa técnica anterior, pelo menos em relação ao Jeferson, Maurício e Montero.

Também existiram falhas: Welder, Cissé. Mas tb nada foi problemático porque todas as aquisições foram baratas, quer na compra, quer nos vencimentos.
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De HY a 18.05.2014 às 23:22

Descontando a evidente intenção de ir aos fagotes à direcção, o problema é merecedor de discussão.

Devemos por tudo nas mãos de um treinador (que pode ir-se embora ao final do ano porque lhe oferecem dez vezes mais noutro sítio)? E depois, fazemos o mesmo com o novo treinador? Corremos com os que o primeiro quis e compramos outros tantos para satisfazer o nóvel?

Caso a questão do treinador se complique e demore a resolver, não atacamos o mercado e esperamos pelas sobras?

Se quisermos discutir a questão seriamente, e sem intenções "políticas" evidentes, veremos que talvez não seja assim tão desastroso ter uma estrutura que possa tomar decisões numa óptica de longo prazo, independentemente do treinador... Pelo méis até chegarmos ao ponto em que o treinador se transforma no pivôs da estrutura (e dura...).

Por outro lado, será idiota ignorar completamente a opinião do treinador...mas não me parece que a cada treinador que chega (e no Sporting chegam muitos, infelizmente) se deva dar carta branca para construir/destruir planteis...

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