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O que seria do nosso Campeonato se, subitamente, S.Braga, V.Guimarães e Belenenses criassem condições económicas e estruturais favoráveis à disputa de títulos nacionais? Aceitariam os 3 Grandes a centralização dos Direitos Televisivos na Liga de Clubes, e por consequência, uma justa e proporcional distribuição de receitas a todos os emblemas do primeiro escalão? Concordaria o Adepto pagar um valor mínimo de €30 por bilhete por um Sporting vs Moreirense que valesse a pena – se a qualidade da equipa do distrito de Braga lhe conferisse, por exemplo, uma Odd de 40% em Alvalade?

 

A certeza de uma coisa impõe-se sobre a garantia de outra. Fique o Leitor descansado, pois de certeza que os exemplos acima descritos nunca irão suceder – tão garantido quanto o nosso Campeonato de Futebol continuar a ser nas próximas décadas, para além de um marasmo competitivo, um dos menos atractivos paleolíticos circenses do Mundo. Quando se criaram as Sociedades Anónimas Desportivas em Portugal (SAD, doravante), seria suposto acionar o motor que impulsionasse o Futebol nacional. Seria suposto, no mínimo, uma mudança de mentalidade estrutural. A montanha pariu – como demonstram os seguintes exemplos – um filme de comédia. Escolha entre os seguintes, o melhor exemplo.

 

Nem o Marquês do Pombal teria mão nisto…

 

Nos primeiros meses de existência, o V.Setúbal geriu a SAD através de uma Comissão de Gestão… sem Presidente. Filipe Vieira liderava um emblema ribatejano cuja SAD não tinha sequer eleito um Conselho de Administração. Vale e Azevedo prometia saneamento financeiro enquanto delapidava património e aumentava o Passivo (algo surreal!). N’Os Beleneses, foi necessária a intervenção de um “Dragão de Ouro” para evitar a dissolução de um Clube já de rastos, a troco da maioria da SAD. O Estoril-Praia deambulou a sua SAD entre os interesses de José Veiga, da Traffic… e um falido organizador-mor de uma competição de Ténis – nem a pobre bancada do Coimbra da Mota escapa a esta fatalidade.

 

Se aos nível de Clubes o cenário revelava-se alucinante, nas instituições políticas e federativas dançava-se o Fandango. Em 1999, Gilberto Madaíl e José Sócrates traziam para Portugal uma competição tão incomportável para com a nossa economia (mais de €400 Milhões de prejuízo), quanto útil para as pretensões promocionais dos próprios – o Euro 2004. Num golpe de teatro, colocou-se Carlos Cruz como testa-de-ferro de uma Comissão de Organização (não fosse a coisa correr mal para o Engenheiro com aspirações) e aldrabaram-se todos os estudos que apontavam como insustentável a realização do evento (algo que viria a ser confirmado pelo próprio apresentador, anos mais tarde). Tudo, com a conivência de Lennart Johansson.

 

Portugal: o melhor cliente do FMI

 

A realização do evento desportivo de 2004 e consequente construção dos estádios, custou tanto o desequilíbrio financeiro dos nossos principais Clubes, como do próprio País. Aparentemente, ninguém previa que o assinalável desenvolvimento económico decorrente de 1970 a 1990 (a grosso modo, com uma Taxa de Crescimento Real do PIB na ordem dos 7% ao ano), caísse para um pobre TCR médio de 0,56%, ao longo da década de 2000. Para além do desemprego, os portugueses perderiam poder de compra. No Sporting, o Passivo que rondaria os €30 Milhões pré-SAD, ultrapassaria os €160 Milhões consolidados*, por influência compreensível de todo o imobiliário construído.

 

O Sporting tinha criado mais Património, mas infelizmente viria a sofrer uma significativa quebra de receitas resultantes tanto pela construção do seu novo Estádio como por consequência dos tempos – menos 20 mil lugares sentados no Alvalade XXI e incapacidade dos adeptos em acompanhar uma obrigatória inflação de bilheteira, que nunca viria a ser implementada. Aquela que seria no futuro a maior fonte de receitas em território nacional – royalties sobre transmissões televisivas – representava ainda um mero delírio.

 

* em rastreio, o Passivo Consolidado do Grupo Sporting, em 2007, era de €200 Milhões. Em 2008, de €244 Milhões. Em 2011, sobe para €360 Milhões. Em 2017, ultrapassaria os €490 Milhões consolidados – só a SAD terá, actualmente, um Passivo de cerca de €430 Milhões.

 

Ser Visionário em terra de Cegos. 

 

No Sporting, o Passivo Corrente inibia o investimento no Futebol. Estávamos em 1999, período onde o regulamento da Comissão de Mercado Mobiliário constrangia uma instrumentalização de aquisição de dívida através uma aplicação bastante comum noutros mercados – os Reverse Convertible Notes, semelhantes ao que conhecemos como VMOC. Então, o plano B: numa manobra inédita em Portugal, o sistema bancário entraria num Clube  – o Sporting – através de um protocolo semelhante ao de Investidor (ao contrário do posicionamento de Credor já comum em todos os outros clubes).

 

O Banco Comercial Português compraria toda a dívida do Sporting, a ser paga em 10 anos, desenvolvendo uma bolsa orçamental tanto para investimento aplicado ao Futebol como ao financiamento imobiliário (cerca de €12 Milhões/ano, na altura). Existiam igualmente conversações com diversos investidores directos, caso da Coca-Cola (que viria a roer a corda), Centralcer e Telecel, protocolo que no conjunto, traria em retorno metade do investimento no novo estádio.

 

A privatização da Sporting SAD

 

Finalmente, o detalhe que provavelmente maior impacto teria provocado no futuro do Sporting. Contra qualquer expectativa gerada pelo low-profile do Presidente – uma visão desportiva conciliatória entre gestão sustentada, Treinadores de baixo-custo (Jozic, Inácio e mesmo Boloni que seria recomendado pelo próprio Roquette) e conciliação de Atletas da formação com pontuais contratações de renome –, são criadas as condições ideais para o Sporting abrir a sua participação a um grande investidor.

 

Pela acção de dois associados sportinguistas (cuja sua particular identidade não se revela fundamental por agora), proporcionou-se um jantar na Quinta da Marinha onde Roquette conheceu as diversas personalidade idóneas e capazes de 1) reestruturar a hierarquia desportiva do Futebol leonino, 2) internacionalizar da Marca Sporting, 3) relacionar a SAD com uma diversificação de negócios em Inglaterra e 4) promover a imagem do Clube num hemisfério mais afastado, afim de serem criados protocolos comerciais com instituições ligadas a sectores do Turismo e Aviação. Tudo isto obrigaria a um Franchising da SAD do Sporting – exactamente o que o Leitor poderá estar a pensar. Questiono: a quem incomodaria a presença no Capital Social do Sporting os nomes de pessoas e instituições como Peter Lim, Peter Kenyon, Singapore Airlines, Adidas, Lloyds Bank Commercial, Blackstone HF, por exemplo?

 

Às ambições dos "todo-poderosos" Luís Duque e Godinho Lopes.

 

Ps. As razões que nos levam a lamentar pelo que ficou pelo caminho, são as mesmas pelas quais, como sportinguistas, devemos valorizar a própria história do Clube. Se existe uma razão pela qual sempre se adiou Clube, essa razão sempre esteve dentro do próprio Clube. Nunca existirá Clube Grande, sem Grandes pessoas. Pela extensão do texto, que lamento não poder sintetizar afim deste perder alguma clarividência, será o mesmo concluído numa 3ª parte.

 

publicado às 03:20

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13 comentários

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De Robert Macnamara a 25.01.2018 às 11:43

Carrissimo, Drake.

Leio e re-leio as suas crónicas com um prazer inexorável como quem bebe um VSOP em pequenos goles para evitar a todo o custo, chegar ao fim do copo.
Embora adepto de outras cores, estou-lhe grato por partilhar connosco do alto da sua sapiência, a sua visão do fenómeno futebolístico em Portugal como mais ninguém se atreve a fazê-lo. Bem haja por isso.
Aguardo entusiasticamente pelo final do artigo bem como dos próximos.
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De Drake Wilson a 25.01.2018 às 16:03

Obrigado Robert.

"Alto da sapiência" inflaciona o que foi apenas e só algum conhecimento de causa, sobre um período em que me envolvi um pouco mais na vida do Sporting.

Hoje é um dia especial para nós sportinguistas, pelas razões que se sabe – brindo consigo com fair-play. Não obstante, o Futebol é tão incoerente que nos leva a celebrar a presença na final de uma competição... tida por muitos de nós como a mais viciada de todas.
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De Naçao Valente a 25.01.2018 às 18:18

Caro Drake Wilson,
Na sequência da primeira parte de uma análise retrospectiva do futebol português, chegou a prometida continuação com a mesma lúcida capacidade analítica. Espero pela terceira parte , na qual adivinho uma reflexão conclusiva.

O adepto comum não está aberto, porém, a este tipo de reflexão. Move-se antes no campo da emotividade, concentra-se nas pequenas peripécias que giram à volta do jogo jogado, exulta com as vitórias, mesmo pequenas, deprime-se com as derrotas. É bipolar, passa depressa do bestial para besta, para usar a expressão de um velho treinador. Conjuga melhor o "ganhamos" do que o "como ganhamos".

É deste caldo de cultura que se alimentam os poderes, pequenos ou grandes, que giram na órbitra do futebol. O seu principal mérito está em saber aproveitar-se da vulnerabilidade emocional da tribo do pontapé na bola, para tirarem vantagens pecuniárias ou outras. Pequenos deuses, consideram-se acima da própria lei. Para além das palavras ocas, não querem mudar nada de substancial, porque isso significa o seu próprio extermínio.
A situação que descreve, e que se tem vindo a agravar-se no submundo do futebol, tem tendência a piorar ainda mais. Com os Luís Duque do passado, e os Bruno Miguel do presente, o nosso clube nunca encontrará um caminho de consistência sustentável. Espero, no entanto, que a sua reflexão não caia em saco roto, e que se possa servir para gente de boa fé alimentar o sonho de um desporto mais saudável.
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De Drake Wilson a 25.01.2018 às 20:56

Boa noite Nação Valente.

Agradeço o seu contributo – concordo com tudo o que escreveu.

Mantenho ao longo dos anos particular opinião sobre esta Indústria, no que respeita à erradicação definitiva da influência dos Sócios e Adeptos nela própria.

Não existe corporação no mundo, de média ou grande dimensão, que dependa da opinião dos seus clientes. Estas geram internamente, através de profissionais conhecedores de mercado, as soluções, modas e as tendências necessárias à distribuição do seu produto ou serviço. Conhecem as necessidades de uma população hoje globalizada – e não de um micro-grupo de consumidores/adeptos –, criam os seus canais de distribuição e correm atrás do Futuro.

É preciso dissociar o Futebol-indústria do Futebol-paixão.

Futebol-paixão, é o exemplo do merceeiro que dignamente se levanta todos os dias às 05 da manhã para manter activo um negócio que depende da relação de confiança estabelecida com os seus clientes de sempre. Futebol-indústria, é a oportunidade de transformar uma pequena mercearia num Centro-comercial.

Futebol-paixão é ter, a meu ver, Clubes geridos como partidos Políticos. É ter uma nação Soviética e acreditar na sua grandeza.
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De Indiana Julio a 26.01.2018 às 10:39

Bom dia Nação Valente mas nunca entendi essa expressão do "adepto comum" , expressão muito utilizada por exemplo pelo Luis Freitas Lobo que do alto da sua sapiência julga-se o omnipotente sabio do futebol e que todos os outros são todos comuns ao lado dele .
Detesto essa forma de analisar os ...outros para se diferenciarem.

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De Naçao Valente a 26.01.2018 às 15:03

Obrigado Indiana Júlio, por comentar o meu comentário. As expressões representam ideias, e neste caso até admito que adepto comum é uma redundância. E uso-a para fazer alguma destrinça entre adeptos, que de facto existe. Eu quando falo de "adepto comum" refiro-me aquele adepto que só consegue ver o mundo com os óculos da sua cor. Isso é transversal a todos os clubes. O adepto comum, nos jogos, por exemplo, vê sempre o campo inclinado para o lado que lhe convém, analisa sempre as arbitragens de acordo os seus interesses, as faltas ao seu clube são sempre mal marcadas malevolamente. E podia continuar na mesma linha. E não o faz por qualquer perversão, está no seu subconsciente. O adepto, "não tão comum", sem mandar às urtigas, a sua paixão, tira os óculos coloridos e procura o máximo de isenção possível. É uma minoria, mas existe. Para lhe dar um exemplo digo-lhe que tendo lido os seus comentários aqui neste espaço, sobre o último jogo do Sporting, não concordo, em absoluto, com a análise que fez da arbitragem, mas não fico espantado porque essa é a visão de qualquer "adepto comum". E sem pretender demonstrar alguma superioridade, deixo-me dizer-lhe que me diverte, no sentido em que vejo esgrimir argumentos que, de um lado e de outro, procuram "distorcer" as coisas a seu favor.
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De Indiana Julio a 26.01.2018 às 16:59

Boa tarde caro amigo Nação Vaçlente

Entendo pelas suas palavras que eu particularmente vejo o jogo distorcido quando se trata do Sporting? Puro engano seu , nunca me viu a assistir a um jogo do Sporting , raramente exprimo de forma bem visivel os meus sentimentos e nunca entro em euforias ou depressões e nunca bato as palmas (aplaudir) a nada e a ninguem.
Agora sim sou convicto e corajoso de assumir as minhas convicções porque na minha visão a convicção é a essência da coragem.

Sou incapaz de ser conivente com a batota mesmo que dela saia beneficiado o meu clube.
Posso errar nas minhas análises e ja aconteceu outras vezes da mesma forma que sei reconhecer esses erros quando me são devidamente demonstrados, nem podia ser de outra forma .

Ainda em relação ao ultimo jogo do Sporting só critiquei mais veementemente a arbitragem porque na minha visão é penalti claro sobre o Bas Dost é essa a minha convicção, se isso iría ter incidencia no resultado final nunca o saberemos mas para mim é um lance evidente.

Por ultimo a minha ideia do que são adeptos comuns é diferente da sua , á sua explicação chamo de facciosismo, adeptos facciosos nao comuns.Um adepto pode nao ser faccioso mas nao ligar demasiado ao futebol e ser apelidado de comum.
Recordei o Luis Freitas Lobo porque a sua visão do adepto comum é bem clara , a forma de se diferenciar como erudito do futebol em relação aos demais normalmente aos tele espectadores em geral quando por exemplo critico veemente a sua visão do futebol que considero demasiado cientifica e exacta e o futebol é precisamente o contrário .

A minha visão do adepto comum é todo aquele que apoia e segue um leader ou emblema de forma autómata , soldados com a mente robotizada em molde sem grandes ideias proprias .

Por ultimo espero continuar a diverti-lo com os meus comentário, sempre no bom sentido , tenho isso como um elogio da mesma forma que aprecio os seus posts porque e digo-lhe sinceramente, escreve as suas ideias quase sempre no sentido de critica á gerencia actual do Sporting mas fá-lo de forma construtiva sem necessidade de ser agressivo e grosseiro.
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De Indiana Julio a 26.01.2018 às 17:53

Nação Valente peço desculpe mas á salganhada no meu anterior comentário , explico, a certa altura tudo se apagou e ao tentar recuperar só o consegui parcialmente e ao escrever para completar nao percebi que continuei na frase errada.

Em síntese eu separo em 4 grupos os adeptos , os adeptos facciosos conforme expliquei e que são os tais soldados robotizados sem ideias proprias , os adeptos especiais que são os dirigentes desportivos nos clubes e federações , os adeptos excepcionais os treinadores e jogadores e por ultimos os adeptos comuns , nós todos , eu o Nação Valente, o Drake, o Freitas Lobo (mesmo que este fique contrariado) o Rui Gomes, os jornalistas , os comentadores e todos os outros .Todos nós comuns temos a nossa visão e ideias do fenómeno mesmo que diferentes , com mais ou menor paixão mas todos nós é que somos os adeptos comuns.
Abraço
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De Naçao Valente a 26.01.2018 às 20:15

Caro Indiana Júlio,

Para mim o seu pensamento ficou claro. Concordo que todos somos adeptos comuns, embora haja sempre uns mais comuns que outros. Quero clarificar a questão que referi como divertimento. O que me diverte, no bom sentido, não são os seus comentários em especial. É a discussão que decorre dos comentários, onde cada qual procura mostrar que tem toda a razão. E como isso, a razão pura, não existe, acho divertido. O mesmo acontece entre os comentadores televisivos profissionais, apesar de aí haver o intuito objectivo de deturpar. E quando digo que distorce um pouco a realidade, sei que não é por má fé, mas pela paixão pelo clube.
SL
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De Paulo Salcedas a 25.01.2018 às 21:52

Gostei particularmente deste artigo e dou os meus parabéns a quem o escreveu, concordo com a análise e penso que há muita coisa no mundo do futebol que nós (adeptos comuns) não fazemos a menor ideia que acontecem, é mesmo assim, na opinião do adepto hoje são os maiores amanhã não prestam, mas isso não acontece só no futebol. Creio também que todo o processo descrito (privatização do clube) era inevitável, o futebol moderno assim o exige.
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De Carlinha MR a 25.01.2018 às 23:00

Excelente, um primor como sempre!
Obrigada por estas delícias de leitura em que se aprende sempre, pelo menos falo por mim que estou a milhas do seu conhecimento/capacidade, meu caro Drake!
Forte e grato abraço!
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De Indiana Julio a 26.01.2018 às 10:46

Drake bom dia , sempre gostei dos artigos (posts) que escreve aqui no camarote, dos que leio porque na verdade o meu problema é tempo para os ler , começo a ler e á sempre algo que me interrompe e acabo por nao os ler o motivo que raramente faço comentários a eles.
O tempo passa muito deperessa e no dia seguinte já é outro dia e outras novidades .
A gestão de tempo é um problema para mim , felizmente tenho uma vida muitíssimo preenchida e porque tenho essa necessidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo mas á sempre algo que nao consigo chegar.
Abraço
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De Bento de Jesus Carvalho a 26.01.2018 às 13:52

Aplaudo também eu esta análise que faz do percurso mais recente do Sporting e cujo conclusão aguardo com expectativa. Nem sempre é fácil encontrar quem tenha acompanhado as situações de perto e as saiba analisar com algum distanciamento e imparcialidade. Por este motivo dou-lhe os meus parabéns.

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