Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Não acontece muitas vezes um clube português recusar 85 milhões de euros. O Benfica já disse que não a quantias milionárias, mas em Alvalade a coisa não é tão costume, ainda que Diomande já tenha originado um não sonoro e bem chorudo no início da época. Ainda assim, não é muito difícil de perceber o porquê da recusa em vender Gyökeres.
Primeiro... Gyökeres e Rúben Amorim combinaram que a sua hora da saída seria no final da época. Segundo, o sueco é essencial na candidatura do Sporting ao título. Terceiro, o bom trabalho de Frederico Varandas e restante estrutura fazem com que hoje seja possível dizer não e escolher melhor o timing das saídas. A não ser que paguem a cláusula.
Quer isso dizer que não vender é um bom negócio? Não. É péssimo. Mas se a mola real dos clubes é o futebol e o sucesso desportivo, só mantendo os melhores se pode pensar em ganhar. É o caso.
Nuno Santos ficou em segundo lugar no Puskás. Mas tem um motivo para ficar satisfeito. Ganhou nos adeptos. Há algo mais importante?
A seriedade do ‘The Best’ fica patente na vitória de Messi. Por isso não foi lá ninguém. Ridículo!
Artigo da autoria de Bernardo Ribeiro, Director de Record
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.