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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
O mesmo Paulo Rodrigues que publicou a acima exposta declaração no dia 12 de Março, veio a público esta quarta-feira, novamente, mas desta vez com duras críticas ao pai de Bubacar Djaló que, aparentemente, o deixou à margem das negociações com o Sporting que levaram ao recém-anunciado contrato do jogador.
O que é agora possível compreender, é que a representação de Djaló por Paulo Rodrigues só começou no dia 2 de Fevereiro de 2015. Daí que antes dessa data tenham surgido nomes de outros agentes. Eis a essência da sua declaração:
Se fiquei surpreendido com a renovação ? (risos) Não fiquei nada surpreendido. Que sejam felizes. Dei-lhe a mão e fez isto. O que quero agora ? Apenas o dinheiro que lhe emprestei. Contactou-me e disse-me que o empresário dele na altura não lhe ligava à seis meses. Ele e o pai pediram-me ajuda, sobretudo para transportes, pois, segundo me disseram, o Sporting não lhe pagava o subsídio de transporte, de 75 euros, há cinco meses. Ele nem tinha dinheiro para ir treinar-se. O Sporting ia dispensá-lo. Agora só quero o dinheiro que lhe adiantei para o ajudar. No mês em que o representei dei-lhe três pares de chuteiras do melhor que há no mercado, mais 2500 euros para roupas, perfumes, carta de condução, entre outras coisas que me pediram para casa.
O pai dele teve reuniões com o Sporting e outros clubes, entre eles o Liverpool. Ele não negociou apenas com o Sporting. Bem como falava com outros empresários nas minhas costas. E eu sabia de tudo. Ele nem o filho avisava. Lamento o facto de ter avisado o sr. Virgílio Lopes do que estava a acontecer e até hoje nem um telefonema. Espero ser ressarcido para rescindir contrato e dar o assunto por encerrado. Desejo-lhe toda sorte, bem como ao seu pai e ao Sporting.
E... a "novela" continua. Esperar pelo próximo episódio. Com tudo isto e um contrato por cinco épocas, espero que seja mesmo um craque !
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