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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Quem terá dado a tática aos jogadores de FC Porto e Sporting? Pelo que se viu em campo, parece terem sido os administradores financeiros. Nenhuma equipa arriscou fosse o que fosse. Equilíbrio, equilíbrio e equilíbrio. Com todas as cabeças mais nos milhões da Liga dos Campeões do que na glória de vencer o campeonato, a emoção ficou para os duelos físicos, onde a bola se torna um mero pretexto. Que jogo feio! Pelo medo de perder, ninguém quis ganhar.
Nesta fase, o Sporting parece mais forte do que o FC Porto, mas não ousou, não arriscou, até estar a perder. Aí, mostrou que de facto é mais forte e chegou ao empate com todo o merecimento.
Neste jogo feio, não faltaram as idas dos guarda-redes à relva, só para quebrar o ritmo ao adversário e permitir acertos táticos, e os fumos lançados pela claque da casa em mais um atentado ao futebol. Assim, não conseguimos promover o nosso campeonato fora das nossas exíguas fronteiras físicas.
Vítor Hugo Vieira
Acompanhei com paixão e emoção o jogo no Dragão e, no fim, ao contrário do que é habitual ainda fiquei a ouvir a opinião dos comentadores. Não foi um jogo espetacular, apesar da intensidade competitiva, e não teremos muitos lances para guardar na memória coletiva.
No entanto, não penso que tenha sido um espetáculo tão deprimente como refere, foi um jogo muito ático, com marcações individuais muito apertada, principalmente da parte do Porto, mas com incerteza no resultado e entrega à luta por todos os jogadores.
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