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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Tomou-lhe o gosto desde que foi convidado para assumir a presidência da SAD, depois de anos ligado a outros negócios que já não lhe davam a "pica" do futebol. Não tem de se preocupar com o clube entregue a Artur Torres Pereira. Decide praticamente sozinho tudo e age como se tivesse sido eleito. Escolhe treinador, dispensa e contrata jogadores, negoceia permanências, dispensa médicos e escolhe novos, contrata o director-geral para a Academia...
Em suma, pulveriza todas e quaisquer propostas dos candidatos, tornadas completamente inúteis na prática, tudo em nome da estabilidade. Um número crescente de sócios, pouco habituados a usar os neurónios ou com estes já gastos depois de mais de 5 anos de "tirania" brunista, bate palmas.
Falo de José Sousa Cintra, cuja candidatura (ou será passeio?) à presidência do Sporting, ainda que não formalmente confirmada (será, aliás, negada até ao limite), é já uma realidade na prática.
O "passeio" de Cintra, até há escassas semanas atrás, recorde-se, grande apoiante de Azevedo de Carvalho, torna verdadeiramente inúteis as eleições de 8 de Setembro, transformadas que serão estas em mero acto confirmatório de 3 meses eufóricos de gestão do ex-homem forte das cervejas.
Quanto ao clube, a liderança bicéfala é para manter, com Artur Torres Pereira, de novo, à frente de uma direcção que será remodelada.
Afinal quem disse que os sócios do Sporting queriam eleições? Podemos todos ir de férias descansados.
A partir de 8 de Setembro "Cporting escreve-se com C".
E vamos andando...
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