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Carlos Mané renovou o contrato com o Sporting e consta

que a seguir será a vez de João Mário. Oxalá !

 

 

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Depois de um tempo em que se “venderam” os melhores talentos de uma geração formada na Academia (Ilori, Bruma e Dier) para equilibrar o orçamento e que, por outro lado, se tornou evidente o fracasso competitivo da generalidade dos jogadores contratados por serem “jovens, baratos e de elevado potencial”, saúda-se a nova orientação estratégica da Direcção.

 

O acordo alcançado em Março com Matheus Pereira revelou que terminara o tempo em que o clube apresentava aos jogadores uma minuta do contrato-tipo. Talvez esta afirmação seja exagerada, mas sabe-se o que acontece quando uma ideia se instala e se espalha. Daí afirmar-se que jogadores com maior estatuto estariam muito reticentes a renovar e mais predispostos a abalar para outras paragens.

 

Todos os sportinguistas reconhecem que é de grande complexidade gerir a relação contratual do clube com os seus atletas mais promissores ou que já alcançaram um determinado estatuto desportivo. Um descuido… e fica-se de mãos a abanar. Há muitos empresários atentos a boas perspectivas de negócio e bastantes clubes dispostos a servirem de barriga de aluguer. E jogadores com a cabeça cheia de promessas aliciantes e de carreiras de sonho.

 

Perante este quadro, não é à martelada e com ameaças de pôr jogadores recalcitrantes a aparar a relva que se defendem os direitos e os interesses inalienáveis do Sporting. É com inteligência e bom senso que permitam alcançar um acordo conveniente e justo para as duas partes, para além de um gabinete jurídico competente e de um saudável ambiente sportinguista.

 

publicado às 15:15

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29 comentários

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De J.Pinto a 31.07.2015 às 16:28

Concordo no geral com a ideia do post, mas cada caso é um caso

Mané já renovou 2X com BC (uma na altura dos chamados contratos minuta) e outros há que não sei que interesse tinham em renovar

Duvido por exemplo que Dier, Ilori e Bruma renovassem pelos valores apresentados a Mané - mesmo deste ultimo contrato

Mas concordo que se deva valorizar e acarinhar mais os jogadores da formação - tem que incutir neles um factor emocional que os puxe para o nosso lado na altura da renovação

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De Leão Zargo a 31.07.2015 às 16:40

J Pinto
Concordo com a sua opinião. No texto sublinho a complexidade da gestão das relações contratuais com os jovens jogadores, principalmente os que atingiram um patamar competitivo mais elevado. Todos conhecemos a acção dos empresários aliciando os atletas com propostas aparentemente fantásticas.

Cada renovação deve ser inserida no seu contexto temporal e cada jogador constitui uma realidade própria. Assim, Ilori, Bruma e Dier constituem, por si, um caso específico. No entanto, penso que a Direcção não procurou verdadeiramente um acordo contratual com os atletas, optando por receber o dinheiro por causa da situação financeira do clube.
Depois, para justificar a saída dos jogadores, lançou sobre eles a ignomínia apresentando-os como calculistas e interesseiros. Acredito que a verdade estará algures entre a versão da Direcção e dos jogadores.
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De Zé P. a 31.07.2015 às 16:48

Se sobre o Dier até se pode admitir isso, sobre os outros dois não aceito essa sua apreciação. E mesmo sobre o Dier, muito haveria por dizer. Não quanto a ele, mas em relação ao senhor seu pai. Adiante...

Bruma (bem, na verdade não foi ele, foram os seus dois capangas, Babuíno Gomes e Catió Baldé, mas adiante...) pediu exactamente o mesmo valor ao Sporting que aquele que o GalaSATAray já lhe havia oferecido. Ora, isto não é demonstar vontade de ficar, já que o Sporting nunca poderia pagar quase 2M € limpos a um jogador como Bruma (que havia feito apenas uma dúzia de jogos na equipa principal e, pese embora o potencial que lhe era reconhecido, não havia provado ainda nada que se visse.

E quanto a Ilori, bem, quanto a Ilori, aquele entrevista ao jornal O Jogo nunca me irá sair da cabeça. "Ficaria dois anos sem jogar se fosse preciso", ou algo deste género. Por tudo quanto é mais sagrado, só um demente pode dizer isto, e só um inocente, perante isto, pode julgar que a vontade de Ilori era, afinal, permanecer. E mais, que o anti-Cristo do coreano é que fez tudo por se ver livre deles...

Vamos lá ter um pouquinho de memória...

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