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A recuperação de activos

Rui Gomes, em 26.06.18

 

SPORT-PREVIEW-Sporting-Lisbon.jpg

 

Bast Dos e Rafael Leão, aparentemente, são dois jogadores que recusam liminarmente a hipótese de regressarem a Alvalade, mesmo após a destituição do Conselho Directivo.

 

Enquanto que com o avançado holandês ainda há margem para compreensão, face ao que lhe aconteceu no ataque à Academia de Alcochete, a situação do jovem da formação não passa de puro aproveitamento mercenário. Dá para imaginar que está a ser conduzido por terceiros com grande interesse em futuras comissões.

 

Três activos que a Comissão de Gestão estará a tentar resgatar são William Carvalho, Gelson Martins e Bruno Fernandes. Enquanto que também podem ser acusados do que eu apelido de aproveitamento mercenário - por falta de melhores palavras - não se pode perder de vista que além de importantes mais-valias desportivas, os três representam para cima de cem milhões de euros de investimento, ou melhor, de possível retorno, caso venham a ser transferidos pelas vias normais.

 

Também é de crer que os próprios têm interesse em negociar com o Sporting, mesmo que o regresso não seja concretizado, de modo a evitar a incerteza de eventuais decisões de tribunal sobre a alegada justa causa para rescisão.

 

Embora a informação seja escassa neste momento, consta que Paulo Futre está a colaborar com a Comissão de Gestão neste processo de recuperação de activos. Confesso que não faço a mínima ideia do que pode vir a ser a sua contribuição neste contexto.

 

Em dúvida, a participação de Augusto Inácio, uma vez que a sua continuidade no Sporting também é incerta. Forte aliado do ex-presidente desde o primeiro dia, poderá não merecer a confiança da provisória liderança do Clube.

 

P.S.: Temos ainda os casos de Rui Patrício e Daniel Podence. O primeiro aparenta ser irreversível, a única dúvida recaindo sobre o Wolverhampton e a sua disponibilidade para pagar os valores originalmente acordados entre as partes. Já Daniel Podence, achei uma decisão descabida, obviamente aconselhada pelo empresário Jorge Mendes. Mais um caso que pode ser apelidado de aproveitamento mercenário. Neste momento não dá para perceber se a sua recuperação é possível ou até desejada.

 

publicado às 12:35

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60 comentários

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De Paulo Salcedas a 26.06.2018 às 12:41

Era muito bom que houvesse jogadores a voltar atrás e que o Sporting minimizasse ao máximo os prejuízos.
Toda a ajuda é benvinda neste momento ao Sporting e se o Futre pode ajudar só temos é que agradecer.
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De Hugo T a 26.06.2018 às 12:50

Acredito no Bas Dost, há muito que não via um jogador a jogar com tanta alegria no SCP.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:06

Até ao evento de Alcochete, subscrevo na íntegra, pós-evento a história é outra. Acredito que ele tenha sido dos mais afectados. Vamos esperar...
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De Manuel Santos a 26.06.2018 às 14:09

Sim Alcochete é marcante neste processo.
Qualquer um dos que lá estava o podia fazer, alem da gravidade da ameaça ser mais forte com um processo paralelo que vinca a hipótese com a perigosidade extrema dos agressores que se encontram detidos, a ignorancia das ameaças na Madeira para o dia exacto e o responsável das modalidades presente não tomando medidas (se é que queria tomar).

Não esquecer que depois disso, nenhum jogador colocou os pés na academia o que denota temor e perturbação traumática.

O sindicato que lhes redigiu os processos e os advogados da Gestfute não estiveram a dormir.
Se a selecção obtiver uma boa classificação no mundial, estes jogadores nunca mais se lembram do Spoting.
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De Manuel Santos a 26.06.2018 às 14:13

Perdão ! não quis ofender faltou-me um "r"
Corrijo para Sporting.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 14:43

Nada é assim tão simples e o Mundial tem prós e contras.
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De Rampante a 26.06.2018 às 12:51

Na minha opinião nenhum jogador vai "voltar atrás" com o intuito de voltar a jogar no SCP... aliás, fora dos foruns de discussão, isso nem se discute pelo facto de ser absurdo... já imaginaram como seria a entrada em campo de um jogador deste "lote"? Ou como seria "massacrado" após um jogo menos conseguido?

Agora, o que se discute e estará em cima da mesa é um entendimento entre as partes, onde o jogador (ou alguém por ele) compensa o SCP pelos direitos desportivos e as partes comprometem-se a desistir de todo e qualquer processo.Com esta situação evita-se o arrastar dos processos pelos próximos anos e o SCP poderia obter alguma liquidez imediata.

Já agora e numa nota aparte adianto que neste momento não se pode falar em desistir das rescisões... elas já estão efectivadas e todos os prazos já passaram.. Mesmo na hipotética hipótese de um jogador destes querer agora integrar o SCP, teria de ser feito um novo contrato e nunca um "rasgar" da rescisão.

Rampante
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:00

Caro Rampante,

Nós compreendemos o processo técnico e nem sequer é isso que está em questão.

Quanto à recepção aos jogadores, nomeadamente os três da imagem do post, não duvido minimamente que acabariam por ser bem recebidos pelos adeptos. Estes querem é resultados e dificilmente a curto prazo o Sporting poderá contratar outros do seu nível.

O futebol hoje em dia, mais do que nunca, é uma indústria que envolve uma cadeia de negociações em várias áreas. Uma delas tem a ver com os activos e o aspecto emocional não deve impedir, neste caso o Sporting, de defender os seus superiores interesses.

Por indejável que se pode considerar a acção deles, também não devemos esquecer que independente da eventual justa causa em tribunal, houve real causa para o seu descontentamento, não só pelo infame evento de Alcochete, mas tanto ou mais pela conduta diária do ex-presidente, antes e depois.
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De Nuno Ferreira a 26.06.2018 às 13:08

O que diz o Rampante é pertinente e dando também a minha opinião, só vejo uma forma de eles voltarem atrás e mesmo assim, tenho seríssimas dúvidas que aconteça com algum, pelo menos destes que têm muito mercado. É terem a palavra de quem gere o SCP, que mediante oferta X, saem. Só que a oferta X se calhar não vai de encontro aos mais de 100 milhões que diz no post. É que na situação que julgo estar o SCP neste momento, vale mais ganhar 50 do que não ganhar nada.
Mas sinceramente, a minha opinião é que ninguém volta atrás, porque isso era a meu ver, o mesmo que dizer que não tinham razão para rescindir. Porque a justa causa, não se centra apenas no ex presidente, até porque isso por si só, não lhes bastava.
Saudações
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:29

O Nuno dá uma no cravo outra na ferradura.

A realidade nua e crua é que tudo é possível através de negociações e creio que o Sporting vai agir nesse sentido para defender os seus interesses.

O recuar com uma rescisão não infere seja o que for quanto à sua validade. Isso é conversa de café.
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De Nuno a 26.06.2018 às 14:02

Não concordo com o último parágrafo. Na justiça depende muitas vezes do juíz que se apanha mas tenho sérias dúvidas num provimento favorável a uma rescisão sustentada no simples facto de 1 presidente ser "isto ou aquilo"
Tudo assentará, na minha opinião, num sucessivo acontecimento de eventos, que culminaram num outro mais grave, praticado por terceiros. Ora, também a meu ver, o facto de por si só, haver um juiz que aplica prisão preventiva aos criminosos, é já mais que suficiente para um bom motivo para a justa causa. Repito que estou apenas a dar a minha opinião e nada mais que isso. Os cafés que frequento quase não sabem nada do SCP. Só falam do Milan que está para acabar
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 14:46

Bem... essa do café é apenas uma expressão.

Concordo que o todo da situação assenta-se num leque de acontecimentos, com o ataque na Academia como ponto central.

Neste momento podemos adiantar as conjecturas que desejarmos, mas a realidade é que, atendendo às circunstâncias, as decisões de tribunal são imprevisíveis. E até porque além da primeira instância, há recursos.
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De Rampante a 26.06.2018 às 17:40

Amigo Rui,

eu sou daqueles que apoia sempre a equipa, mas já imaginou um Gelson retomar à equipa e depois o SCP não avançar na liga Europa porque ele fez um mau jogo (algo que pode acontecer a qualquer jogador)... imagine só o que era ele falhar por exemplo um penalti...
Bom, eu não sei se gostaria de estar em Alvalade nesse dia...

Por mais razão que os jogadores tenham, eles mexeram com a paixão de muitas pessoas e há quem não distinga a paixão com a razão... e os jogadores sabem bem disso... aliás, estes até sofreram na pele... dai eu acreditar que todos eles pensem nisto e que até queiram continuar no SCP, mas não sei se terão "estômago" para aguentar... a saída mais fácil, será eles permitirem o SCP ter um bom encaixe financeiro e seguirem com as suas carreiras e depois, quiça, com tudo mais calmo, retomarem a casa.

No entanto e para mim, se os 9 quiserem ficar, levarão sempre com a minhas palmas...
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 17:56

Caro Rampante,

É de admitir todos os cenários, mas a minha experiência leva-me a não estar muito preocupado com a reacção dos adeptos, mesmo que inicialmente não seja muito favorável.

Há um ponto importante que tem sido ignorado por muitos: por desagradável que as rescisões sejam, foram um dos principais factores a exaltar os ânimos para a destituição do lunático ex-presidente. Sem estas, não sei se se teria conseguido o objectivo. Foi um abrir de olhos chocante, para muitos.
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De Rampante a 26.06.2018 às 18:08

Por acaso tenho referido esse facto a muitas pessoas... não fossem os jogadores (o Patrício em primeiro lugar, claro) e o lunático ainda por lá andava... Eu agradeço-lhes por isso...

No entanto há aqui um factor psicológico que não consigo desligar, é que quem está com os jogadores são a tal maioria silenciosa, ao passo que quem causa danos (emocionais e físicos) são a tal minoria ruidosa e esses estão ainda na mão do lunático.

Mas bom, tudo isto é especulação... venham eles e depois tudo se resolverá...
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De Francisco Esquina a 26.06.2018 às 15:35

Também não acredito que haja “retornados”. Obviamente, é só uma opinião, não tendo nenhum dado que, verdadeiramente, o suporte.

Quanto a acordos, também tenho algumas dúvidas, mas aqui parece-me que haverá jogadores que ficarão mais descansados em tentar um acordo, desde que não os impeçam de irem para onde querem, para não viverem com a incerteza do resultado. Diria que os que são da formação poderão estar mais “descansados”, parece-me, devido ao mais baixo valor que poderá estar em causa (se bem percebo).

Enfim, apenas teorias. A ver o que dizem mais em concreto sobre este assunto a “nova” SAD.

PS: que silêncio! Já há umas quantas horas que não há brunices! Acho que estou doente...deve ser a adrenalina ainda a correr!
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De José Sousa a 26.06.2018 às 12:52

Não considero que nenhum tenha condições efectivas de regressar e jogar com a camisola centenâria. Não ponho lá os pés em Alvalade com nenhum deles.
Acredito que possam negociar com SCP, sob pena da incerteza de pagarem ou não uma indeminização futura.

Também não os apelido de "mercenários" porque os mercenários são em regra altamente bem pagos e apresentam resultados a quem lhes paga...coisa que nenhum deles fez.

No futuro o SCP deve repensar a formação. Ou desinveste na formação, ou continua a sua aposta e começa a transferir os meninos aos 21/22 anos, antes que começem a fazer birrinhas.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:04

A discussão da formação é um assunto separado, até pelo retrocesso que sofreu durante estes últimos cinco anos.

Essa de não ir a Alvalade com eles na equipa é uma simples emoção que, creio, não será parilhada por muitos.

Já a sua definição de "mercenário" é muito subjectiva, até porque pelo facto de alguém o ser, seja em que ramo for, nunca há garantias absolutas de missão realizada.
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De Carlos N.T. a 26.06.2018 às 13:07

Eu não apelidariam ninguém de mercenário!!.. Especialmente estes dois. R. Patrício e William.
São dois que sempre foram acossados por as hostes brunianas. Ora tinham sido vendidos, ora eram obrigados a submeter-se...
Adrien Silva que o diga!.

O futebol como na vida, cada um tem as suas causas, conflitos e interesses.
Os clubes os seus e os jogadores também.
Conflito individual versus o colectivo.
Não consigo ver que um tenha mais direito que o outro.

O entendimento é a base da democracia.
A compreensão a base humana.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:21

Tudo bem Carlos, mas não obstante a interpretação do termo "mercenário" (podia ter usado qualquer outro) devemos reconhecer que o todo deste cenário não é líquido.

É óbvio que a conduta do ex-presidente, antes e após Alcochete, tem muito a ver com a situação, mas esta é quase inédita e há muitos "vazios" que carecem de esclarecimento.
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De Luis a 26.06.2018 às 13:08

O momento em que recuassem na decisão inicial e voltassem ao SCP era o momento em que o BdC lhes metia processo crime em cima. Pois toda aquela retórica utilizada nas cartas de rescisão deixava de fazer sentido e passava a ser explicada apenas e só com a "crença" de que o BdC tinha sido o mandante do ataque a Alcochete. Ora, isso está por provar (e espero que nunca se prove) e como tal os atletas seriam chamados a indeminizar a pessoa em questão.

Por isso, ninguém no seu perfeito juízo aconselharia os atletas a voltar atrás com as rescisões.

Isto sem falar que estando livres encaixarão milhões em novos contratos... e sabem que dificilmente não lhes será dada razão no processo de rescisão. Infelizmente para o SCP o legado do BdC vai deixar marcas longas e profundas e será muito negativo para o presente mas igualmente para o futuro da SAD e Clube.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:13

Não comprrendo a lógica do seu argumento, muito menos ainda a relação ao ex-presidente.

Que eu saiba, eles não fizeram uma acusação formal e directa ao lunático, limitaram-se a manifestar os seus sentimentos.

Por outro lado, pode ser argumentado que se os processos de rescisão forem anulados, o seu conteúdo também passa a ser nulo.

A eventual decisão de tribunal quanto aos processos é imprevisível, por muito que o caro e outros queiram especular.
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De mike1906 a 26.06.2018 às 13:12

Esqueram-se de referir o Battaglia.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:15

Talvez por ser menos importante... Não foi uma omissão deliberada e até duvido que o Sporting faça um enorme esforço para o recuperar.
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De Pinheiro a 26.06.2018 às 13:15

Mercenários?
São agredidos pelos adeptos do próprio clube, são insultados e ameaçados, e considera que eles foram mercenários por rescindirem?
Um presidente que virou os adeptos e claques contra jogadores e são mercenários por rescindirem?
Sejamos realistas.
É fácil falar, ou digitar na net...
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:18

Meu caro,

Andei muitos anos no futebol, lidei com muitos jogadores ao longo desse período, e nunca os menosprezo, tanto como seres humanos como atletas.

Recorri ao termo "mercenário" por falta de melhores palavras. Eu tentei compreender as suas razões, mas a realidade é que os eventos abrangeram o plantel todo e apenas nove reagiram via rescisão.
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De Indiana Julio a 26.06.2018 às 13:21

O unico cenário que vejo com mais facilidade de resolução é o regresso (voltar atras nas rescisões) porque se formos pela via das indminizações com que valores? Quem define os valores ? Ao assinarem por outro clube este vai querer pagar o menos possível ou mesmo zero.

São jogadores que têm valores altos no mercado e ninguem vai querer pagar nem a sua metade nestas circunstâncias porque se trata de muitos milhoes .
Rubem ribeiro é a execpção quaisquer 500 mil ou mesmo 1milhao resolvem o problema.

Estou curioso no desfecho do Rafael Leão , recebi anteriormente a informaçâo que a sua rescisão foi "acordada e cozinhada" com Bruno de Carvalho e o pai do jogador para o seu ingresso no Manchester City por 25M muito abaixo da sua clausula mas dessa forma permitir encaixe imediato de dinheiro no clube e
BdC aparecia depois como heroi dando a ideia de ter conseguido fazer uma extraordinaria gestão do caso.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 13:25

Se a solução for por via de negociações, os valores serão aquilo que for possível acordar entre partes. Se o Sporting está numa posição de desvantagem, os clubes potencialmente interessados em contratar os activos também não quererão sujeitarem-se à imprevisibilidade das decisões de tritobunal.

Também não está fora de questão um ou outro jogador regressar para jogar no Sporting, com o seu contrato "retocado" de algum modo.
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De Indiana Julio a 26.06.2018 às 13:53

O regresso é um processo rapido e pacifico e um assunto morre aí , pelas negociações de qualquer reembolso vejo muito complicado , quem vai pagar ? O Agente do jogador?O jogador? Mas têm esse dinheiro ou serão aceites esmolas pelo Sporting ?

Pagará o futuro clube? Mas ja têm clube? E esse clube que avançou como o jogqador pela oportunidade vai aceitar dar milhoes? Meia duzia de milhões? Porque estes jogadores valem varias dezenas de milhoes e poucos clubes dos que se meterem nisto têm disponibilidade de darem mais de 20Milhoes a nao ser que sejam os tubarões e esses nao se metem.

Quero com isto dizer que Gelson ; BFernandes, William e Rafael Leão se é para acordos para valores a rondar os 20M é claro que é melhor então que se avance para os tribunais e estes que decidam.
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De Indiana Julio a 26.06.2018 às 13:57

Excluo o Rui Patricio por 2 motivos porque de facto merece ir á sua vida pelo que deu ao Sporting e imagino nao ser dificil chegar-se a um acordo com o clube Ingles e este aceitar colaborar em dar de novo vida á proposta inicial.
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De Mike Portugal a 26.06.2018 às 14:11

Acho quase impossivel algum dos 9 regressar. Seria como estarem a dizer que afinal as agressões que foram alvo não foram a principal razão para a rescisão. E essa é a razão principal que alegaram na tal rescisão copy-paste.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 14:49

Argumento sem nexo. Significa que as pessoas não podem mudar de ideias/posições, e o facto de o fazerem, hipoteticamente, não implica seja o que for relativamente à existência de justa causa ou não, para as rescisões.
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De Mike Portugal a 26.06.2018 às 13:49

Façam acordos com os jogadores e clubes, desde que o clube em questão não seja Português.
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De Mike Portugal a 26.06.2018 às 14:13

Já agora, o valor mínimo que eu aceitaria para negociar a venda de cada um, seria:

- Patricio: €18M
- Podence: €15M
- Gelson: €30M
- B.Fernandes: €30M
- William: €25M
- R.Leão: €15M
- Battaglia: €10M
- R.Ribeiro: €500K
- Dost: €25M
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De Indiana Julio a 26.06.2018 às 14:24

Mike o Rafael nao pode sair por menos de 20/25M , é um miudo de futuro garantido com capacidade de explosão por menos disso será esmola. Preferivel avançar para os tribunais mais ainda este que tem menos possibilidades de lhe ser dada razão , estava lesionado á meses e nao foi alvo de qualquer pressão , ainda mais que no ataque ele refere que nada lhe fizeram que passavam por ele e davam-lhe sinais com com o polegar para cima.

Tribunais ou 25M tem que haver tambem uma posiçao firme do Sporting .

Nota: Este caso de rescisão é muito especial tem história no meio.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 14:50

Todos esses milhões do MIke e do Julius são muito "bonitos" para adornar a árvore de Natal:)
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De Indiana Julio a 26.06.2018 às 15:15

Caro Rui estamos de fora , e só nos resta comentar conforme o que sai na CS mas temos as nossas opiniões ,irá existir com certeza uma base, uma barreira no que se considera o negócio possivel perante as circunstancias , o que valerá a pena aceitar, do que afinal é melhor ir e arriscar com os tribunais.

E estaremos todos nós nessa espectativa.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 15:25

Tenho experiência suficiente nesta matéria para saber, sem margem para dúvidas, que o melhor caminho é as negociações, nomeadamente para o Sporting, mas também para o jogador.

Naqueles casos em que é impossível chegar a um acordo, teremos então de esperar as decisões do tribunal.
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De Bhodi a 26.06.2018 às 17:39

Concordo. A esta situação aplica-se o ditado popular que mais vale um pássaro na mão que dois a voar, e negociar é garantir o "pássaro na mão".

Independentemente do processo que conduza a um acordo. Seja ele os jogadores voltarem assinar para imediatamente ser vendidos, seja ela os clubes por quem possam assinar proponham uma solução como a do Wolverhampton.

Imaginemos que o SCP vai a tribunal e até ganha. No entretanto, não tem jogadores, não tem o dinheiro e vai ter que gastar muito em advogados, até porque isto não se ganha com uma Judas qualquer. O clube não tem condição financeira para se dar ao luxo de aguardar pelos milhões.

Pior se o clube decide levar tudo até às últimas consequências nos tribunais e perde. Além de não ver o dinheiro e da despesa, vai ter que pagar aos jogadores o remanescente dos contratos. Que podia ser um risco a correr por um clube milionário, se o jogador jogar num adversário direto e se até calhar compensa poder entrar-lhe na cabeça durante 2 anos.

Não creio que nenhum jogador quererá voltar à academia, ou mesmo ao clube. Porque mesmo que a sua segurança seja garantida, a comissão de gestão tem um mandato de 2 meses, e quem lhes garante que os Brunistas não ganham as eleições? Portanto a eles também interessa um acordo e antes das eleições. Abdicam do remanescente dos ordenados, colaboram de alguma forma no processo do SCP receber algo e ganham paz de espírito, que não tem preço.
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De Sel a 26.06.2018 às 14:39

Exceptuando o Patrício e o R. Ribeiro, não vai ser possível atingir os valores indicados para os outros jogadores. Uma negociação deve ser racional, não emotiva.
Quando 2 partes se sentam para uma negociação não há valores mínimos ou máximos, poderá haver um valor de partida de uma das partes que é confrontado com o valor de partida da outra parte. Normalmente as 2 partes cedem, muitas vezes uma cede mais que a outra. Muitas vezes, pelo menos uma das partes cede mais do que estaria inicialmente disposta a fazê-lo.
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De Rui Gomes a 26.06.2018 às 14:52

Sim, tem razão, O Sporting vai tentar salvaguardar o mais possível, e o clube comprador vai "expremder" a rescisão até aos limites. Haverá um acordo a meio caminho, creio.
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De Jorge a 26.06.2018 às 15:01

Meu caro,

Chegados aqui, com a situação actual, acha mesmo que temos assim tanto poder negocial?

Podence e R. Leão 15 milhões? Nem em condições normais quanto mais agora.

Pensar em "falar grosso" para jogadores, clubes e empresários, na posição que em que BdC nos deixou (é só para não se esquecerem) é simplesmente ingénuo.
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De LeaoCovilha a 26.06.2018 às 14:23

Na minha opinião isso de não ser português é uma treta. Somos provavelmente dos poucos países com um campeonato a sério onde isso não se faz. Desde que paguem tanto podem ir para o Porto, Benfica, Braga ou Estrela da Alpendorada.

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