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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Se La Palisse fosse vivo diria que o objectivo primordial do futebol é meter bolas no espaço que se chama baliza. Jogar vistoso enche o olho, mas pode ser inócuo se não resultar em golo. Criar oportunidades é importante, mas é inútil se não forem concretizadas. Grosso modo, nisto se resume o jogo SCP/Braga.
Numa análise mais fina podemos falar de diversos factores que impediram que a bola entrasse. Sem escalpelizar, quero referir dois desses factores: algum rigor tranquilidade no momento da decisão final e o que se chama falta de sorte, que quer queiramos quer não, faz parte do futebol, como da vida.
Outra questão que quero abordar é a tendência que nós temos de arranjar sempre bodes expiatórios. Ontem calhou a vez a Ricardo Esgaio. Não vou discutir as suas competências, enquanto futebolista, mas sim bater na tecla que uso muitas vezes. O futebol é um jogo colectivo, e durante um jogo é difícil não errar. Na jogada do golo, em concreto, Esgaio não foi o único a errar. Quando vi Gonçalo Inácio cabecear uma bola, sem convicção, para os pés de um adversário, com os defesas desposicionados, fiquei preocupado e com razão, foi daí que nasceu o golo. E se fôssemos ao início da jogada iríamos encontrar outros erros.
Texto da autoria de Nação Valente
*** Pode rever o lance do golo aqui.
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