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A Traffic e o Sporting - Parte I

Drake Wilson, em 20.12.16

 

20135456_A3mGr.jpg

Para que o leitor compreenda a existência de empresas de gestão e marketing desportivo como a Traffic, é necessário que aceite uma verdade inconveniente: a gestão desportiva do Futebol em Portugal em termos de Clubes, como parte integrante da indústria da qual está inserida, é altamente incompetente e amadora na sua maioria.

 

Ser incompetente nesta indústria, ao contrário da nossa análise mais primária, não se trata de ganhar ou perder títulos – embora para os adeptos, esta seja o ponto da equação mais importante. A incompetência desta Indústria revela-se, quando se assiste à queda dos padrões competitivos de qualquer emblema desportivo, após um período mais fértil de conquistas e sucessos alcançados. Uma incompetência que não surge necessariamente em gestões posteriores ao período de maior reconhecimento, mas na própria embrionagem do culto de vencer que se desenvolveu enquanto se ganhavam títulos e tudo “corria bem”.

 

Empresas como a Traffic existem porque a ganância existe. E tal como imortalizado numa reconhecida obra cinematográfica de 1987 pelo soberbo Oliver Stone, “a ganância é boa”…

 

Vamos exemplificar como tudo isto começa

 

O Clube A e o Clube B são duas instituições centenárias exactamente com o mesmo ADN, com várias histórias de sucesso reconhecidas no plano da formação de atletas, altamente sujeitos à pressão de conquistar títulos. Ambos atravessam um período financeiramente conturbado (Dívidas), com diversas dificuldades de tesouraria, no que concerne ao investir em novos atletas, fruto tanto do baixo índice económico da população do país, como da inoperância dos seus gestores em desenvolver novas medidas de encaixe de capital extraordinário – não conseguem criar financiamento do Clube sem vender os melhores atletas nem evitar consequentemente a perca qualidade no plantel. Procurando contornar tais dificuldades, decidem-se por uma oferta pública de financiamento exclusiva aos seus Adeptos – vendem parte do seu Capital Social através de acções, afim de capitalizarem a sua capacidade de investimento. O Clube A oferece em retorno ao Investidor (Adeptos), com a maturidade de 1 ano, todo o dinheiro aplicado mais 5% em interesses (juros). O Clube B, por sua vez, oferece 7% de interesses + 3% de TI (inflação temporal do dinheiro) + o dinheiro investido, mas num prazo de 20 anos.

 

Como funciona o Clube A

 

A informação do prospecto de investimento disponível a todos os investidores (Adeptos) é clara: no Clube A, o financiamento servirá essencialmente para criar condições imediatas de elevação competitiva:

 

#1 - É criado mais um endividamento através da conversão de parte da sua dívida aos Credores imediatos (Banca) a troco de parte do Capital Social, com prazo de maturidade alargado, afim de resolver a asfixia de tesouraria corrente.

 

#2 - Abandona-se o conservadorismo financeiro e adquirem-se nomes sonantes para Técnico Principal e Plantel tanto no mercado nacional como internacional, configurando assim um cenário de elevada expectativa a toda a planície investidora (Adeptos).

 

#3 - Aumenta-se o tecto salarial de todas as modalidades, mesmo naquelas que não têm capacidade de autonomia, prevendo que a aquisição de profissionais reconhecidos para as mesmas possam dotar o Clube de uma capacidade competitiva imediata, com resultados imediatos, mesmo que estes não conheçam a cultura e realidade do emblema.

 

#4 - São criadas parcerias com diversas entidades em países sub-desenvolvidos, afim de promover  intercâmbios intelectuais e/ou futuros negócios.

 

Como funciona o Clube B

 

Com uma informação de prospecto menos atractiva no que respeita ao imediatismo e ao curto prazo, são apresentadas políticas mais sustentadas:

 

#1 - Amortização directa de Dívida (que asfixia a curto prazo a tesouraria) sem perca de Capital Social, afim de criar uma zona de conforto imediata entre o Clube e o principal Credor (Banca), assim promovendo a negociação de pagamento de restante dívida com alargamento a curto/médio prazo.

 

#2 - Criação de infra-estruturas state-of-the-art para um desenvolvimento mais eficaz de novos atletas da formação, assegurando para melhor acompanhamento dos mesmos, a contratação dos melhores profissionais médicos, técnicos e pedagógicos do sector.

 

#3 - Convite a diversos profissionais competentes e conhecedores do mercado económico-financeiro, afim de o Clube gerar a médio prazo retornos autónomos e independentes, promovendo através da diversificação de investimentos, futuros meios de financiamento que não imponham venda de activos (Jogadores) fundamentais, com meros propósitos de aliviar a pressão dos Diversos Credores (Impostos/Banca/Agentes).

 

#4 - Incremento de qualidade no Plantel através da promoção realista de retorno do atleta formado no Clube, assim como numa aquisição focada no atleta nacional de qualidade, com destaque corrente em clubes portugueses. (*)

 

A primeira conclusão

 

Deixo um desafio ao leitor. Se chegou até aqui, volte a ler o 1º, 2º e 3º parágrafo, e com toda a sua maior honestidade intelectual, identifique qual o Clube com maior propensão a ter de recorrer, mais cedo ou mais tarde, a uma empresa como a Traffic – uma entidade que opera essencialmente onde não existem projectos profissionalizados e competentes.

 

Certezas, talvez na parte 2 deste texto.

 

(*) Em 2013 Rafa era nosso por 300 mil euros, numa das mais incompetentes negociações do nosso anterior “especialista” em Relações Internacionais assim como do actual Presidente.

 

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publicado às 16:31

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46 comentários

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De Francisco Pereira a 20.12.2016 às 16:54

Caro Drake Wilson

Mau seria se um clube se endividasse como o Clube B mas funcionasse como Clube A. Endividamento futuro para resultados imediatos.

Cumprimentos
Francisco Pereira
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 20:35

Boa noite Francisco Pereira.

Um risco possível, quando a governação de uma entidade obedece a perfis políticos mais do que empresariais.
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De Zé Bastos a 20.12.2016 às 16:59

Acho que esta análise vinda de alguém com conhecimentos na matéria como já o demonstrou o Drake Wilson, vem rebater a teoria da consolidação financeira e vem sublinhar aquilo que verdadeiramente tem acontecido nestes últimos anos nos dois clubes, no SCP se não se ganhar a curto prazo começarão a aparecer as verdades, o que não quer dizer que no SLB esteja tudo bem aliás a mesma politica foi seguida muito tempo, mas já se nota uma inversão de politica financeira e desportiva.

Este acordo com a Traffic vem mais uma vez demonstrar que afinal as contas não serão assim tão maravilhosas, assim como o caso do novo investidor, etc etc.
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:34

Boa noite Zé Bastos.

Gostaria de referir, ocorrendo um juízo errado por parte de minhas intenções, que este exercício entre Clube A e B, em nada pretende uma comparação Sporting/SLB.
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De José Sousa a 20.12.2016 às 19:38

Boa noite caro Drake Wilson,

Permita que lhe coloque algumas duvidas.

Os contornos da parceria foram divulgados?
O jogador Bruno vem para o SCP colocado pela Traffic. Quem detem o passe e o jogador será um activo do clube?
O jogador Jesus foi transferido. O clube ganha com isso, ou será somente um interposto?
Ganhamos com a possibilidade de descobrirmos algum potencial talento, sem que para isso tenhas que fazer muito, porque o jogador Marco Silva nos caiu no colo?

Os nomes sao colocados propositadamente, a vida sem algum humor nao faz sentido.

Gabo-lhe a pachorra para explicar estas coisas.
Cumprimentos
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 19:51

Boa noite José Sousa

Não creio que os moldes da parceria venham a ser divulgados, sendo que geralmente obedecem a protocolos confidenciais entre as duas entidades envolvidas.

Talvez o jogador "César" tenha sido como um Gin Tónico servido antes da refeição. O futuro dirá o resto.

Vamos tentar compreender os moldes na 2ª parte deste texto
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De Anónimo a 20.12.2016 às 17:38

Comentário apagado.
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:15

Boa noite HY.

Drake Wilson tem todas as similaridades com o meu nome próprio. Para que conste, Eckhard G.H. Wilson, nome de génese germânica, por parte de família.
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De Anónimo a 20.12.2016 às 17:52

Comentário apagado.
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:26

Se a pergunta é implícita ao caso do jogador Rafa, claramente que por uma oferta superior em mais €15/20 mil que a feita na ocasião, apostaria num atleta já referenciado pelo nosso Clube.

No que concerne a seguir o rumo do Clube A ou B, a minha opção seria claramente aquela pela qual a maioria dos adeptos, por emotividade, nunca apostaria.
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De Semper Fi a 20.12.2016 às 17:57

O que tem a ver a Traffic com a gestão do Clube A ou B?
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:27

Vamos perceber no segundo texto.
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De Anónimo a 20.12.2016 às 18:09

Em 2013, Rafa tinha acordo com o Braga para a transferência. A quebra desse acordo obrigava o pagamento de uma "multa" que nem o jogador nem o Sporting queria assumir, assim como a falta de palavra do jogador.

Não quero fazer de defensor de ninguém, mas a nota de rodapé não fica bem.

Ir buscar histórias de jogadores que podiam não ser o que são/foram, é no mínimo desnecessário.
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:21

Meu amigo, o acordo com o Braga era sustentado pelas condições de pagamento do mesmo. Condições superiores, em faseamento de pagamentos, oferecidas pelo Sp. de Braga.

Aqui ou em qualquer lugar, o que por mim for dito, é dito por alguém que sabe o que diz. Reservo o meu silêncio ao desconhecimento, o que não será o caso da nota de rodapé.
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De Semper Fi a 21.12.2016 às 11:35

Caro Drake, não vou discutir quem sabe o quê mas eu se calhar sei mais do lado "pessoal" do assunto e o Drake do lado "negocial".

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De Drake Wilson a 21.12.2016 às 11:39

Vou valorizar o seu conhecimento, Semper Fi. Algo que nos elucida um pouco mais acerca desse assunto.
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De Rui Gomes a 20.12.2016 às 19:33

Anónimo,

Se voltar a comentar sem se identificar (nome/pseudónimo) será editado.
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De Semper Fi a 21.12.2016 às 11:32

Peço desculpa caro Rui, mais atenção da minha parte para a próxima.
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De Guilherme Rosado a 20.12.2016 às 18:45

A verdade é que o sucesso financeiro de um clube como o Sporting está intimamente ligado ao sucesso desportivo. Drake Wilson constatava e bem em um seu anterior post que a situação financeira da Sporting SAD não é tão boa como o último relatório de contas quer fazer crer. Os custos com pessoal aumentaram demasiado face às receitas disponíveis. Isto significa que para o clube ser sustentável terá de obter receitas extraordinárias que estão intimamente ligadas ao sucesso desportivo. Ficamos dependentes da bola que em vez de entrar vai ao poste ou do penalti que o árbitro não viu e ainda do factor humano já que atletas não são máquinas. Será que esta parceria com a Traffic vai contribuir para o sucesso desportivo do Sporting? Este tipo de empresa lá se preocupa com isso. Querem é sugar quanto mais dinheiro melhor!!! Depois da Doyen pensava que o Sporting tinha ficado vacinado mas afinal parece que não.
SL
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 18:58

Boa noite Guilherme.

Levanta importantes questões que merecem ser debatidas.

Convém salientar (porque não) que existem igualmente receitas extraordinárias que para além do sucesso desportivo, podem estar intrinsecamente ligadas à exposição mediática/comunicação do Clube.
Embora tal nos direcione a um tema que não este.
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De Lusitanista a 20.12.2016 às 19:10

Drake Wilson, que lufada de ar fresco. Excelente post.

Parabéns.
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 19:59

Boa noite Lusitanista.

Obrigado pela sua opinião.

Aguardemos que os demais leitores apreciem, desejando que os 2 textos possibilitem a meditação e debate.
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De Lusitanista a 20.12.2016 às 23:47

Se me permite, faltou explorar um pouco, em relação ao Clube A, as más decisões que hipotecam (ou dificultam) a possibilidade de sucesso imeditato (por exemplo, a venda de Montero em Janeiro). Penso que a má gestão também influência (muito) a sucesso desportivo (quer no imediato, quer o projetado).

Aguardo ansiosamente as restantes partes.

Um bem haja.
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De HY a 20.12.2016 às 19:47

Caro Drake Wilson, uma pergunta indiscreta: isso é pseudónimo de Pedro Madeira Rodrigues?
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 19:49

Boa noite HY.

Drake Wilson tem todas as similaridades com o meu nome próprio. Para que conste, Eckhard G.H. Wilson, nome de génese germânica, por parte de família.
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De Rui Gomes a 20.12.2016 às 19:54

HY,

Ultimamente tem andado por aqui a navegar armado em chico-esperto. Ou decide a participar num qualquer debate construtivamente ou vai-me obrigar a dizer-lhe aquilo que não vai gostar de ouvir/ler.

Mas quem é que o caro pensa que é ?... Quem o designou juiz da terra ?

Lamento que o meu colega lhe tenha dado a satisfação de uma resposta.

Deixe-se de palermices !!!

P.S. Eu voltei a publicar o seu comentário e o do meu colega, porque ambos foram arrastados pelo sistema de moderação do blogue.
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De HY a 20.12.2016 às 23:29

O Rui é que anda muito susceptível. O seu colega não se incomodou e não havia porque incomodar-se. Fui uma curiosidade derivada de alguns aspectos dos posts do DW e do que li sobre o perfil do candidato pressentido, nada mais.
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De Rui Gomes a 20.12.2016 às 23:39

Já lhe respondi. O Drake e o Pedro Madeira Rodrigues não são a mesma pessoa.

Não duvido que quando chegar à altura própria ficará a conhecer os candidatos à presidência do Sporting. Que eu saiba, neste momento, ainda não há nenhum, após o recuo do Paiva Santos pelas ameaças de que a família foi alvo.

Nunca pensei ver o meu Sporting atravessar este clima que se verifica. Problemas, têm havido muitos ao longo dos anos, sem dúvida, mas nunca do género a que estamos a assistir. Triste, muito triste...
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De Lusitanista a 20.12.2016 às 23:59

Muuuuiiiiitto infelizmente, é exatamente isto que se falou e prevemos que iria acontecer....

Agora Azevedo de Carvalho até manda o condenado criminalmente Mustafa "apertar" com os jogadores e treinador, porque ele (Azevedo) , mais uma vez, é um cobarde e é de tal forma submisso a uma fraude de treinador que preferiu amarrar-se irremediavelmente ao mesmo na esperança que este lhe permita prolongar o tacho que arranjou.....

Intimidações, pagar a jovens para irem para os fóruns e blogs escrever bem dele, total desrespeito pelas instituições e respetivos dirigentes e presidentes (sejam clubes ou federativos), mentiras atrás de mentiras (afinal os fundos já são bons....ou são só os russos e os da Traffic ?), promessas falhadas, promoção pessoal e não do clube, 100 contratações (maioria falhada...), etc.

Sporting Clube de Portugal...... José Alfredo Holtreman Roquette tinha o desejo de transformar o Sporting num grande clube, tão grande como os maiores da Europa.

Correr com Azevedo de Carvalho para ONTEM!

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De jpinto a 20.12.2016 às 21:51

Eu não gosto de empresas como a Traffic ou como a Doyen até pode estar a ser injusto mas não vejo grandes diferenças entre as duas

O Sporting ou outro qualquer clube só tem a ganhar com estas parcerias se daqui resultar uma facuração extra, mesmo pagando a intermediação - por exemplo se a Traffic conseguir trasnferir o Elias (ou outros jogadores de renome e idade avançada) para a China por 8M - até pode ficar com 2M que nunca o Sporting o conseguiria vender por valores parecidos para outros mercados.

O pior dessas parcerias é que pode obrigar tal como acontece no Benfica - o Sporting a adquirir certos jogadores que eles querem promover e acho que não deveriamos estar sujeitos a isso.

PS em relação ao Rafa - fiquei com a sensação que na altura não havia mesmo dinheiro para mais, mas se se recorda tinhamos acabado de ganhar a taça de Honra ao Benfica com os putos da B e todos nos diziamos que tinhamos materia prima bastante superior ao Rafa - lembro-me perfeitamente do Chaby ter feito jogos mt bons por exemplo
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De Drake Wilson a 20.12.2016 às 22:59

Boa noite Jpinto.

São perfeitamente fundamentadas as suas preocupações. Teremos de observar com o tempo e estar atentos.

Na questão Rafa, de facto poucos milhares de euros convenceriam o seu clube na época – o Sporting oferecia €260 mil, o Sp. Braga pouco mais ou igual. Embora como diz, nunca se saberia...

Pior, é mesmo saber que Rafa foi dispensado do Sporting num treino de captação.
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De HY a 20.12.2016 às 23:33

Infelizmente, DW, isso acontece em todos os clubes. Quantos jogadores mal avaliados por um clube (ou talvez não revelando numa altura todo o potencial que possuem) explodem depois noutros locais...o futebol não é uma ciência certa...e esse é, aliás, um elemento que me parece deveria ter mais presente nos seus, sem dúvida, muito interessantes posts.
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De Drake Wilson a 21.12.2016 às 00:32

Talvez por esse motivo, as minhas temáticas de eleição sejam focadas em factores para além do mero pontapé na bola. Porque desse futebol, percebem os atletas.

Do futuro dos atletas, salvo raras exceções, percebem os seus Agentes. Que passe a redundância, raramente sabem dar um pontapé na bola.
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De jpinto a 21.12.2016 às 00:52

Curiosamente vem hoje noticiado na CS que o M.U. se prepara para fazer uma oferta de 45M por um central sueco que o Benfica tem

Jogador na minha opinião "normal" com margem de progressão mas muito longe dos valores falados até porque tem uma clausula de 30M

Não existe uma Doyen ou Traffic metida no negocio, mas o negocio está muito longe de ser feito apenas pelos dois clubes

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