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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Não era minha intenção voltar a abordar o dérbi, mas perante alguns comentários dos nossos leitores, que menorizam a influência prejudicial do apitador Artur Soares Dias, há um aspecto do jogo que eu gostaria de sublinhar.
Antes do mais, não vale a pena debater novamente os últimos 7 minutos do jogo. Ninguém refuta que o Sporting cometeu erros defensivos que permitiram a imprevisível reviravolta do Benfica.
Muito além de várias outras decisões ao longo dos 90+7', Soares Dias, um árbitro que há muito provou não ter a mínima integridade e que com os seus anos de experiência sabe bem como condicionar uma equipa a favor de outra que ele entenda beneficiar, com ou sem influências externas, começou a condicionar a equipa leonina logo aos 15', quando 'amarelou' o capitão Coates. Segue Gonçalo Inácio seis minutos mais tarde, com o seu primeiro cartão. Ou seja, aos vinte minutos de jogo, o Sporting já tinha dois centrais em risco de expulsão.
Ao todo, o Sporting cometeu 12 faltas no jogo e foi alvo de 7 cartões amarelos, inclusive da expulsão. Isto significa que a cada duas faltas, um jogador do Sporting foi 'amarelado'.
Se isto não condiciona e muito uma equipa, o que é que condiciona?
No outro lado da moeda, o Benfica cometeu 9 faltas e foi alvo de dois amarelos, o primeiro apenas aos 66' ao João Mário, já o Sporting jogava em inferioridade numérica há cerca de 15 minutos. Isto significa um cartão amarelo a cada cinco faltas, uma grande diferença.
E é só isto que eu queria dizer nesta altura.
P.S.: Há um leitor, indubitavelmente sportinguista, que me deixou estupefacto ao afirmar que Soares Dias fez uma boa arbitragem.
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