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Ainda o descalabro após o 3-1

Rui Gomes, em 05.01.25

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Um jogo difícil de comentar...

Não consigo definir totalmente se foi a estratégia após o 3-1, o cansaço, o ambiente, ou o aspecto emocional, que levaram ao nefasto descalabro do resultado. Provavelmente foi uma percentagem de cada.

O que posso dizer é que vi um guarda-redes do Sporting a dormir em 2 golos, uma defesa que treme a cada cruzamento para a área, às "aranhas" com um miúdo da equipa B do adversário e com laterais comidos em velocidade. Temos que ser sinceros. Há vários jogadores do Sporting que rendiam acima do seu valor pelo sistema do Rúben Amorim e pelo jogo da equipa. Noutra realidade...

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Deixar o Vitória fazer o 2-3, reentrar no jogo e acordar aquele "vulcão", foi o momento do jogo. Eu estive lá e sei do que falo. Logo nessa altura disse, para quem estava comigo, que até o empate ia ser difícil de conquistar.

O treinador é o líder e o responsável, mas tenho dificuldade em atribuir-lhe a maior parte da culpabilidade na derrocada da equipa. Após o 2-3 vi-o várias vezes a insurgir-se contra a passividade de alguns jogadores. Faltou liderança em campo.

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A dura realidade é que a equipa está cansada, tem escassas opções e vários jogadores são mais limitados que o pensado.

Mas o futebol é o momento. Acreditemos que o tempo, o regresso de alguns lesionados e a adaptação do novo treinador, vão melhorar o cenário.

Texto da autoria de Leão do Norte

publicado às 02:34

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67 comentários

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De Força Verde a 05.01.2025 às 08:30

Dificil o momento.
A actual equipa técnica estará naturalmente conhecedora das carências que a equipa apresenta no momento.
Quem corre e luta da forma como o fizeram em Alvalade nos primeiros 45 minutos e depois na sgunda parte quase se arrastam no campo só demonstra que não " GASTAM" preparação fisica mas sim "SAUDE".
Por isso aqui fica a sugestão de um simples treinador de bancada:
Abdicar da Taça da Liga, utilizando uma equipa com jogadores menos utilizados e com os da equipa principal efectuar trabalho de recuperação dos indices fisicos que permitam ganhar condição para aguentar os 90 minutos.
Temos ainda muo a ganhar. Aproximam se jogos muito importantes decisivos quer na luga quer na champions.
Saudações Leoninas
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 12:21

Força Verde,
O plantel era, conscientemente, carente ao nível da quantidade de opções, mas a situação agravou-se com o número elevado de lesões e as diferentes necessidades de um novo treinador. E esta situação está a refletir-se, sobremaneira, no estado físico da equipa.
Não sou apologista de abdicar de jogos ou competições, mas concordo que esta presença na Taça da Liga tem de ser bem ponderada, tendo também em atenção que novos desaires pioram a confiança da equipa e agravam a desconfiança face ao novo treinador.
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De Leão Zargo a 05.01.2025 às 09:35

Amigo Leão do Norte

O sistema de Ruben Amorim permitiu disfarçar determinadas limitações de jogadores do Sporting, nomeadamente da defesa. Agora, ficam mais evidentes, seja de marcação, de posicionamento ou de velocidade. Observando o jogo, pareceu-me que as substituições foram tardias, mas as hipóteses no banco eram escassas. Isso é verdade. No 2-3, que virou o jogo, o Matheus permitiu o centro e Hjulmand, desgastado, não marcou quem fez o golo. O que fazer?

A alteração táctica imposta por Rui Borges precisa de tempo para ser trabalhada, assumida naturalmente pelos jogadores. É provável que faça parte das dores de crescimento que o treinador refere com frequência. Sim, o futebol é o momento, a próxima semana traz novos desafios, muito difíceis, veremos se a equipa vai estar à altura das circunstâncias. Oxalá esteja.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 12:59

Amigo Leão Zargo

Temos de ter a consciência que este era um plantel à medida do Rúben Amorim, composto por jogadores com características para as necessidades do seu estilo de jogo. Noutro sistema e com outro treinador...
A defesa, pela singularidade do anterior sistema, é o sector onde se notam mais as limitações. A jogar numa dupla central, St Juste tem muitas limitações e Diomande precisa de tempo e treino para se ajustar a novas funções e desafios. O Debast é bom na construção, mas ainda com muitas limitações na marcação e no jogo posicional, o que torna a sua utilização um risco numa defesa com dupla central. O Matheus Reis não tem velocidade para fazer a cobertura defensiva da lateral esquerda, sem a presença do central esquerdo para compensar. E tenho receio que o Gonçalo Inácio, na tal dupla central, venha a demonstrar as mesmas dificuldades do Diomande e necessite também de tempo e treino para adaptação. Muitos problemas para resolver.

Ao nível das substituições, podemos agora afirmar que o Harder deveria ter entrado mais cedo, mas, estando a equipa a vencer, entrava para o lugar de quem? Com o empate e a vantagem do Vitória, essa dúvida já não se colocou.
O Sporting estava com necessidades em vários sectores e o grande problema estava na ausência de soluções. No banco, para além do Maxi e dos questionados Fresneda e Edwards, o Sporting só tinha miúdos em fase muito precoce de evolução (Harder, Debast, Mauro Couto, João Simões, Alexandre Brito), sem tarimba para estes jogos e estes ambientes. É manifestamente pouco.
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De altaia a 05.01.2025 às 20:17

Então mas agora já se pode estragar aquilo que o Amorim construiu.? os jogadores eram bons para o sistema e agora já nem prestam.? já se pode dar o tempo que antes não se aceitava dar, o dito Amorim fez certamente programado, o mesmo que o Marinho Peres para uma época miserável, já o Materazi foi despedido mas deixou uma equipa preparada para ser campeã, veja-se bem com o grande treinador Inácio, já outro como Juca que após Oto Gloria dizer que sem ovos não fazia omeletes ele conseguiu ser campeão , tal como Mário Lino e o outro Fernando Mendes, vale dizer que o futebol está diferente, está, mas as narrativas são nossas.!
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 21:53

altaia,
Alguém advogou estragar tudo que Amorim construiu?
Situação diferente é termos a capacidade de perceber que muitas das situações que decorriam do seu trabalho, não são replicáveis por outro treinador e insistir nelas é um erro.
É uma realidade que existem jogadores com características específicas para um determinado sistema e que têm mais dificuldade noutro sistema. Não é uma questão de não prestarem, mas temos de ser realistas e perceber que há sistemas que potenciam jogadores e encobrem as suas limitações. Tal como o contrário.
A questão de dar tempo é relativa. Dá-se tempo para tirar proveito. Rúben Amorim teve um determinado tempo e Rui Borges parece mostrar merecer esse tempo. Já em relação ao João Pereira, infelizmente percebeu-se que não era uma questão de dar tempo.
A narrativa mais forte do futebol são os resultados.
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De altaia a 05.01.2025 às 22:33

Entendi, obrigado.!
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De Leãode63 a 05.01.2025 às 23:19

O Harder tinha mais golos que o Trincão, jogando apenas 25% do tempo e já deu provas ( até em situações mais difíceis ) ... tem faltado competência ao treinador. Refrescar a equipa é fundamental, como fazia o RA. Com 3-1, tirava o Geny ou o Trincão e o Victor passava a segundo avançado, atrás do Harder que é muito forte e não deixava o Rel Madrid avançar e massacrar.
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De Leãode63 a 05.01.2025 às 23:11

Porque não apostar no H.Arreiol para o Morten poder rodar, até como segundo médio na posição do Morita que só rende 60m?
Se não temos médios ... o treinador tem que encontrar soluções, e não ir para as conferências comentar o jogo! Para comentar, estamos cá nós, e de borla! Treinador é para arranjar soluções, não borrar-se no banco com o ambiente que lhe prepararam e ele caíu como um patinho ...
Atendendo a que só temos 1 médio ou 1,6 ... há que apostar sem medo e não estar á espera que o Real Madrid nos engula ...
Que falta de orientação naquela equipa ...
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De Allfacinha a 05.01.2025 às 09:36

Acima de tudo vejo uns atletas cansados, vão perdendo o gás ao longo do jogo. O que vejo de mau são os guarda redes, não podemos aceitar que umas poucas boas intervenções escondam a falta de confiança que transmitem. Até tremo com algumas saídas de bola.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:02

Alfacinha,
Os guarda-redes são uma preocupação.
E para além da preocupação que dão aos adeptos, não transmitem segurança aos colegas da defesa.
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De Juskowiak a 05.01.2025 às 10:15

Mesmo quando estávamos na mó de cima já o sentia: o calcanhar de Aquiles do Sporting é o guarda-redes.

Franco Israel é fraco.
Kovacevic é fraquissimo.

Um bom "balizas" vale uns 6 ou 7 pontos a mais no fim do campeonato. Em Guimarães, por exemplo, ter um Trubin ou um Diogo Costa teria valido a vitória.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:09

Juskowiak,
Os guarda-redes são uma evidente preocupação que, ao invés de nos darem pontos, têm custado alguns.
E estou convicto que, para além de não transmitirem segurança aos colegas da defesa, também estão a afectar o rendimento destes.
Atente no 4° golo do Vitória. Matheus Reis é batido pelo avançado adversário, mas a bola é lançada para tão perto da baliza (para a pequena área), que ele olha para a baliza e parece estar à espera que o Israel saia e compense a sua falha de marcação. E o guarda-redes deveria tê-lo feito.
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De Juskowiak a 05.01.2025 às 15:10

A solução imediata tem um nome, caro Leão do Norte: Ricardo Velho!

Incrível como ainda está no Farense. Porto, Benfica e Braga estão bem servidos de guarda-redes. Mas de que está a espera o Sporting?
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 15:53

Concordo que Ricardo Velho poderia ser uma boa solução, mas o Farense não está a facilitar a saída.
No Verão foi, por vários órgãos de comunicação, noticiado que o Benfica avançou para a sua contratação, oferecendo 4 M€, mas o Farense remeteu sempre para a cláusula de rescisão de 10 M€.
Segundo é público, tem contrato com o Farense até 2028, renovado já esta época.
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De Fúlvio Amaral a 06.01.2025 às 13:02

Vi-o ontem ao vivo cá contra o Santa Clara e faz 3 defesas monstruosas!
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De De Perry a 05.01.2025 às 10:47

Concordo em absoluto com o amigo Leão do Norte, mas o principal problema é que o nosso capitão e grande impulsionador da equipa Huljmand está todo roto, estes jogador tem uma grande rotação e devido às lesões não pode ser substituído e fazer alguma rotação, em quase todos os jogos o Bragança o substituia entre os 60 e 70 minutos, Morita começou a jogar na jornada do Benfica e também rebenta por volta dos 60 minutos e não há mais ninguém verdadeiramente do meio campo, falta-nos homens nesse setor tanto a jogar em 3-4-3 como em 4-3-3. A falta do Coates da equipa do Sporting é por demais evidente ele comandava o setor todo e era a voz de comando da equipa. O ambiente fanático de Guimarães é grande mas o público não joga e a equipa sempre teve capacidades para jogar em ambientes quentes. Há muita coisa a fazer e é necessário um reforço ali, acolá para a equipa pous aequipa estava baratinada para jogar ao jeito do Amorim e não deste treinador
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De Juskowiak a 05.01.2025 às 12:34

Isto com Gonçalo Inácio e Pote seria outra coisa...... provavelmente João Pereira ainda não teria sido despedido com esses dois.

Certo é que muito do que será o resultado desta época dependerá do que se passar no mercado de janeiro. Vender Gyokeres seria suicídio, e não comprar pelo menos 2 jogadores (um lateral e um para o meio campo) também.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:20

Juskowiak, em relação ao Pote não tenho dúvidas que a sua presença fará muita diferença e muito ajudará o Rui Borges.
Quanto ao Gonçalo Inácio... Se for colocado numa posição da dupla central, com uma defesa a quatro, vai sentir as mesmas dificuldades de posicionamento e de marcação que os colegas de sector estão a sentir. Vai melhorar a saída de bola, mas no resto vai precisar de tempo e trabalho.
Concordo que este mercado vai definir muito da restante época. É o mais importante dos últimos anos.
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De Juskowiak a 05.01.2025 às 15:08

Gonçalo Inácio tem um extra, talvez pouco visto pelos adeptos: a capacidade de jogar e ocupar espaços no meio campo.

Com ele em campo certamente Morita e Hullmand não se sentiriam tão sozinhos.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 15:40

Mas numa defesa só com 2 elementos na zona central ele não terá capacidade para ocupar com constância esses terrenos.
A menos que seja utilizado em permanência no meio-campo, mas continuamos com o mesmo problema na dupla central.
Sobre a sua utilização no meio-campo, há uma possibilidade que me ocorreu a quando da contratação do Rui Borges. Tal como fez em Guimarães com o Manu Silva, subir o Gonçalo Inácio ou o Debast no terreno e utilizá-los como médios defensivos, beneficiando, simultaneamente, da sua formação defensiva e da sua qualidade na construção.
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De De Perry a 05.01.2025 às 17:30

Penso que possivelmente Debast com os pés que tem, poderia dar um bom médio e dar rotação ao Huljmand. Em relação ao jogo de Guimarães o Harder devia ter entrado mais cedo
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 18:32

De Perry, quando o Rui Borges assumiu o comando do Sporting, pensei logo nessa hipótese para o Debast.
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De Luís Pedro a 05.01.2025 às 18:25

Nem se "os padres" não tivessem tirado 6 pontos ao Sporting St. Clara e Gil Vicente, e dado 5 ao Benfica Arouca e Aves...
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 18:33

Luís Pedro, essa realidade é incontornável, mas quase imutável!
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De Antonio a 05.01.2025 às 23:27

Muitas lesões estão a condicionar a equipa. Morita já regressou, mas ainda não dá para os 90 minutos em alta rotação, o mesmo irá a contecer com o regresso do Inacio e potee D. Bragança. Infelizmente Nuno Santos não regressa esta época .por isso parece indispensável ir ao mercado por pelo menos um medio centro e um central esquerdino não creio que seja necessario um outro guarda redes, mas se o fresneda sair precisamos de um defesa/ala direito.da mesma forma claramente que precisamos de alguém para a esquerda. Para mim o Maxi Araujo não se tem mostrado à altura por isso precisamos dealguém na esquerda. Posto isto nao acredito em saidas,tirando o caso do fresneda
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:14

De Perry,
O cansaço da equipa é evidente e está a condicionar o seu rendimento. E com escassas soluções alternativas pouco se pode melhorar. Veremos se é possível ajustar algo neste mercado de transferências.
E acredite. O público de Guimarães também "joga".
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De Gonçalo Pereira a 05.01.2025 às 12:12

Empate muito difícil de digerir..... Equipa muito curta, com poucas opções de banco, malta lesionada e claramente fatigada. Relaxamos a partir do 1-3 o que foi fatal. Fiquei algo decepcionado mas continuo confiante. O novo treinador precisa de apoio e tempo de treino, para além de ajustes no mercado de inverno. Gosto do discurso do Rui Borges sem lamentos e com confiança. Parece um com características de agregação e liderança. No final veremos se foi um ponto ganho ou dois perdidos. Sempre Sporting.
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De Juskowiak a 05.01.2025 às 12:28

Equipa rebentada em janeiro, e quando ainda não vieram os jogos europeus.

Terça jogamos com o Porto, que vai ser uma estoupada física e sábado vamos a Vila do Conde... vai ser bonito, vai.

Espero que os jogadores do Sporting interiorizem que com um plantel tão curto os dias de descanso são MESMO para estar em casa a descansar.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:35

Juskowiak, a equipa está rebentada em Janeiro, muito pelo elevado número de lesões e consequência da dificuldade em se ajustar a novas realidades.
O sábado do jogo com o Rio Ave é só o de 18/01. Podemos é, caso vençamos o Antas, jogar a final no sábado 11/01.
Não me passa pela cabeça que os jogadores do Sporting não tenham o nível de profissionalismo suficiente para seguir essa sua recomendação.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 13:26

Gonçalo Pereira,
Apoio, tempo, trabalho, contratações. Tudo isso é de extrema importância para este Sporting. Veremos se tudo é possível.
Penso que a equipa relaxa após o 3-1, pela imperiosa necessidade que, inconscientemente, sente de descansar. Erradamente pensou que poderia gerir o esforço físico.
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De Fala verdades a 05.01.2025 às 13:49

O problema não é o sistema tático mas sim o cansaço, os jogadores interpretam bem o sistema tático, é uma questão de treino e de alguns jogos, lesões, cansaço é os fatores dos fracassos jogadores não são máquinas, as equipas menores só jogam um jogo por semana sem stress, principalmente a maior parte não descem de divisão, tem mais frescura física, a exigência é muito menor, se não ganharem hoje empatam ou ganham para a semana alguns já só contentam so com o empate abdicava da taça da liga para os outros se desgastarem o g redes levam com tudo em cima tendo o meio campo cansado e laterais idem nada funciona anda tudo sobre brasas.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 14:57

Fala verdades,
Independentemente do evidente cansaço, há vários jogadores com características para renderem melhor no sistema táctico anterior. Por isso foram escolhidos.
Com treino poderão melhorar, mas há ali limitações indisfarçáveis.
Os adversários podem ter mais descanso e menos pressão, mas desportivamente são, na esmagadora maioria, muito inferiores ao Sporting.
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De José Mário Costa a 05.01.2025 às 14:19

… Para nos mitigar o desapontamento — e as fragilidades defensivas, a começar pe falta de um guarda-redes de mínima categoria
— só mesmo os tropeções no outro lado da Segunda Circular…😬
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 15:00

José Mário Costa,
Para nos recordar que todos têm problemas.
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De José Mário Costa a 05.01.2025 às 15:11

Pois, mas dos problemas dos outros podemos nós bem… 😬
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 15:42

Não estou a valorizar os problemas dos outros.
Estou a enfatizar o facto de todos, e não apenas o Sporting, terem, em algum momento, problemas.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 14:55

Uff!..
Quanto pessimismo por aqui vai.
Calma!.. Calma, foi só um empate. Acontece a qualquer...

Liga Portugal
Sporting 🥇
FCP🥈
SLB🥉

*Terça-Feira vamos a jogo... alegria e comentários felizes dos mesmos.😄
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 15:06

Carlos,
Um empate em Guimarães é aceitável. O problema esteve nas incidências do jogo.
E a fronteira que separa o pessimismo, ou o optimismo, do realismo é muito ténue.
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De Luís Carvalho a 05.01.2025 às 15:25

Pego numa das frases escritas pelo Caro Leão do Norte, “ vários jogadores são mais limitados que o pensado”. O LdN( permita-me que me expresse assim sobre a sua pessoa) não concretiza, percebo que não o faça, mas é evidente que o plantel não é extenso e rico, mas há algo que se deve realçar, não foi idealizado e preparado para jogar no esquema tático que Rui Borges agora põe em jogo. O Sporting joga com dois laterais que não são propriamente laterais rotinados nessa posição, Quaresma não é um lateral num sistema de 4 defesas e Reis que o foi perdeu a rotina. Por outro lado, quer Quenda como Catamo, jogando mais à frente não têm rotina de vir fechar como médios, quantas vezes vimos no jogo os laterais ficarem em situações de 1:2, porque os médios não fechavam. Os jogadores são os mesmos de há meses atrás, há-os melhores e outros piores, todos os planteis são assim, mas se forem colocados a jogar em posições pouco habituais cometem erros. E aqui vou ao que acho essencial, tenho para mim que Rui Borges não tem( para já, assim desejo), mentalidade de treinador de equipa grande, campeã, certo que a equipa tem jogadores muito importantes lesionados, mas também é verdade que após o 3-1 não soube ser audaz, fazia tanto sentido ter colocado Harder para manter o Vitória lá atrás. Não o fez, foi reactivo e não pró-activo, deixou-se ir.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 15:36

Luis Carvalho,

O caro amigo insiste nessa sua ideia que o Rui Borges é treinador de clube pequeno..
Humm!.. Quais são as bases para formar tal opinião, após dois jogos e umas quantas conferências de imprensa??.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 15:44

-"Quenda como Catamo, jogando mais à frente não têm rotina de vir fechar como médios"-
Com o Amorim era mais dificil.. tinham que fechar até à nossa àrea, na cobertura aos centrais.

Também o Amorim punha jogadores em posições não habituais.. até o Inácio jogou a médio, o Geny do lado esquerdo, o Edwards como segundo avançado.. etc.
Jogar a lateral num esquema de 4 defesas, sem ter que fazer ida e volta, é o mesmo que jogar a central, num esquema de 3 centrais.
Etc..
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De Luís Carvalho a 05.01.2025 às 16:20

Meu Caro, é comum dizer-se que não há uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão. Apesar da vitória sobre o Benfica, fico com a ideia que é um treinador que apanhando-se a ganhar, recua a equipa, quer defender, não é audaz. Mas é a minha opinião baseada no que vejo, o meu caro não concorda, não há mal. Bom Domingo.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 16:42

Compreendo-o

P.S.. -" a ganhar, recua a equipa, quer defender, não é audaz"-
Também não gosto, mas percebo a ideia dele.
Ele com isso quer descansar a equipa, e aos 70/75 minutos voltar a pegar no jogo e "matar". Muitos treinadores fazem isso.. Também pensando na longa temporada.
Também è uma forma de atrair o adversário, dar confiança e descuido defensivo no adversário. E até funcionou em ambos os jogos.
Todas estas nuances podemos aprecia-la nos dois jogos até agora feitos.(No jogo do Benfica Geny foi egoísta, no jogo contra o V.Guimarães, Gyökeres marcou o terceiro.)
O mesmo Amorim fez isso várias vezes, no passado.
Problema, os jogadores do Sporting não estão talhados/treinados para isso. Sentem-se desconfortáveis, melhor dito.. rebelam-se contra essa táctica.
É isso que o Ruizão Borges tem que rever.😄

Um abraço!.
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De Luís Carvalho a 05.01.2025 às 16:57

Só uma achega, recuar a equipa um pouco não faz mal, mas teria que criar um factor de surpresa, fazer entrar Harder, talvez tirando Trincão, colocando um 4:4:2 clássico, fechando melhor as alas. Aguardemos pelos próximos jogos, cá para mim a Taça da Liga não me interessa, com a equipa cansada e tantas lesões, o Rui Borges que seja inteligente e pense na Liga e na Champions( 💲💲).
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 17:24

Eu que sou contra o desinvestimento em competições, penso que o "descanso" nesta Taça da Liga seria proveitoso.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 17:41

Leão do Norte,

Nem quero sequer imaginar os adeptos, expert e o mundo no caso que propõem.. desproveitar a Taça da Liga, ser derrotado pelo FCP.😎

É para ganhar!.. As vitórias sempre trazem nova confiança, impulsos e certezas.
As vitórias não cansam.. são a dopamina que aumenta os níveis mentais e físicos.

Bora lá, carago!.😁
Viva o Sporting .. 💚🤍
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 18:56

Carlos, quem por aqui anda, sabe que sou um acérrimo defensor da aposta em todas as competições e da ideia que as vitórias trazem a confiança que "apaga" o cansaço.
No entanto, o próximo jogo, 96 horas após uma desgastante partida em Guimarães e contra um adversário que descansou por ter o jogo adiado, pode ser um presente envenenado, com repercussões físicas e emocionais na equipa muito negativas.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 16:56

Luís Carvalho, a ideia que "apanhando-se a ganhar, recua a equipa, quer defender, não é audaz", também pode ser atribuída a vários jogadores em campo, dado o "trauma" e o contexto de derrotas recentes da equipa.
Acredito que todos, incluindo o treinador, durante os jogos vivam um permanente dilema, até conflito, de decisões a tomar.
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De Luís Carvalho a 05.01.2025 às 18:11

É para o não permitir que está lá o treinador, dar indicações e fazer alterações que criem condições para a equipa não recuar tanto.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 18:43

Teoricamente sim, mas com 2 jogos apenas, um escasso conhecimento do plantel e em processo de conquista da confiança e da influência sobre os jogadores, às falhas são naturais.
Eu próprio assisti, durante a segunda parte do jogo em Guimarães, a indicações suas contra a passividade de alguns jogadores e a pedir a subida no terreno.
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De Luís Carvalho a 05.01.2025 às 21:27

Deixo-lhe algumas perguntas, não somos treinadores, eu pelo menos não sou, creio que o Meu Caro também não, acha prudente mudar o sistema de jogo a meio da época, mais ainda quando os jogadores foram “ criados” num sistema diferente e o plantel foi pensado para jogar num outro sistema? Optar por uma defesa a 4, sem laterais rotinados é uma boa solução? Quantos laterais esquerdos temos no plantel? Talvez um! Temos 2 laterais direitos, Esgaio( castigado) e Fresneda( que quase não joga) e fazer agora de Quaresma um lateral não é uma grande ideia. Saída de bola após pontapé de baliza, curta com 3 centrais ou com 2, é completamente diferente, com 3 e a descida dos médios laterais e com apoio no meio dos médios é uma coisa, com 2 inclusive o do lado esquerdo sendo destro, é um disparate, mais ainda quando, quer Diomandé, pior ainda com St. Juste não são bons no passe. Não o quero massacrar com as minhas ideias, mas muito sinceramente, eu não iria pelo caminho do Rui Borges, só espero estar enganado, ficaria tão contente.
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 22:31

Não somos treinadores, mas temos a capacidade de pensar e interpretar muitas das situações que ocorrem no futebol. Ao contrário do que muitos querem fazer crer, o futebol não é nenhuma ciência oculta e, como em variadíssimas actividades, o sucesso está muito dependente da forma como a inteligência lhe é aplicada.

Colocou perguntas interessantes que levariam a um extenso debate.
Resumidamente responderia às duas primeiras perguntas com um não. No entanto, pelo que vários treinadores dizem, o sistema de 3 centrais é dos mais difíceis de trabalhar e implementar. Nesta realidade acredito que um treinador que não se sinta confortável com a sua utilização não o queira usar.
No entanto, como bem exemplifica, o plantel do Sporting não tem opções válidas para implementar, com sucesso, o sistema preferencial do novo treinador.
Neste dilema eu acredito que o Rui Borges optou pela salvaguarda pessoal e nesta fase tenta adaptar jogadores ao seu esquema. Talvez na esperança que o mercado de Janeiro componha algumas lacunas e que alguns jogadores acabem por se adaptar.
A saída curta, em posse, neste sistema é um problema. Acredito que se o Rui Borges tivesse tempo para trabalhar, incluiria no meio-campo um novo médio defensivo (Debast ou Inácio), com qualidade de passe, e que teria papel essencial na saída de bola.

Os últimos tempos do Sporting trouxeram tanta instabilidade, tanta incerteza e tantas dúvidas, que a tarefa do novo treinador é de uma exigência extrema. Daí eu valorizar vários aspectos positivos que ele já revelou.
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De Carlos N.T. a 05.01.2025 às 23:20

Bem..
Eu não quero zangar-me com nenhum dos dois mas, desculpem-me eu não poder concordar nadinha com as suas respeitadas opiniões.
O futebol é uma ciência tão oculta como qualquer outra. Por alguma razão têm que fazer cursos de futebol que tomam mais tempo que qualquer curso universitário comúm, corrente e famosamente conhecido.
Cada coisa no seu lugar...

Para um atleta de alto rendimento esteja e consiga ter a sua melhor versão, são necessários fisio-terapeutas, psicologos, doutores, preparadores-fisicos, video-analistasetc,.. e o seu chefe, o chamado treinador, o qual deve ter conhecimento mínimo geral de tudo o anterior, para além de ter de ser pai e amigo dos atletas e ser empático com dirigentes, adeptos e jornalistas.

Leão do Norte,
Para os treinadores que lhe disseram que o sistema de 3 centrais é o mais difícil de treinar, mostram que realmente que eles mesmo não sabem como o fazer.
Tudo na vida é fácil, desde que se tenha o conhecimento adequado. É como a pergunta do milhão, se eu a souber è fácil, senão...é a pergunta do milhão.

Luis Carvalho,
Desculpe a ousadia, pois eu sei que não è muito receptivo a comentários contrários.. mas a saída de bola a três ou a dois não há diferença nenhuma.. as movitações impostas no treino definem
Ex: se o Diomande e St.Juste abrirem o Hjulmand pode baixar e dá saída a três.
Tudo depende do que quer o treinador depois de análises exaustivas(toma mesmo muito tempo, não é só palavra bonita) de comportamentos e caraterística de cada jogador

Abraço!.
(Desculpem o longo texto.
È futebol)
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De Leão do Norte a 05.01.2025 às 16:48

Luís Carvalho,
Não me inibo de concretizar alguns jogadores que são mais limitados que o pensado ou percepcionado.
Como escrevi em anterior comentário, a jogar numa dupla central, St Juste revela várias limitações e Matheus Reis, com a colaboração do central do lado esquerdo, disfarçava a falta de velocidade para fazer a cobertura defensiva da lateral esquerda. Sendo ainda muito jovens e com potencial para evolução, Diomande e Debast têm limitações, antes muito menos perceptíveis, na leitura posicional defensiva e o primeiro na construção ofensiva. Esperemos que sejam corrigíveis. Em relação a Geny e Quenda parece mais uma questão de adaptação posicional.
Com vários jogadores escolhidos a dedo para um determinado sistema, acredito que esse facto exponenciava a nossa percepção da sua qualidade.
Neste momento não consigo definir se Rui Borges tem, ou não, mentalidade de treinador de equipa grande. E tudo muito precoce e, para além de estar a viver uma realidade incomparável com tudo o que desenvolveu, o contexto deste Sporting é muito condicionante. E se em Guimarães não foi reactivo o suficiente, no jogo com o Benfica, na segunda parte, mostrou audácia para segurar o resultado.

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