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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Comentário do leitor Rumo Certo - Ventos Favoráveis que eu considero muito interessante, sobre esta questão, que apesar de não ter sido aprovada na reunião magna de domingo, irá reaparecer no mapa do Sporting CP num futuro não muito distante.
"O voto à distância obteve mais de 71% dos votos, o que significa que não foi rejeitado, nem chumbado. Apenas não alcançou (por pouco) a necessária maioria qualificada dos 75% e, porque muitos sócios se alheiam da vida interna de organização, gestão e modernização do clube. E é uma pena que assim seja, porque apenas se adia o inevitável. O argumento de que se precisa de mais informação, não colhe, nem corresponde à verdade.
Já no passado mais longínquo, foram votadas situações que considero substantivamente lesivas do Clube (a exemplo: venda de património) que careciam de mais detalhes, esclarecimentos, pormenores, e percepção do que esta e, foram aprovadas por maioria.
Os sistemas informáticos dispõem de diversos filtros que permitem validar ou detectar incorrecções, para além de serem submetidos a auditorias independentes de controlo e certificação de qualidade.
A descentralização para permitir o voto à distância, é uma inevitabilidade, sob pena de ficarmos para trás e, isso em consciência, ninguém quer.
Ora, em dia de jogo, com dezenas de milhares de presenças, perdeu-se uma oportunidade para alavancar esta situação e ao que julgo, conforme os resultados o demonstram, porque muitos pensaram o mesmo. De que independentemente do seu voto, todos os pontos seriam aprovados. Colocar nas mãos de outros, a nossa vontade e escolha, é abdicarmos de um nosso direito associativo inalienável e que fragiliza a moralidade de futuramente podermos reclamar contra o que seja nesta matéria.
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Como nota pessoal minha, apenas direi que não houve falta de informação sobre o sistema de voto, houve sim desinteresse por parte dos sócios. Com cerca de 37 mil espectadores no Estádio José Alvalade, a vasta maioria sócios, era de esperar que, no mínimo dos mínimos, 5 ou 7 mil se interessassem o suficiente para irem votar na Assembleia Geral. Infelizmente, esta maioria preocupa-se unicamente com a bola a rolar e decerto que entende que o Clube funciona através de pozinhos mágicos.
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