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Um grupo de 'ultras' do Marselha, treinado pelo português André Vilas- Boas, atacou o centro de treinos do clube francês. O Marselha informa que ocorreram "roubos" e que foram danificados vários veículos, além de terem ardido cinco árvores, com "danos no interior dos edifícios a causarem prejuízos de vária centenas de milhares de euros".
"O Olympique de Marselha condena fortemente o ataque inaceitável que sofreu hoje no interior do centro de treinos. Algumas centenas de ‘ultras' forçaram a entrada na ‘Commanderie', incluindo o edifício da estrutura profissional. Apesar da intervenção da polícia, um momento injustificável de violência ameaçou a vida de todos os presentes".
A três horas do início do encontro com o Rennes, da 22.ª jornada da Ligue 1, foi anunciado o adiamento do jogo, para data a definir, após a invasão da ‘Commanderie', nome dado ao centro de treinos dos marselheses.
Segundo a imprensa local, cerca de três centenas de adeptos entraram nas instalações do emblema para protestar contra a direcção, e o presidente Jacques-Henri Eyraud, com a intervenção policial a ser requerida.
A equipa treinada pelo português André Villas-Boas conta por derrotas as últimas quatro partidas em todas as competições, após uma primeira temporada com o técnico luso em que foram vice-campeões.
Agora, o único clube francês que venceu a Liga dos Campeões, em 1993, está já eliminado das competições europeias, perdeu a Supertaça para o Paris Saint-Germain e é sétimo no campeonato.
Este é o segundo episódio violento com adeptos em França no mesmo fim de semana, com o jornal Le Progrès a mostrar um vídeo de adeptos do Saint-Étienne, recordista de títulos em França, com duas centenas de indivíduos a forçarem a entrada e a conversarem com o plantel do emblema, 16.º classificado.
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