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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

FC das Antas e Sporting travaram uma autêntica 'guerra fria' nos bastidores, com queixas e recursos dos dois lados sobre o episódio entre Matheus Reis e o árbitro João Pinheiro no jogo entre os dois clubes da final da Allianz Cup, em Janeiro deste ano.
Os dragões deram início a este imbróglio ao apresentar uma participação disciplinar ao Conselho de Disciplina da FPF contra o lateral leonino, mas a queixa foi arquivada.
Perante esta decisão, o FC das Antas decidiu recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), algo que o Sporting entendeu ser ilegal, uma vez que a situação em causa diria respeito ao Conselho de Justiça e não ao TAD, que já é considerado um tribunal estadual. A questão é que este tipo de recurso aos tribunais estaduais tem, entre as possíveis penas, a desclassificação, como se pode ler no artigo 82 do Regulamento Disciplinar da Liga.
No entanto, depois de aberto processo de inquérito para analisar a situação, a Comissão de Instrutores propôs o arquivamento, uma indicação que acabou validada por parte do CD da FPF, que assim não transformou o inquérito num processo disciplinar.
Curiosamente, no mesmo dia foi também conhecida a decisão do TAD relativamente ao recurso do FC das Antas: arquivamento, mantendo-se a decisão do CD sobre não actuar disciplinarmente sobre Matheus Reis.
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