De Joaninha avoa avoa a 26.03.2025 às 12:39
E perdoa o cartão vermelho à Carol Costa porquê?
Ela assassinou uma adversária, foi?
Para fazer um comentário tão disparatado, mais valia ter ficado calada!!!
De Joaninha avoa avoa a 26.03.2025 às 17:00
Só vim falar porque o senhor publicou um post sobre o jogo da taça entre o Benfica e o Sporting em que se mostra desagradado por a árbitra não mostrar um cartão vermelho à Carol e eu não vi nada que a jogadora fizesse para merecer o vermelho. Teve uma entrada negligente por trás à jogadora adeversária e viu o amarelo por isso.
O Sequeira viu o amarelo por se pôr a discutir com a Carol, quando ele não tem nada com isso. Se há faltas o assunto é entre a jogadora faltosa e o árbitro, acho eu
E na minha opinião, acho muito bem Catarina Campos e Sandra Bastos serem indigitadas para esse jogo da champions feminina porque são as duas melhores árbitas do futebol feminino nacional.
Mas se o senhor não quiser que eu venha comentar o seu blog, basta que me diga que eu não venho.
Os meus cumprimentos.
Joaninha é vermelho, numa zona por trás que pode lesionar qualquer atleta e a lei da FIFA é clara nesse sentido. Temos o exemplo da jornada anterior a entrada do Max por trás numa mesma zona na perna do Gustavo e foi imediatamente expulso, obvio que não existe intencionalidade, mas se fossemos por aí nunca haveriam expulsões.
Os adeptos do Sporting também contestam a dualidade de critérios, se a jogadora do Benfica não é expulsa então o Max também não pode ser expulso, essa dualidade que há 40 anos penaliza o Sporting com muito mais evidência, os adeptos sentem toda a legitimidade de contestação, afinal é disso que se trata.
De Kilas a 26.03.2025 às 17:56
A Senhora deve ser Vermelha, este País é de terceiro mundo. Os Vermelhos estão acima da Nação, este País com esta gente será sempre um pântano.
De Joaninha avoa avoa a 26.03.2025 às 19:07
Não me surpreende a sua opinião, profundamente alicerçada num profundo ódio ao vermelho.
Vem de longe. Não foi daí, do santificado verde, que um presidente se indignou contra a nação por não excluir o vermelho da bandeira?
De Luís Pedro a 26.03.2025 às 22:37
Joaninha Não Avoa
Tente ver as coisas sem ser com o coração. Esta falta foi muito parecida com a de Maxi Araújo, ele foi expulso e nenhum sportinguista protestou ou protesta pela decisão arbitral. Nós somos sportinguistas privilegiamos a Verdade Desportiva!
De Joaninha avoa avoa a 27.03.2025 às 16:00
Bom-dia.
Eu tento sempre, embora por vezes me custe excluir o coração, ver o desporto com racionalidade.
é por isso que no contexto de racionalidade que me sugere, lhe respondo assim:
Não queira comparar, pelo menos espero isso, o grau de violência e agressividade entre o futebol masculino e o feminino.
Mostro de outra maneira. Futebol masculino: punho cerrado do Pepe no queixo do Coates. Bulha e pancadaria superiormente orientada por Conceição, no final de um Porto Sporting.
Futebol feminino. uma entrada mais negligente de uma jogadora sobre outra que num ápice o spray milagroso resolve.
Futebol masculino. Violência e agressividade.
Futebol feminino: elegância e feminilidade.
Sempre belas, suaves e silenciosas.

De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 26.03.2025 às 19:25
Mas que pergunta tão disparatada e destituída de sentido!
Desde quando a única razão e motivo para se verificar uma expulsão, tem que passar pelo "assassinato" de alguém?
Uma entrada por trás, negligente e imprudente, que atinge a adversária, colocando em perigo a integridade física desta, mandam as regras que lhe seja mostrado a cartão vermelho.
São as regras estabelecidas e as determinações previstas.
Logo, respeitável "Joaninha avoa avoa", antes de se emitir uma opinião, é de todo conveniente ter o mínimo conhecimento do tema e dos assuntos, assim como algum decoro.
De Joaninha avoa avoa a 26.03.2025 às 21:56
Decoro??!!
Em que a minha opinião, certa ou errada pecou por indecorosa e ou indecente?
Foi a minha opinião, apenas, que aceito possa estar errada, mas nunca indecorosa.
Pode, meu caro senhor, corrigir-me sobre regras de futebol, porque, confesso, limito-me a ver futebol porque gosto sem ser propriamente uma expert em regras futebolísticas, mas abstenha-se, por favor, de me querer ensinar as regras da mais elementar civilidade e educação.
Fique bem.
Boa-noite.
De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 27.03.2025 às 10:38
Minha Sra. "Joaninha avoa avoa", mais uma vez está a incorrer em lapso e confusões de ordem semântica.
Está a confundir o termo decoro, com indecoro, ou seja, o primeiro e que lhe direcionei, significa "respeito pelas normas e honestidade intelectual", que foi precisamente o objeto do que aconteceu, com o seu comentário e, que agora em resposta e abono da verdade, acaba por reconhecer, pois confessa que não é "propriamente uma expert em regras futebolísticas".
Por indecoro, entende-se e existe uma substancial diferença, pois esta palavra representa desonra, desonestidade e indecência, algo que jamais pode depreender.
Por conseguinte, colocado no devido lugar o sentido e a intenção, no teor do comentário de que sou autor, sem qualquer laivo de aforismo e, muito menos
a veleidade de invocar elementos cívicos e educacionais.
Concomitante, nada tem a ver com qualquer acintosa qualificação de ordem pessoal, nem atentado ao carácter e personalidade.
Tão só, quanto à evidente demonstração de falta de conhecimento e habilitação técnica sobre o assunto.
Mas se me permite, em termos de remate ao assunto, quanto à sua invocada e pretenciosa doutrina de «elementar civilidade e educação», como classifica e enquadra, a questão que ousou colocar:
"- Ela assassinou uma adversária, foi?"
Fique bem!
Bom-dia.
De Joaninha avoa avoa a 27.03.2025 às 13:42
Caro senhor Rumo Certo- Ventos Favoráveis, bom-dia.
Fico-lhe muito grata pelo seu esforço em prol do meu ensinamento sobre linguística exemplar, mas não se dê ao trabalho porque não necessito. Não sendo propriamente uma gramaticista de primeira apanha a minha área profissional, ainda assim, desde a primária fui sempre uma aluna aplicada às aulas de português.
E porque exigem as regras da mais elementar educação que se responda a quem nos interroga, vou responder ao que me pergunta
"Mas se me permite, em termos de remate ao assunto, quanto à sua invocada e pretenciosa doutrina de «elementar civilidade e educação», como classifica e enquadra, a questão que ousou colocar:
"- Ela assassinou uma adversária, foi?"
Classifico e enquadro dentro do contexto de uma expressão, exagerada, claro, para dar significado a uma coisa ou ação, como, por exemplo, muito comum no nosso mundo feminino, criticamos com uma amiga, outra amiga:
coitada, pensa que está o máximo naquelas calças e está mais gorda que uma baleia.
E para terminar, sobre minha minha pretenciosa doutrina não posso qualificar o que não existe. Claro que se fosse "pretensiosa" o caso mudava de figura e talvez tivesse uma justificação a apresentar.
Fique bem.
Continuação de um excelente dia
De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 27.03.2025 às 19:47
"Classifico e enquadro dentro do contexto de uma expressão, exagerada, claro, para dar significado a uma coisa ou ação, como, por exemplo, muito comum no nosso mundo feminino, criticamos com uma amiga, outra amiga:
coitada, pensa que está o máximo naquelas calças e está mais gorda que uma baleia."
Era o que devia ter escrito de forma precedente à expressão que utilizou e, ora reconhecida por "exagerada", uma vez "não sendo sendo propriamente uma gramaticista de primeira apanha a minha área profissional, ainda assim, desde a primária fui sempre uma aluna aplicada às aulas de português."
Simples e óbvio!
Quanto ao resto, não merece mais comentário adicional.
Fim de citação, assunto encerrado.