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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Geovany Quenda e Dário Essugo foram, esta quarta-feira, oficializados no Chelsea, e entram directamente no 'top' das maiores vendas da história do Sporting. O esquerdino, de resto, até ocupa uma posição de destaque na lista liderada por Bruno Fernandes, pelos 52 milhões de euros que vai render aos cofres dos leões.
Eis a lista das maiores vendas de sempre do Sporting...
1.º Bruno Fernandes - Manchester United (2019/20): 65 milhões de euros (55 fixos + 10 por objectivos).
2.º Geovany Quenda - Chelsea (2025/26): 52 milhões de euros.
3.º Manuel Ugarte - PSG (2023/24): 48 milhões de euros (80% dos 60 M€ da venda).
4.º Matheus Nunes - Wolverhampton (2022/23): 45 milhões de euros (+5 por objectivos).
5.º Pedro Porro - Tottenham (2022/23): 45 milhões de euros.
6.º Nuno Mendes - PSG (2021/22): 45 milhões de euros (7 de empréstimo + 38 da compra).
7.º João Mário - Inter (2016/17): 43 milhões de euros (40 fixos + 3 em objectivos).
8.º Slimani - Leicester (2016/17): 31 milhões de euros (30 fixos + 1 por objectivos).
9.º Nani - Manchester United (2007/08): 25,5 milhões de euros.
10.º Adrien Silva - Leicester (2017/18): 25,5 milhões de euros (20,5 fixos + 0,5 por objectivos + 4,5 renúncia de créditos).
11.º Gelson Martins - Atlético de Madrid (2018/19): 22,5 milhões de euros.
12.º Dário Essugo - Chelsea (2025/26): 22 milhões de euros.
13.º Raphinha - Rennes (2019/20): 21 milhões de euros.
14.º Wendel - Zenit (2020/21): 20,3 milhões de euros.
15.º João Palhinha - Fulham (2022/23): 20 milhões de euros (+2 por objectivos).
16.º Marcos Rojo - Manchester United (2014/15): 20 milhões de euros.
NOTA: A propósito do recém-debate sobre Gustavo Sá. O Ugarte foi transferido para o Sporting em 2021 que foi comprando parcelas dos seus direitos económicos ao Famalicão até o investimento chegar a 10,5 milhões de euros, por 80% do passe.
Ugarte foi vendido em Junho 2023 por 60 milhões de euros, dos quais o Sporting só teve direito a 48 milhões, os restantes 12 milhões (20%) tendo sido para o Famalicão, fazendo o custo total do activo 22,5 milhões de euros.
Além do rendimento desportivo do jogador, o Sporting CP lucrou com o negócio (37,5 milhões), mas a real grande fatia acabou por ir para o Famalicão, considerando que esse clube não tinha capacidade desportiva para valorizar mais o jogador.
O mesmo acontece neste momento com Gustavo Sá. Muito além dos milhões que vão ser exigidos pelos seus direitos económicos, os famalicenses vão querer uma percentagem do passe. E, novamente, é necessário que o jogador seja transferido para um clube muito mais competitivo, dado que não vai conseguir ser mais valorizado no Famalicão.
Um cenário semelhante aplica-se a Pedro Gonçalves, também com o Famalicão, além do grande impasse que persiste com o Amora, relativamente aos direitos económicos de Geny Catamo. Aqui, a culpa é inteiramente do Sporting, por não ter accionado a cláusula de compra desses direitos mediante os termos contratuais. Na altura por 600 mil euros e agora vai custar uns quantos milhões. Um erro de negligência monumental!
Com tudo isto, apenas pretendo sublinhar que o mercado nacional, além de estar muito inflacionado, apresenta alguns perigos colaterais, especialmente no que diz respeito ao Sporting, com os clubes que exigem ficar com percentagens dos passes dos jogadores que vendem. Em termos gerais, evidentemente, há sempre excepções.
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