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As Notas de Julius 2025/26 (08)

Julius Coelho, em 28.09.25

Nesta rubrica, o leitor tem a oportunidade de apreciar - e se entender, criticar as notas (0-6) que eu atribuí aos jogadores do Sporting CP e a outros intervenientes do jogo com o ESTORIL da jornada 07 da Liga Portugal Betclic, que resultou numa vitória por 1-0. Golo de Luís Suárez 12'.

SPORTING VENCE NA AMOREIRA MAS PÔS-SE A JEITO

Com a exibição menos inspirada dos últimos tempos, os leões derrotaram o Estoril Praia e igualaram provisoriamente o FC Porto na liderança do campeonato. O golo de Luís Suárez  logo aos 12' (numa bela jogada colectiva) prevaleceu e chegou para garantir os 3 pontos. A equipa de Alvalade, que até prometeu com um bom início, desligou a partir dos 30', caindo de produção e baixando a intensidade trazendo de volta ao jogo a equipa canarinha que já se preparava para se resignar à natural superioridade do campeão. A parte final da partida foi marcada por vários passes errados de um Sporting quase irreconhecível, que se pôs a jeito de um golo fortuito do Estoril que daria um empate que seria muito castigador.

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DESTAQUE - LUÍS SUÁREZ - 4 - Desta vez foi eficaz e resolveu o jogo com um golo de excelente efeito. Ofereceu a habitual disponibilidade na pressão, perseguindo várias vezes os adversários até ao meio campo.

RUI SILVA - 4 - Foi decisivo quando salvou o golo do empate (1-1) com excelente recurso pleno de reflexos, na cara do isolado Marquês.

GEORGIOS VAGIANNIDIS - 2.5 - Exibição algo fraquinha, com alguma atrapalhação defensiva e muito incisiva no ataque, sem qualquer lance de registo.

ZENO DEBAST - 3 - Por pouco que oferecia o golo do empate, valeu Rui Silva. Um início bastante activo com várias tentativas inglórias de passe na profundidade para os colegas da frente, mas com o passar dos minutos de jogo foi perdendo concentração e velocidade de execução.

GONÇALO INÁCIO - 3 - Nota positiva no limite. Também teve um bom início, mas foi perdendo gás, provocando vários erros no passe que podiam ter comprometido.

MAXIMILIANO ARAÚJO - 4 - Mesmo o melhor em campo durante toda a partida, a quem também seria bem entregue a escolha do destaque. Sempre numa cilindrada bem acima de todos, incluindo os adversários oferecendo muita energia e profundidade ao seu lado esquerdo. Defensivamente esteve impecável. A assistência foi meio golo.

MORTEN HJULMAND (Cap) - 3.5 - Brilhou na jogada do golo com acção decisiva. Voltou à rotação a três tempos e não conseguiu segurar e dar continuidade ao melhor ritmo da equipa da primeira meia hora, deixando-se também afundar naquela lentidão de posse de bola, que marcaram toda a segunda parte. 

HIDEMASA MORITA - 3 - Enquanto durou (30') ajudou a equipa a pressionar e a encostar o Estoril às cordas, mas ficou no balneário ao intervalo. O treinador disse no final que já estava assim previsto.

GEOVANY QUENDA - 3 - Aquela mistura do fantástico e do péssimo que ainda o definem muito como jogador. Tem que continuar a crescer para diminuir as vezes que perde a bola no timing errado durante um jogo. Faz coisas extraordinárias e depois na jogada seguinte perde a bola provocando um contra ataque comprometedor do adversário.

FRANCISCO TRINCÃO - 2.5 - Não foi a sua noite. Escolheu sempre as piores opções nas ligações dos lances com os colegas e no remate quando apareceu solto e isolado na área do Estoril pela direita  perdeu o timimg do remate, porque não quis rematar de pronto com o pé direito.

PEDRO GONÇALVES - 2.5 - Muito desinspirado como prova o falhanço quase em cima da linha de golo, em que acabou por fazer o mais difícil, falhar o 2-0, conseguindo que a bola incrivelmente passasse por cima da trave.

GIORGI KOCHORASHVILI - 2 - (entrou 45') Piorou a equipa, sempre muito longe do que tinha feito o colega japonês. Perdeu-se em triangulações consecutivas, quando por vezes a jogada pedia outras coisas.

ÍVAN FRESNEDA - 2.5 - (entrou 73') Trouxe uma energia diferente, mais positiva, que a que deixou o jovem colega grego.

GENY CATAMO - 1 - (entrou 73')  Conseguiu a proeza de falhar praticamente todos os lances em que interviu. 

FOTIS IOANNIDIS - 3 - (entrou 73') Voltou a mostrar que é boa opção para a equipa, não perdeu um único duelo e já mostra que é de caras o melhor elemento a jogar de costas para a baliza adversária, como muito bem fazia o Gyokeres. Segurou com competência várias bolas no ataque, num timing decisivo do jogo quando o Estoril ainda acreditava que podia chegar ao empate.

ALISSON SANTOS - 3 - (entrou 84') O que este muchacho conseguiu outra vez fazer em tão pouco tempo de jogo é obra e mérito, a merecer sem dúvida entrar mais cedo no jogo. Trouxe forte agitação, mexendo com aquilo tudo, acelerando como num veículo a motor enquanto todos em campo já andavam de bicicleta. Em 10' quase que faz 3 assistências, após jogadas individuais, e ainda teve um portentoso remate que levava selo de golo, impedido por uma cabeça que desviou a bola da direcção do alvo.

RUI BORGES - 3.5 - Terá que analisar e procurar as explicações do motivo dos jogadores desligarem a partir da meia hora de jogo. Viu a equipa por-se a jeito nos minutos finais de sofrer um empate que seria devastador. Terá também que analisar melhor o timing das substituições em situações como esta de queda abrupta da intensidade.

IAN CATHRO - 3 - Encostado às cordas durante toda a primeira meia hora já se resignava à superioridade do campeão nacional, mas deu-se o golpe de teatro, os leões começaram a quebrar na intensidade e velocidade, passando a jogar lentos e previsíveis trazendo a sua equipa, comandada pelo João Carvalho e o habilidoso Rafik Guitane de novo ao jogo, provocando a incerteza no resultado até ao apito final.

LUÍS GODINHO (Árbitro) - 3 - Arbitragem positiva, apesar de ter tido alguns lances de interpretação difíceis de ajuizar, muito disputados fisicamente.

RUI SILVA (VAR) - 3 - O golo parece claro e limpo, verdade que o Pote está fora de jogo na altura do remate do Suárez mas não interfere com a visão do guarda-redes. No lance do Maxi na área do Sporting, fez bem em não intervir, é um lance no mínimo duvidoso e o protocolo pede intervenções em lances claros e óbvios.

publicado às 06:00

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57 comentários

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De Henrique Martins a 28.09.2025 às 07:48

Boas !
O treinador não gostou da atitude da equipa depois dos 30 minutos e eu também não . Mas há uma diferença muito grande, porque eu não posso fazer nada e ele pode mudar 2,3,4, ou 5 jogadores e mudar o rumo do jogo . " dizer que confia em todos e não muda as vacas sagradas " ! Não basta dizer que muda, é preciso atuar a tempo e horas .
Porque é que o Simões é convocado e não joga ?
Bom dia a todos !
Viva o Sporting Clube de Portugal .
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 09:11

Um bom dia de domingo para todos...

Henrique Martins,
De facto o Simôes é um mistério, o jogo na 2ª parte pedia a sua entrada, mas fica a ideia clara que o treinador tem o georgiano que ainda nada mostrou e justificou acima dele na hierarquia, o Pote devia ter saído mais cedo e entrado o Alisson ou o Fotis, o próprio Trincão devia ter ido descansar a meio da 2ª parte.

A equipa tem melhor gente no banco esta época e devia ser utilizada no timing certo.
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De Verdinho a 28.09.2025 às 12:43

Os jogadores não passam, com meia dúzia de jogos, a estar de rastos de um jogo para o outro. A mim parece-me claramente que o facto de marcarem cedo e os primeiros 30min pareciam tão fáceis de controlar e marcar, que no consciente dos jogadores ficou:" isto vai ser fácil, se quisermos, se acelerarmos marcamos. É uma questão de tempo" e foi assim. A pensar no Nápoles.

O Rui Borges colocou a carne toda no assador de início para resolver o jogo cedo e descansar, mas os jogadores desligaram-se muito cedo.

Se ele podia trocar mais cedo? Sim. Se tivesse 2-0 não tenho dúvidas que o faria. Com 1-0 sabemos que Pote e Trincão podem do nada marcar um golo.. é difícil decidir.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 14:42

verdinho
passou muito por aí como descreve,
eles sabiam e o treinador também que um segundo golo matava-os e esperaram "sentados" por esse golo que até podia ter aparecido na primeira meia hora, essas forma fácil de construírem resultou em engodo psicológico, convenceram-se pelos vistos todos ao mesmo tempo que bastava acelerar um pouco mais e já está.

Quando vários elementos se desligam os outros seguem-nos por arrasto e facilitam no passe tornando-o mais previsível, foi um erro menosprezarem jogadores como o Guitane e o João Carvalho e quase que pagavam bem caro por isso.
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De RCL a 28.09.2025 às 08:07

1 x o
Três pontos, como dizia o outro.
Quarta-feira há jogo da LC e pouco há mais a dizer.
Trincao e Pedro Gonçalves tiraram um dia de férias, eles que são o dínamo da equipa.
De positivo: Allison que já merece outro olhar, Ioannidis por quem Amorim suspirou, e com razão. Suarez e Maxi são craques.

Os jogadores têm de perceber que a Liga é prioritária, o Tri é o objetivo ; a LC é para ir o mais longe possível.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 09:19

Sem duvida RCL, a Liga é a prioridade das prioridades e os jogadores têm que levar esse chip na cabeça para todos os jogos do campeonato. Ontem levaram um chip descartável, que descartaram aos 30'.
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De RCL a 28.09.2025 às 08:39

A Sportv está a dar o jogo em diferido. O golo que o Henriques da arbitragem diz que é ilegal, é legítimo. Quem tira a visão ao GR é o avião do Estoril. Pote está, como se diz na tropa: “ firme e não mexe “
O penalti que os avençados queriam : o jogador do Estoril vai contra Maxi, que já tinha tocado na bola com a cabeça.
Esqueci, no meu comentário ao jogo, de referir Rui Silva. Transmite segurança à equipa.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 09:20

RCL, essa é também a ideia com que fiquei desses 2 lances.
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De Leão do Norte a 28.09.2025 às 16:14

O Faustino, um "lampião" avençado na comunicação social, escreve no record que o golo é ilegal e que existe penalty no lance do Maxi, em contra da opinião do outro analista (Marco Ferreira).
Admira-me que essa "fausta visão" não tenha descoberto mais nada contra o Sporting.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 23:40

Tem aí uma fação que faz toda uma campanha na tentativa de queimar o Luís Godinho e valorizar o João Pinheiro, é fácil perceber quem são.
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De mike1906 a 28.09.2025 às 10:09

Valeu pela vitoria, para mim só Maxi e Suarez estiveram em bom nivel, de resto... incompreensível, como um jogo que tinha tudo para ser tranquilo acabou por não o ser.

Não concordo nada com a nota de Rui Silva, fez uma boa defesa é certo mas a jogada e consequente erro de Debast nasce num seu mau posicionamento, para não falar na única defesa que fez, alem dessa, ter sido atabalhoada, nem percebi bem se defendeu a bola com os dois braços ou sei lá... por pouco tinha deixado a bola entrar.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:02

Mike,

o Marques aparece isolado na cara dele, vi como um dos momentos decisivos do jogo e defendeu, não importa como, importa é que impediu de eles fazerem o empate e temos que dar o mérito, o Debast não pode fazer aquele movimento de enorme risco no centro da área, tem que ser ver livre da bola de qualquer forma.

A equipa vinha de uma semana limpa sem jogos, fica difícil de compreender porque raio desligaram logo aos 30' e entrarem em todo aquele facilitismo.
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De Leão Zargo a 28.09.2025 às 10:18

Amigo Julius

O pior jogo desta época, sem dúvida. Destaco os primeiros 30 minutos, Suárez, Rui Silva e Alisson. Provavelmente, o jogo em Nápoles estava na cabeça dos nossos jogadores, mas isso não justifica a 2ª parte de fraca qualidade. Rui Borges sintetizou bem o que se passou ao dizer que "deve servir de aviso para o futuro".
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De António Fiuza a 28.09.2025 às 11:21

Longe de ter sido um bom jogo, e certamente outros teremos assim no futuro, é importante salientar a garantia dos três pontos. É este tipo de coisa que por vezes nos esquecemos: as equipas, por múltiplos fatores, têm rendimentos diferentes, e quando o rendimento reduz é importante garantir o objetivo. Quantos anos de angústia vivemos por coisas como estas, em que no final os três pontos voavam. Certamente que alguns de nós ontem recordaram esses fantasmas. Mas felizmente, e já aconteceu mais vezes, mesmo com um jogo mais fraco lá garantimos o objetivo.
Agora é fácil apontar o dedo ao treinador. Começo por referir que escalou o 11 que melhor garantia oferece. Podia ter mexido na equipa mais cedo, mas os resultados com diferença de um golo e com a equipa naquela apatia também devem levantar dúvidas ao treinador sobre o que fazer.
Creio que o aspeto psicológico e emocional tem de ser melhor trabalhado: os jogos que antecedem a Europa têm, tendencialmente, o peso do jogo seguinte.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:37

António Fiuza,

Creio que passa essencialmente pelo trabalho psicológico, sempre considerei essa terapia o elemento mais importante que definem um treinador independentemente das táticas a utilizar, o treino físico (mais a cargo do preparador físico) e os ensaios das jogadas ligadas são obviamnete importantes mas é mais determinante o trabalho mental que o treinador faz.

Ontem a equipa teve uma semana limpa por isso não se tratou de cansaço fisico mas sim de alguma impreparação psicológica, é importante tudo o se diz ou o treinador deixa dizer durante a semana nos treinos e nas horas mortas, é já aí que se começa a preparar a equipa mentalmente para o jogo seguinte, algo aconteceu para que os jogadores entrassem a partir da meia hora naquele facilitismo. Um treinador tem que estar sempre super atento a todos os detalhes e de certa forma temer sempre o jogo seguinte seja ele qual for e é sua missão, arranjar forma de transmitir aos jogadores esse receio, de que o diabo está ali á espera nesse próximo jogo. Eu recordo os meus tempos, tinha noites que antecedia os jogos que tinha dificuldades em dormir, a cabeça sempre num turbilhão, a pensar em mais detalhes que possam ter escapado, porque não é fácil convencer um enorme numero de homens em todos eles (são um mistério individual) para que se mantenham de alerta total nos jogos contra equipas mais frágeis.

Recordo sim e bem, anos de um Sporting mal preparado psicologicamente que sucumbia até na sua propria casa em Alvalade contra equipas do meio da tabela, deixando que empatassem nas fases finais dos jogos.

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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:09

Amigo Leão Zargo,

esperemos é que os avisos para o futuro do treinador não caiam no esquecimento, o futebol está repleto desse tipo de avisos que de nada serviram porque não os levaram a sério.

Não é confortável para ninguém mesmo para os adeptos sentirem ou perceberem que os jogadores estavam com a cabeça no jogo europeu, vão ser ainda bastantes os jogos europeus e vão ficar sempre naquele estado antes dos jogos? É aqui que o treinador entra ou tem que entrar na cabeça deles nem que seja à bruta, todos têm que ter os pês bem assentes no chão e perceber as prioridades.
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De Zé Manel a 28.09.2025 às 11:21

Jogo fraco do Sporting, estamos habituados a muito melhor do que isto. Mas em abono da verdade, apesar do mau jogo, o Sporting foi o justo vencedor. Não pode é pôr-se a jeito desta maneira. É difícil destacar jogadores, apenas Suarez, Maxi e Rui Silva merecem nota positiva. A quantidade de passes falhados e bolas perdidas pela equipa foi desesperante! Um jogo para a equipa rever e refletir. SL
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:12

Zé Manel

ontem deu para perceber o que a equipa joga se decidir desligar-se do jogo, uma sombra do que tinha vindo a fazer.

O grego Fotis e o Alisson também levaram o jogo a sério e não facilitaram.
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De Zé Manel a 28.09.2025 às 14:57

O Alisson entrou muito bem, causou logo pânico na defesa adversária, mas é difícil dizer se deveria ter entrado mais cedo. É que entrar por ex. no início da 2a parte é muito diferente de entrar no final da 2a parte, as pernas adversárias já não correm o mesmo. Mas ainda bem que está a demonstrar serviço, é mais opção para a nossa equipa. SL
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 15:05

Entrou aos 84' e no jogo anterior aos 90?

pelo menos que o treinador lhe dê quinze minutinhos.
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De verdesangue a 28.09.2025 às 11:45

O pior jogo da temporada...os nossos rapazes não se deram bem com a chuva. Concordo que os melhores, os que escaparam da mediocridade foram Maxi e Suarez. Salva-se é claro o resultado e também o excelente golo.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:42

Bom amigo verdesangue,
se o pior jogo da temporada deu na vitória dos 2 pontos ficaremos imensamente felizes, ontem de facto puseram-se a jeito e se o Estoril calha a fazer o golo do empate só podiam depois queixar-se de si próprios.
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De verdesangue a 28.09.2025 às 11:48

Quase esquecia...os 10mt do Alisson voltaram a deslumbrar e merece referencia...
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:43

E pode juntar ainda o avançado grego, o seu trabalho foi fundamental naquela fase quando a equipa "perdeu o norte".
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De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 28.09.2025 às 13:03

O nosso prezado treinador, o distinto e simples «taberneiro» Sr. Rui Borges, fez no final do jogo, em jeito de comentários e considerações ao mesmo, uma leitura e análise precisa e correta.
A nossa equipa entrou com uma disposição pressionadora e, como lhe competia, à procura em todo o espaço, da supremacia que conduzisse à vantagem, criando oportunidades para tal ensejo e, que acabou por obter meritoriamente quanto a esse objetivo.
Porém, essa postura, durou apenas 1/3 do tempo de jogo, ou seja, foi notório que na maior parte da equipa, houve desaceleração e convencimento não recomendável e, fruto de tal, começou a cometer uma sucessão algo incompreensível de passes errados, de iniciativas individuas inconsequentes, de jogo algo atabalhoado e afunilado.
Dito isto, a equipa correu ricos desnecessários e permitiu que o brioso e digno adversário, pudesse disputar o resultado e a eventual colheita de ponto(s).
Certo é, que não dispôs de grandes oportunidade flagrantes para fazer golo, nem de um caudal de jogo criativo, com excepção de um lance que resulta de clamoroso erro de opção, percepção e pormenor de execução deficitária, de um nosso defesa, em zona proibitiva.
Face ao exposto e, atendendo às considerações bem elencadas por Rui Borges, julgo que deveria ter optado por mexer mais cedo no processo das substituições, por forma a dar um abanão supletivo, em termos de velocidade, troca de bola e da chegada dum agitador r portador de bola, que conseguisse ultrapassar os adversários, subindo até à linha de fundo da equipa anfitriã.
E, creio que essa ideia, para além de outras, esteve nas suas cogitações, com a entrada de Catamo e Alisson, que tiveram diferentes resultados, ou seja, no primeiro caso não resultou, mas no segundo, respetivamente, em tão pouco tempo, foi mesmo soberbo, eletrizante, galvanizador e deixou «água na boca».
Salvou-se o mais importante, a vitória.
E, se for sempre assim, até ao final da competição, podemos voltar a ser felizes!
Força Sporting CP e um fraterno abraço de saudações leoninas, para o caro e considerado Julius.
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 13:58

Rumo Certo - Ventos Favoráveis

sintetizou na perfeição o que se passou ontem no confronto com o Estoril.

Foi de facto muito perigoso decidirem facilitar contra uma equipa que sabe jogar bem de trás para a frente, com 2 excelentes jogadores (João Carvalho e Guitane) foi um erro a equipa ter deixado estes 2 jogadores acreditarem no jogo, enquanto os nossos caiam por ali a baixo a dupla Guitane/João Carvalho trepava a bom trepar no jogo, soltando-se, agarrados na grande fé que afinal era possível roubar pontos ao campeão nacional e só não o conseguiram porque a sua linha da frente é fraca e porque as entradas do Ioannidis e do Alisson trouxeram de novo o equilíbrio do que se estava a passar no campo.

A lição não foi só para os nossos jogadores, foi também para o nosso treinador, percebeu ontem que terá que trabalhar ainda mais e melhor a parte mental dos seus jogadores antes destes jogos ditos mais fáceis entes de um jogo europeu.
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De Leão do Norte a 28.09.2025 às 13:09

Bom dia amigo Julius,

Um jogo menos conseguido. Talvez as circunstâncias do jogo (golo cedo, jogo europeu) tenham dado à equipa a falsa ideia que o jogo se resolveria facilmente, dando possibilidade de gestão.
Há dias assim e o mais importante, os 3 pontos, foi conquistado, mas convém terem tomado nota do elevado risco que correram e não repetirem este comportamento no futuro.

Entendo o destaque dado a Suárez, mas para mim o Maxi foi o jogador mais determinante.
Alisson tem feito a diferença nos poucos minutos de jogo que tem tido e merece mais tempo de utilização.
O meio-campo tem estado aquém do esperado e os nós adeptos questionamos a ausência do João Simões, mas recorda-se do que escrevi sobre o miúdo e o Rui Borges?
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De Julius Coelho a 28.09.2025 às 14:53

Amigo Leão do Norte

com tantas facilidades para quase chegarem cedo ao 2-0 que os levaram ao facilitismo e já não mais conseguiram agarrar o jogo da mesma forma. O próprio treinador também cresceu ontem com o que viu, percebeu que tem que trabalhar ainda mais e melhor a questão mental dos jogadores, da equipa neste tipo de jogos que antecede o jogo europeu.
O Max na verdade foi juntamente com o Suárez que levou aquilo sempre a sério e nunca entrou em facilitismos, cada vez mais se perfila como uma enorme aquisição, vai ser difícil segurá-lo na próxima época.

Este treinador é muito virado para as hierarquias, obvio que o georgiano foi colocado acima do miúdo Simões que joga muito mais que ele e parece que não tem outro espaço que tenha menos gente a tapa-lo. Podia também pensar-se no no lugar de alternativa ao Pote, mas as prestações do Alisson e do Fotis têm sido tremendas, vida difícil para o Joâo Simões. Eu só vejo uma forma, a despromoção do georgiano nessa hierarquia, que na verdade nada ainda fez para merecer tal distinção.

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