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"BI" Até ao lavar dos cestos é vindima

Naçao Valente, em 09.04.25

Apetece recordar uma frase batida.  No futebol passa-se muito depressa de bestial a besta. Depois do empate com o Braga, esta afirmação aplica-se plenamente aos comentários que fui lendo, quase sempre fruto de abordagens sem fundamentos analíticos e pautados pela emoção.

Vou lembrar o seguinte: quando Rui Borges chegou ao Sporting CP, o Clube estava atrás dos “benfas”, e já não era a equipa deixada por Amorim. Tinha perdido dinâmicas, pela mudança da equipa técnica e pela perda de jogadores fundamentais, pela baixa confiança, a que acresce cansaço e uma onda progressiva de lesões de menor ou maior duração.

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Apesar de ter de gerir uma situação complicada, o treinador Rui Borges, ainda recuperou pontos, graças a resultados positivos da equipa e resultados negativos dos principais adversários. É verdade que foi perdendo pontos, perante equipas inferiores, devido a erros individuais e infantis, cometidos desnecessariamente. Lembro, como exemplo, o jogo com o Arouca onde se ofereceu um golo no início e outro num penálti, e ainda uma expulsão de bradar aos céus.

Sendo o futebol um jogo colectivo, mas que vive de actuações individuais, que culpa tem o treinador, de desconcentrações defensivas dignas de amadores, de falhas de golos construídos, de más decisões no último passe. Que pode fazer o treinador, este ou outro qualquer, quando olha para o banco, e só vê jovens inexperientes. Apesar disso, manteve até agora a equipa na frente, e continua na luta pelo primeiro lugar. Com as mesmas condições quem faria melhor? Como exemplo veja-se Guardiola ou Amorim na Inglaterra.

Criou-se muita esperança no “bi” e com razão, em função do arranque do campeonato, mas sempre disse que o campeonato é uma maratona que só se ganha no fim. Apesar do último revés, continuo a pensar da mesma maneira, porque até ao lavar dos cestos é vindima. Seja qual for o resultado final, não tenho dados concretos que apontem a responsabilidade apenas ao treinador, antes pelo contrário. Mesmo tendo de jogar com meia equipa de jovens e suplentes, tem continuado no topo.

Fico muito contente se conseguirmos ganhar este campeonato, e acredito que é possível, mas não é um caso de vida ou de morte, porque não é assim que analiso o futebol. Sabem o que me preocupa? É ganhar um campeonato de vinte em vinte anos. Se ganharmos dois seguidos, maravilha, mas se mantivermos, um ano sim e outro não, assino por baixo. Significa que estamos a criar uma equipa competitiva, de forma regular e não apenas em fogachos. Isso exige estabilidade. Se Amorim tivesse sido despedido no primeiro ano no Sporting depois do quarto lugar, ou se tivesse sido dispensado, no ano em que voltou a ficar em quarto, teríamos ganho os dois campeonatos?

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Eu, porque ainda tenho alguma memória, não gostaria nada de voltar a ver o meu Clube, relegado para uma situação secundária durante vinte anos, por erros de gestão financeira e desportiva, alguns proporcionados pela irracionalidade dos adeptos. Seja qual for o resultado, o actual treinador, merece uma oportunidade, como aconteceu com Amorim. Na minha perspectiva, tendo em conta as circunstâncias, tem feito um trabalho positivo, não isento de erros, porque é humano. Se o futebol vier a ser comandado e jogado por robôs, talvez desapareçam os erros, mas creio que perderá o seu encanto.

P:S: Tem-se discutido muito a entrada de Harder mais cedo. É uma questão pertinente, mas lembro-me de o ver como titular na ausência de Viktor Gyökeres, e não me lembro de grandes exibições, mas ainda é muito jovem e tem margem de progressão. Uma questão discutível é porque se retrai a equipa ao fim de quarenta minutos. Nunca me apercebi que foi o treinador que os mandou parar. Para além de eventual quebra física, Debast não é Pote, nem Morita. É um central adaptado a médio. Realismo!

publicado às 02:04

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50 comentários

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De DonCarlito a 09.04.2025 às 06:41

Entao espera plo sueco partir e na proxima epoca ca estaremos todos a bater palmas de contentes
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 16:26

DonCarlito

O sueco é muito importante, mas não joga sozinho. Quando sair, outro virá. A equipa de contratações já está trabalhar.
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De Bruno Mimoso a 09.04.2025 às 08:05

Finalmente alguém com cabeça a falar as coisas certas.
Atrás de um teclado e no FM todos são bons.
Parabéns pela análise assino por baixo.
SL
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 16:30

Bruno Mimoso

Obrigado. Não sou o único que procura fazer análises realistas. Já li aqui opiniões muito correctas, mas a maioria dos adeptos só vê resultados, que em função das circunstâncias não têm sido muito maus.
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De Bruno Mimoso a 09.04.2025 às 18:33

Nem mais. Há que manter a serenidade e não ser o desespero nas derrotas e a euforia nas vitórias. No fundo é um desporto e infelizmente em Portugal não há cultura desportiva. Se fico chateado nas derrotas? Claro que fico, mas há que manter a calma e saber que o momento esta época não foi favorável e mesmo assim há trabalho feito. Feliz por saber que ainda há pessoas com visão além dos óculos sejam eles verdes, vermelhos ou azuis. SL
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De Rui Pedro a 09.04.2025 às 09:29

Subscrevo o texto.
Ainda que nos custe, o futebol atual é um negócio.
Por isso, a médio e longo prazo, só uma coisa interessa para um clube manter-se no topo: ir todos os anos à Liga dos Campeões, e fazer aí uma carreira razoável.
E manter uma gestão rigorosa, sob pena de acontecer como o Porto.
Custa não ver o Sporting campeão esta época, mas é muito diferente acabar em 2º ou em 4º.
E parece que esta tem sido a política da atual direção.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 16:45



Rui Pedro

Sejamos realistas. No actual contexto nenhum clube consegue ser campeão todos os anos. Esse tempo já passou. Existe mais competitividade entre os principais candidatos, não esquecendo a importância do dinheiro como bem refere. O equilíbrio entre receitas e despesa é fundamental. Depois há factores aleatórios que ninguém controla.

Este ano ,tivemos a conquista do título muito bem encaminhada e se não fosse a instabilidade criada pela saída de Amorim, penso que já estaria garantido
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De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 09.04.2025 às 10:41

Perfeitamente de acordo com o texto do post, pelo clarividência e sensatez.
E, precisamente, porque temos memória.
Determinante e fundamental, é a estabilidade, a credibilidade, uma gestão responsável e equilibrada, para que o sucesso possa estar sempre mais perto e tangível.
A racionalidade e a razão, tem de imperar e se sobrepor á paixão, pese embora esta última, por vezes causar dor e angústia.
Mas o caminho não pode ser desviante, nem aventureiro, nem irresponsável.
Com o lema de "fazer mais, gastando menos", conseguimos salvar o clube, equilibrar e controlar as contas, obter lucros, investir e criar mais valias e património, ganhar competições, estar na dianteira estrutural e organizativa tanto no presente, como nos alicerces para o futuro.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 16:55

Rumo Certo---

Obrigado pelo contributo. Infelizmente a razão e a racionalidade não são apanágio do adepto, com honrosas excepções. Por outro lado ,a paixão também é necessária desde que não ultrapasse determinados limites. De uma forma geral ,a Direcção tem gerido a situação com equilíbrio e firmeza. Se assim não fosse ,penso que não teríamos ganho dois campeonatos nos últimos anos-
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De Paulo SCP a 09.04.2025 às 10:48

Tudo verdade, mas a um treinador do Sporting já com 8 anos de experiência como treinador pede-se mais: mais ambição, maior reação em campo, melhor comunicação.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 17:01

Paulo SCP

Não existe perfeição, e isso aplica-se também aos treinadores e jogadores de futebol. Não me parece que tenha falta de ambição, a reação em campo depende das hipóteses, quanto à comunicação concordo que não é a melhor pelo menos quando comparado com o anterior.
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De Leão Zargo a 09.04.2025 às 11:25

Caro Nação Valente

Este seu texto revela com precisão muito do que me ocorreu depois do jogo com o Braga, mas que não fui capaz de exprimir. Na verdade, cometeram-se erros, com Rui Borges como com Ruben Amorim, mas isso faz parte do futebol. Muito a propósito, Jean-Paul Sartre escreveu que "num jogo de futebol tudo se complica com a presença da equipa adversária". Os outros também jogam.
No atual contexto, em que já não estamos no ponto de partida da temporada, mas na fase decisiva das duas competições mais importantes (Campeonato e Taça) o importante é juntarmos forças, sinergias, para que a nossa equipa tenha capacidade, audácia e decisão para ser vitoriosa. Neste momento, tudo é possível. O balanço será feito no final da época.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 17:16

Ora amigo Leão Zargo, trouxe para a discussão uma evidência, que quase sempre esquecemos. Se jogássemos sozinhos ganhávamos sempre, mas se assim fosse, por absurdo, qual era o prazer do jogo.

O que às vezes me angustia é que este campeonato foi bem preparado e estava a decorrer de vento em popa, e que pelo acontecimento inesperado, descarrilou. Se isso não tivesse acontecido, mesmo com outras contrariedades, penso que estaríamos muito melhor.

No entanto, continuamos na luta, mas precisamos de manter tudo o que diz, sem perder a serenidade.
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De Luís Carvalho a 09.04.2025 às 11:56

O Caro Nação Valente é a pessoa ideal para vir colocar uns panos quentes na situação, no debate que aqui se instalou após a decepção do último jogo. Concordo com algumas coisas que escreve, discordo de outras. Não creio que Rui Borges seja bestial, nunca o será, mas também não é uma besta. É verdade e já ontem o escrevi que RB é vítima de herdar uma situação difícil, a passagem de João Pereira pela equipa foi um erro de gestão grosseiro, um plantel depauperado pelas lesões e nunca me esquecerei de o mencionar da falta de capacidade da SAD para trazer um médio no mercado de inverno. Mas também é verdade que RB não tem mostrado estofo, capacidade de liderança, ser capaz com a sua intervenção no jogo, mudar para melhor a equipa. Tem sido um treinador mediano, que como chef de cozinha nunca teria uma estrela Michelin. É óbvio e natural que o mundo Sportinguista esteja deprimido, após o excepcional começo de Liga, a perda de pontos em jogos teoricamente acessíveis e agora a passagem para o segundo lugar numa jornada onde havia a perspectiva contrária, a de cimentar a primeira posição, deixa marcas. Mas marcas muito mais profundas chegarão se o Sporting não ganhar a Liga( o mais provável) e se a isso somarmos a saída de Gyökeres( parece inevitável) teremos dado um passo atrás na recuperação que o Sporting tem tido nos últimos anos. Para terminar, a questão Harder. Harder não é um jogador feito, não é um portento de técnica, mas é muito forte, dá muito trabalho às defesas, é um jogador que prende defesas e remata, marca golos, parece que alguns já esqueceram a vitória em Braga, e não jogou na ala, jogou no meio, com Gyökeres, mas o treinador era outro, com outra bagagem( infelizmente já feita para outras paragens).
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 17:38

Caro Luís Carvalho

Compreendo e agradeço a sua participação, sempre lúcida embora com algumas discordâncias. Sobre a análise que faz das características do treinador, considero que ainda não tenho dados suficientes para corroborar o que escreve, mas em relação a perder jogos fáceis, é verdade que também ganhou alguns difíceis. No entanto, eu não ponho um foco tão determinante nos treinadores. O trabalho deste não se faz apenas no jogo e nas substituições, vai muito para além disso. Nos últimos jogos, teoricamente fáceis, em que perdeu pontos, aconteceram erros de que não é responsável e que colocaram a equipa jogar com dez. Em conclusão, acho que é cedo para dizer se é Top, ou não.

O treinador que dirigiu a equipa em Braga, tinha ainda a equipa que Rui Borges nunca teve. Como tenho memória ainda me lembro de jogos fáceis que esse treinador perdeu. Tudo é relativo.
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De Luís Carvalho a 09.04.2025 às 23:29

Meu Caro, ter opiniões diferentes é até salutar, e ter visões diferentes do Clube também, seria muito pouco interessante e até invulgar que todos víssemos o presente e o futuro da mesma forma. Há algo que nos distingue, o meu Caro é sempre alguém que procura não censurar, não criticar, que quase entende tudo como uma benção , como algo inevitável, que já alguém decidiu, tinha que acontecer. Não sou nada assim, creio que muito do que nos acontece na vida, pode ser moldado por nós, pode ser criado por nós. A crítica interna é necessária, a avaliação deve ser permanente, ser compreensivo com erros de uma forma continuada só prejudica o Sporting.
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De Naçao Valente a 10.04.2025 às 01:26

O caro Luís Carvalho faz uma apreciação sobre o meu posicionamento que é a inversa do que sou. Sempre fui e serei crítico no futebol ou na vida. Muito menos considero seja o que for inevitável.

Se há alguém que teve de moldar a sua vida, nada fácil ,desde sempre, fui eu. Mas este não é o local para ter essa discussão.

Na minha perspectiva, a crítica e a avaliação fazem parte do nosso dia a dia. O que não faço é uma avaliação seja do que for sem estar na posse do máximo de informação, que aliás é um princípio da ciência. Ver a ponta de um iceberg. não é suficiente para o conhecer.

Portanto, ao contrário do que diz, serei sempre crítico de apreciações, que não me parecem totalmente fundamentadas.
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De Leão do Norte a 09.04.2025 às 12:38

Amigo Nação Valente,

Num plantel como o do Sporting, mesmo com as limitações e adversidades conhecidas, e com um jogador de rendimento estratosférico como o Gyökeres, é sempre difícil definir o ponto onde o treinador é um aditivo ou, pelo contrário, passa a ter um efeito "impeditivo" para se atingir o sucesso.
Aplicar esta realidade ao Rui Borges levar-nos-ia muito para lá da opiniões baseadas numa simpatia optimista ou numa antipatia crítica. Ate porque, necessariamente, teria de incluir a avaliação do seu trajecto anterior ao Sporting.

Mas uma coisa tenho certa. Este não é o momento da época para colocar estas questões ou fazer avaliações. É tempo de reunir as "tropas", focalizar os objectivos e redobrar esforços para os conseguir. São admissíveis palavras de insatisfação logo após um resultado menos positivo. É uma espécie de catarse depurativa, passe a redundância. Mas após esta breve "libertação", é inadmissível desperdiçar energias enquanto os objectivos estão ao alcance.

P.S. Um líder é "sempre" responsável pelas acções dos seus comandados, independentemente delas corresponderem a erros infantis ou falhas grotescas. Não assumir essa responsabilidade é diminuir a sua capacidade para liderar.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 18:45

Amigo Leão do Norte

É sempre um gosto ler as suas opiniões certeiras e bem fundamentadas, excepto talvez, depois dos jogos negativos, onde as emoções andam à solta. Mas isso faz parte da nossa idiossincrasia, com naturalidade.

Sem ter uma tendência muito acentuada para paixões descontroladas, também fico triste e deprimido depois de um mau resultado, mas faço a catarse e passo à frente. Quando gasto energia a discutir assuntos do Sporting, procuro fazê-lo com moderação e bom senso. Não gosto de ver apreciações de jogadores e técnicos, baseadas em percepções e não em realidades.

Não sei como responder sobre a responsabilidade dos "líderes". O que posso acrescentar é que considero as responsabilidades relativas e não absolutas.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 00:00

Na minha racionalidade o Sporting é uma das raras excepções. E é um facto que não me desagrada.
A vida deve ser "temperada" com emoção e ser o desporto, especificamente o Sporting, esse tempero é algo que me agrada. Agrega o meu lado emocional a uma característica fundamental do desporto.
Depois de jogos negativos prefiro soltar as minhas emoções. Para além de estar a ser genuíno, a expressão dessas emoções permite-me estruturar muito do pensamento futuro.

As responsabilidades de um líder podem não ser absolutas, mas quanto mais diluirmos essas responsabilidades, mais enfraquecemos a liderança.
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De Francisco a 09.04.2025 às 12:44

"Com as mesmas condições quem faria melhor?"
Recordo que até ao passado mês de Março toda a gente dizia que o plantel do Sporting era o mais valioso. O que aconteceu no último mês, para deixar de o ser, é que me falta saber.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 17:46

Francisco

"Quem faria melhor"? Uma boa questão, mas que é de difícil resposta. Nós que estamos de fora e não vemos a totalidade do trabalho, temos tendência a avaliar pelas aparências, o que aumenta o risco de errar.
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De Mário Ferreira a 09.04.2025 às 13:07

Um treinador que disse do Harder aquilo que se sabe, mostrou que não tem condições, estofo, para ser treinador do Sporting. Assim sendo, no fim da época e apenas nessa altura, espero que seja corrido. Independentemente do que venha a ganhar.
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De Naçao Valente a 09.04.2025 às 17:48

Mário Ferreira

Duas coisas erradas não fazem uma certa. Não é assim que eu estou na vida, mas admito que haja quem esteja.
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De Mário Ferreira a 09.04.2025 às 20:38

A única coisa verdadeiramente errada é ter-se como treinador alguém sem categoria para treinar o Sporting.
Não nos podemos dar ao luxo de ter um treinador que desvaloriza ativos.
Mas admito, é não por mera cortesia, que o Nação Valente tenha uma opinião diferente.
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De Naçao Valente a 10.04.2025 às 00:54

Harder foi titular quando Gyokeres esteve lesionado, e que nunca é substituído. Sendo ponta de lança, joga fora da posição e s vezes erra. O que está errado é o treinador fazer críticas públicas. Isso tem de ser resolvido internamente. Tornar isso num debate público, interessa apenas à comunicação social. Rui Borges não pode perder a serenidade perante perguntas de jornalistas.

A expressão "desvaloriza activos" parece-me exagerada, assim como categorizar qualquer pessoa por uma frase. O que vai determinar a avaliação do treinador, é ganhar ou não títulos

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