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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Até pode ser que Pinto da Costa esteja limitado pela idade, todos mais tarde ou mais cedo acabamos por estar. Mas também pode ser estratégia, pois continua a ser uma velha raposa. Por outro lado, Pinto da Costa, conhece os meandros do futebol como ninguém e sabe que ainda está chamuscado por casos de arbitragem. Portanto é natural que se afaste dessas polémicas.
E com todo o respeito pelas opiniões expressas, eu considero que nesta questão de estabelecer influências não há inocentes. No nosso Sporting, se for possível criá-las, não me parece que sejam enjeitadas. Temos um exemplo bem recente de um membro da direcção anterior, embora concretizado de forma grosseira e muito ingénua.
Bruno de Carvalho apareceu na praça como o grande moralizador, mas apenas de fachada. É impossível que alguém queira, como "outsider", mudar uma realidade muito complexa. O estabelecimento de redes de influência, criticável, mas generalizada, exige muita inteligência, alguma paciência, e nunca se faz através de "sound bites" na praça pública.
Sobre a questão dos "vouchers" em concreto, percebo que os sportinguistas queiram alimentar o assunto com o intuito de descredibilizar a direcção do rival. E considero que se cometeram ilícito, devem ser castigados. Cabe às instâncias adequadas actuar em conformidade. Sem pôr em causa a liberdade que todos temos de manifestar opinião soube o que nos aprouver, prefiro a rivalidade que existe dentro das quatro linhas. Talvez porque já esteja afectado pela marcha inexorável do tempo.
Nação Valente
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