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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

O prazo para a entrega de listas para os órgãos sociais do Sporting terminou esta quinta-feira, dia em que Bruno Sorreluz entregou a candidatura junto do presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Palma.
Parto do princípio que o candidato terá as suas razões genuínas e que não sejam outros que tenham motivos para ele ser o rosto de uma candidatura às eleições do nosso Clube. O Sporting é uma instituição democrática, pode e deve ser debatido, sempre com a noção que é um dos clubes fundadores do futebol português e não uma sociedade recreativa.
Qualquer sócio que reúna condições legais para se candidatar é livre de o fazer e terá sempre o meu respeito desde que eleve o debate. Este é um princípio fundamental. Os candidatos têm a obrigação de discutir o Sporting com paixão, conhecimento e verdade, e que não entrem em populismos, esse período foi hediondo e prejudicial para o Clube.
Bruno Sorreluz apresenta-se com Nélson de Almeida Nave, candidato a presidente da Mesa da Assembleia Geral, e Pedro Figueiredo Pratas, candidato a presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar. Frederico Varandas, que preside ao Sporting desde 2018, já tinha apresentado as assinaturas necessárias para concorrer às eleições, na quarta-feira.
Rui
Sim, há um tempo a que o Sporting não (nem deve) regressar. Acredito que os sócios não permitirão. Não estou considerando o próximo ato eleitoral, mas o de 2030.
Não vejo qualquer relação entre Bruno Sorreluz e Pedro Madeira Rodrigues. Não existe, pode crer.
Lamento esta candidatura de alguém que se candidata apenas com o propósito de promover o seu restaurante, em que até a mandatária da candidatura é a sua própria mulher!
Com o bem referiu o “Leão Zargo”, o SPORTING não é uma sociedade recreativa – José de Alvalade fundou-o com a visão de criar um clube desportivo, "tão grande como os maiores da Europa", na sequência da cisão com o Campo Grande Football Club, cujos membros preferiam as actividades sociais e recreativas – e que ao longo dos mais de cem anos da sua história se tornou, como era o desejo do seu fundador num dos maiores clubes europeus.
Merece, por isso, o maior respeito, sobretudo por parte dos seus sócios e adeptos.
Senhor Bruno Sá se realmente gosta do SPORTING deixe-se de populismos baratos, aproveitando-se do SPORTING como marketing publicitário do restaurante e retire a sua candidatura, em nome da dignidade do nosso GRANDE SPORTING!
Carlos Antunes
Sócio n.º 4.659-0
António Pinto
Espero que ele não esteja a ser utilizado por outros que tenham motivos para ele ser o rosto de uma candidatura às eleições do Sporting. Se for isso não vai longe. Não me perturba que haja mais do que uma candidatura, em democracia é assim, debatem-se as ideias e os eleitores escolhem. Se avançar mesmo com a ida a sufrágio será uma goleada mas ele lá sabe no que se mete.
Isso de O Jogo não surpreende. Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.
Caro Luis Carvalho
Em princípio, qualquer eleição democrática no Sporting sai beneficiada no confronto de ideias e no debate de projetos, desde que seja feito com conhecimento e honestidade. Não tenho dúvidas quanto a isso, mesmo se o confronto é com alguém que está a realizar um bom trabalho.
Na verdade, há sempre margem para melhorar, para evoluir. Até porque a realidade desportiva e financeira do próximo mandato terá alterações relativamente ao anterior. A sociedade não para, a economia não para, em suma, nada está imóvel. Também votarei em Frederico Varandas como em 2018 e 2022, mas tenho interesse em ouvir debater propostas alternativas. Veremos o que acontece.
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