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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

A UEFA tem vindo a dar vários bons exemplos de responsabilidade na gestão da crise do futebol. Assumiu enormes custos económicos para que as ligas profissionais consigam manter a cadeia de valor em que o desporto-rei está assente. Mas não há milagres. Por muito que Ceferin e quem o aconselha puxe pela cabeça para encontrar soluções, as ligas têm de ter todos os cenários previstos.
Refira-se que em Portugal a FPF tem tido também um comportamento bem superior ao que temos visto noutras paragens. E a Liga de Clubes tem tentado. Mas as guerras entre emblemas não ajudam a que se faça um trabalho isento de erros. A afirmação definitiva de Proença passa muito pela forma como sair da crise. E da relação que conseguir manter com a federação. É com estas duas instituições que o futebol português poderá salvar-se. Se estão à espera que sejam os clubes profissionais a apontar o caminho, esqueçam. É cada um por si.
O juiz fanático de Rui Pinto pediu escusa. Pena ter sido só depois de tornado público o comportamento que tinha nas redes sociais no tema que se prepara para julgar. Pior, não o assume no pedido de escusa. Depois do escândalo na Relação, é assustador aquilo a que assistimos na Justiça. E é este homem que está no caso e-Toupeira. E cheira-me que se vai manter neste processo. Se assim for, prova-se que estamos entregues aos bichos.
Bernardo Ribeiro, Director de Record
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