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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

César Peixoto comentou pela primeira vez a polémica sobre a frase que proferiu a Bruno Lage, após o final da partida com o Benfica, confirmando o que disse ao treinador do Benfica. Instado a esclarecer, o técnico do Gil Vicente mostrou-se tranquilo e criticou a cultura desportiva em Portugal:
“Meteram-me numa guerra que não é minha. O problema não sou eu, mas a cultura desportiva em Portugal. Fui educado, a minha espinha dorsal é assim, não vou mudar em função de redes sociais ou opiniões. Disse ao Bruno o que diria ao treinador do Sporting.
No final disse ao Lage ‘que sejas campeão’, mas a verdade é que isso não me diz nada. Não vou alterar a minha postura enquanto homem, sou muito honrado. Este ano, em outro clube [Moreirense] tirei pontos ao Benfica e ainda proferi declarações no final a dizer que não nos deixaram ganhar. Levei multa e fui castigado. Na Luz, disse que houve um penálti a nosso favor. Se fosse benfiquista, não falava. Sinceramente, não sei qual é o problema. Foi uma frase de cordialidade, de simpatia. Repito, esta é uma guerra que não é minha. Disse a frase ao Bruno Lage e voltaria a fazê-lo...”.
Não vou questionar a honorabilidade de César Peixoto e até entendo que se a polémica é só isto, está-se a fazer uma montanha de um simples monte, apesar de considerar muito improvável ele dizer o mesmo ao treinador do Sporting.
Aliás, incomodou-me muito mais César Peixoto ter optado por castigar o médio Kanya Fujimoto - não sei a que propósito - precisamente no jogo com o Benfica. Isto, com um dos jogadores mais importantes do Gil Vicente, 28 jogos realizados, 5 golos e 4 assistências. Um cenário que pode precipitar suspeitas.
P.S.: Fui ver a respectiva ficha de jogo e verifiquei que Kanya Fujimoto entrou aos 61', já Rúben Fernandes, defesa sempre titular nos 28 jogos da equipa, não saiu do banco.
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