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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Um bom guarda-redes pode ter um dia mau. Um grande guarda-redes pode ter um dia péssimo. Mas o pior cenário é quando o dia mau de um bom guarda-redes coincide com a desinspiração colectiva. É óbvio que Rúben Amorim não vai retirar a confiança a Antonio Adán. Até porque não tem no banco um guarda-redes que lhe ofereça mais garantias. Mas ele sabe que nós sabemos que é ali, na baliza, que está o ouro para os adversários. E se o Sporting tem sido muito elogiado pelas contratações cirúrgicas que fez também deve ser criticado por deixar que um problema pontual tenha degenerado numa doença crónica. Agora já não vai lá com terapêutica. É mesmo preciso uma intervenção cirúrgica a fim de remover o “quisto” antes que contamine o resto da equipa. O que só deverá acontecer na próxima temporada.
Excerto da crónica de Bruno Vieira Amaral, em Tribuna Expresso
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