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img_192x192$2020_05_11_16_42_27_1697973.jpgNo Sporting, todos queremos o mesmo: vencer. E parecemos concordar no que é necessário para vencer: união, qualidade de gestão, uma aposta forte na formação complementada por um scouting de qualidade, tudo isto enquanto preservamos o ecletismo que é a marca do Clube. Sendo isto bem claro, por que razão não vencemos nem sequer estamos unidos? Porque discordamos sobre como conseguir o necessário e porque já nem sequer conseguimos concordar na forma de o discutir. É isto que está a montante das condições que permitem o sucesso. Tem tudo a ver com o modelo de governo do Clube e a cultura que nele prevalece.

Em vez de repetir lugares comuns, que escondem as decisões importantes e difíceis, vou expor porque defendo um modelo de governo diferente para o clube. Infelizmente, as últimas eleições foram uma oportunidade perdida. Paradoxalmente, o risco existencial da atual crise para o clube pode ser a oportunidade para nos unirmos em torno de um modelo diferente.

O grave impacto da pandemia será particularmente negativo para o futebol profissional. Assistiremos a quedas muito significativas nas principais fontes de receita: bilheteira e ‘match day revenues’, direitos televisivos, publicidade e ‘vendas’ de activos. Isto colocará significativamente em causa a sustentabilidade financeira dos clubes e agravará, ainda mais, o diferencial competitivo (entre clubes e ligas) e os riscos para a integridade das competições (nomeadamente, com a entrada de capitais de fidelidade duvidosa). Mas também podemos usar esta crise como uma oportunidade única para reflectir sobre estes problemas e procurar perceber como realmente os corrigir. Começando no nosso Clube, mas com uma estratégia para todo o futebol português.

1 – Mudar o governo do Clube para mudar a SAD. Todos falam da importância de uma gestão profissional mas muito poucos são consequentes com isso. Qual é a probabilidade de encontrar nos associados do nosso Clube uma equipa altamente profissional de gestão desportiva? Nós somos apaixonados do Clube mas poucos são profissionais de gestão desportiva. Não faz sentido restringir o nosso campo de recrutamento dessa forma. E não podemos achar de forma alguma que temos uma gestão profissional só porque pagamos de forma profissional a um grupo de associados que se põe a gerir a SAD... É um equivoco tratar as eleições para o Clube como um processo de selecção da gestão da SAD. Devem ser eleições para escolher quem melhor representa os associados na escolha da gestão da SAD (e no clube, onde isso também seja necessário). Desta forma alargamos substancialmente o campo de recrutamento para escolher os melhores (nacionais ou estrangeiros).

E com outra enorme vantagem. A concentração de poderes (na figura do presidente) que o actual modelo promove, limita muito radical e fortemente os instrumentos de escrutínio, responsabilização e controle de poder. Dá-se o poder absoluto a alguém durante o seu mandato. Isto nunca conduz a bons resultados. É verdade que outros têm tido vitórias com modelos semelhantes, mas com duas características: a criação de cultos de personalidade, independentemente do que faça para vencer; a eternização no poder e a perda de controle sobre o que se passa dentro do clube. Na prática, teme-se a venda do clube mas, depois, dá-se de graça a alguns para porem e disporem...

O modelo que defendo não só permite como exige a criação adicional de um conjunto de princípios de bom governo interno: limitação de mandatos; controles de integridade para os titulares dos órgãos sociais e gestores da SAD; declaração de interesses e de património e estrito controle dos conflitos de interesse; código de conduta para dirigentes, atletas e funcionários do Clube; promoção de transparência total, desde a situação financeira e contratações de jogadores aos concursos para funcionários e prestações de serviços; uma unidade de compliance e uma comissão independente de ética no clube que monitorize estas diferentes dimensões (separando as funções do Conselho Fiscal e Disciplinar).

Esta cultura de bom governo interno e de forte escrutínio e responsabilização de gestão é o que conduzirá à escolha dos melhores profissionais na gestão desportiva e à adopção dos melhores processos de decisão, e ainda com efeitos transversais. É necessária a melhor experiência dentro e fora do estádio: das vitórias à qualidade do futebol; do que vemos no campo à experiência vista no exterior; do futebol às modalidades; do sucesso de hoje à antecipação das tendências futuras. Tudo está relacionado. Num clube com a cultura certa de gestão estas diferentes dimensões são não apenas necessárias como se alimentam mutuamente. É essa cultura que temos de promover.

2 – Unir o Clube respeitando a sua bem vincada diversidade. Esta alteração da cultura de governo constitui também uma excelente oportunidade para a sua união. Se passarmos a escolher quem realmente nos possa representar em vez de escolhermos um qualquer ‘Imperador’ , retiramos boa parte dos incentivos perversos que fracturam constantemente o Clube. Nas últimas eleições defendi, sem grande sucesso, a necessidade de uma direcção agregadora de diferentes sensibilidades.

O Clube não sai da crise no actual clima de guerra civil. Esta semana tivemos um debate de qualidade entre Tomás Froes e Samuel Almeida nas páginas deste jornal. Eu estou mais de acordo com o Samuel, mas reconheço que ambos querem o melhor para o Sporting. Temos de debater civilizadamente e tirar partido da paixão e competências de todos.

Abraham Lincoln, presidente norte-americano durante a guerra civil, escolheu para a sua administração não outros como ele mas sim os seus rivais. Sabia que para conduzir o país durante a guerra civil era fundamental ter a seu lado essas diferentes personalidades. Só isso oferecia a base de apoio e autoridade de que o país precisava em tal contexto.

Nunca será possível juntar todos... mas devíamos juntar a vasta maioria. É fundamental para o que o Sporting precisa. Para isso, temos de retirar o ‘Santo Graal’ do poder absoluto à presidência. Quem for eleito deve antes moderar várias sensibilidades numa proposta aos sócios de um modelo de gestão profissional e na escolha dos gestores que o irão implementar. Não precisamos de mais dirigentes arrogantes, mas sim de quem conheça os limites do que sabe. Não precisamos de quem queira mandar na SAD, mas de quem esteja disposto a representar os sportinguistas na escolha dos profissionais que a irão gerir.

Um Clube com esta forma de governo e esta cultura é o que desejo para o futuro. Só este clube, e com a autoridade decorrente destas reformas, estará em condições de liderar a também tão necessária reforma do futebol português.

Miguel Poiares Maduro, em Record

Nota: Este artigo mais parece um discurso de candidatura, mas não só não conheço a pessoa o suficiente para o afirmar, como também tenho uma vaga ideia que Miguel Poiares Maduro já fez saber noutras ocasiões públicas que não alimenta essa ambição.

Isto dito, subscrevo genericamente muitas das considerações. Acho que o todo da sua ideia teria maior impacte abreviando a apresentação e focando as questões mais essenciais.

publicado às 03:48

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29 comentários

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De LG a 13.05.2020 às 08:28

MIguel Poiares Maduro fala bem, tem boas relações, será como diz o Rui, um texto para fazer curriculo para um futuro a médio prazo.

Mas qual "direção agregadora de diferentes sensibilidades".
A solução é muito mais simples, entregamos (formalmente, porque na prática...) a liderança do futebol ao Sr. Comendador.
Só entrando (mais) no carrocel chegaremos à terra do leite e do mel. Os resultados têm sido ótimos.


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De LG a 13.05.2020 às 08:36

PS: Poiares Maduro parece-me mais um ponta de lança da privatização do Sporting, noutra vertente: a separação da liderança entre clube e SAD, Poiares Maduro mais interessado na presidência do clube e deixaria a SAD para o grande milionário que (lá está) nos traria o leite e o mel.

Coincidência, arranjou espaço para escrever no Record, onde por coincidência tem outras vozes a escrever que defendem veementemente a ditadorização da SAD, com destaque para Carlos Barbosa de Oliveira.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 09:21

Acho que quer dizer Carlos Barbosa da Cruz.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:32

P.S.: Esse "grande milionário" que refere, sendo a mesma pessoa que eu penso, terá os seus próprios afazeres/problemas e não o vejo abraçar os do Sporting, no que à gestão do futebol diz respeito.
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De ChakraIndigo a 13.05.2020 às 12:24

Não só estou de acordo como forma de gestão de todas as SAD (o Benfica em tempo foi buscar um gestor, na altura até sportinguista), como as linhas orientadoras que são aqui defendidas já eu as defendo há anos.
Começando na limitação de mandatos e acabando na declaração de interesses e fiscalização independente e escrutínio da gestão das SAD.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 14:42

Benfica e FC Porto estão numa situação única precisamente pelos dois presidentes que são são patrões absolutos de tudo e mais alguma coisa.

Mesmo assim e até admitindo que o SLB esteja melhor, segundo tudo o que é possível apurar, o clube do Norte enfrenta problemas financeiros gravíssimos.
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De ChakraIndigo a 13.05.2020 às 15:13

Então será de admitir que existem diferenças na gestão das duas SAD,s.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:34

A maior diferença, que é muito pouco divulgada, é que o Benfica também tem os seus grandes problemas, mesmo admitindo que com as vendas em tempos mais recentes possa estar em melhores condições.
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De ChakraIndigo a 13.05.2020 às 20:11

O Benfica tem os mesmos problemas que os outros grandes, uma grande dependência das verbas dos direitos de televisão, dos prémios da Champions e dos valores das transferências.

No entanto, a gestão do clube levou-o a que conste entre os 30 clubes mais "ricos" do Mundo, é um dos 3 clubes com mais lucro nas transferências de jogadores, tem uma das melhores formações do Mundo e com mais proveitos economicos, e na ultima década tem mais uma participação que o FCPorto na Champions.

Em termos financeiros, e que demonstram a consistência do seu projecto desportivo e de gestão, desde 2010 a Janeiro de 2020 (9 anos e meio) o Benfica tem um resultado liquido acumulado de +210M, tendo apresentado apenas dois semestres com resultados negativos no mesmo período, e de há 6 épocas a esta parte apresenta sempre uma evolução nos seus resultados líquidos acumulados.

Ao invés, o Sporting no mesmo período apresenta um RL com -20.8M de prejuízo (se considerarmos com VMOCs são -148.7M - aguarda-se a recompra dessas VMOCs com um desconto de 70%).

O FCPorto, no mesmo período apresenta um RL miserável com -199.6M, e prepara-se para apresentar um escandaloso resultado negativo de mais de -230M!!! em Junho próximo.

Penso que existem enormes diferenças na gestão dos 3 clubes, como demonstra um período de uma década, que não tem a ver com uma ou outra transferência, e ainda está por perceber, ou não, como é que o clube do Porto facturou mais de mil milhões de euros em transferências no referido período e tem estes resultados, e mantém-se numa disputa beneficiando de concorrência desleal.

Se eu tiver um Ferrari e não o pagar também posso disputar uma corrida com quem o tenha e o tenha pago, e até ganhar, nem que depois venda tudo para sobreviver.
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De Indiana Julio a 13.05.2020 às 13:02

Miguel Poiares Maduro descobriu o Sporting faz 2 anos , não faço ideia se as suas constantes aparições desde então fazem parte de uma qualquer estratégia de marcar pontos que terão como finalidade de vir mais tarde a apresentar-se como forte opção á presidência do clube.
Não tenho nada contra, até ver , o Sporting tem um presidente neste momento que tem nos próximos tempos a oportunidade de fazer mais e melhor do que tem feito ao nível do futebol mas terá legitimamente a sua oportunidade.

Isto de ser-se presidente do Sporting ou dos 3 grandes é bem diferente de o ser num outro qualquer clube português , do excessivo bonzinho será visto como um bananas e comido de cebolada ao demasiado arrogante será trucidado pelo sistema vigente, pelos dinossauros do futebol português.
Tem situações que presidente nenhum do Sporting pode mudar sem primeiro aderir a algumas coisas plantadas neste futebol português, para primeiro as compreender como funcionam e só depois tentar encontrar a melhor solução para acabar com elas.

Os modelos que se propõem são teorias que so depois na pratica se pode concluir se deram ou não certo , as boas intenções porque eram de facto boas intenções não tenho duvidas, do modelo apresentado pelo presidente Roquette não tiveram depois o efeito desejado ou porque não funciona ou porque não tem sido bem interpretado pelos presidentes que o precederam ( resalvo Dias da Cunha).

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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 14:39

Não posso afirmar que conheço bem Miguel Poiares Maduro, mas duvido muito que só tenha "descoberto" o Sporting há dois anos.

Também não sei se ele aspira à presidência do Clube, mas como refiro no post, tenho uma vaga ideia de ele ter negado essa hipótese.

O assunto que ele aborda é tema de debate constante e não só no Sporting. O actual modelo administrativo Clube/SAD não funciona, especialmente no nosso Clube. Se a solução é privatizar a SAD é caso para muita discussão e suspeito que nunca será consensual.

Já o referi vezes sem conta. Compreende-se o presidente do SCP ser também o presidente da SAD, uma vez que o Clube é o accionista maioritário. O que está errado e que obviamente não resulta no Sporting, é o presidente assumir a liderança do futebol. É precisamente neste enquadramento que inúmeros erros têm sido cometidos e acaba por ser um grande factor que nos afasta da conquista do título.

Muito mais pode ser argumentado sobre isto, mas vou ficar por aqui.
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De ChakraIndigo a 13.05.2020 às 15:11

Caro Rui Gomes,
na minha interpretação o que Poiares Maduro transmite não é bem a necessidade de privatizar as SAD,mas de tornar mais profissional a sua gestão, com a contratação de profissionais que possam trazer características diferentes que as de um simples adepto.

Pelo menos, foi a ideia com que fiquei.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 16:56

Não discordo, mas parece-me que ele é receptivo aos dois cenários.

Mas é verdade que sublinha aquilo que eu já há anos refiro no que diz respeito à estrutura do futebol do Sporting.
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De Indiana Julio a 13.05.2020 às 18:58

Sejamos honestos e menos ingénuos caro amigo , podemos sequer imaginar as cabeças e os modelos que caíram por muito revolucionários que fossem para o futuro do Sporting com o esquema corrupto que o apito dourado desvendou?

Podemos sequer imaginar as cabeças e os modelos que caíram e irão continuar a cair por muito fantásticos que sejam mantendo-se o atual sistema corrupto do futebol português?

Essa é que é a questão que poucos têm a coragem de abordar , porque è disso que se trata e é por aí que se tem que começar.

Teorias floreadas de como se deve funcionar um clube que se pretende ganhador estamos nos fartos de ouvir , o problema é que depois de la chegarem caem na real e começam logo as escusas e as desculpas de problemas financeiros para justificarem os sucessivos insucessos.

Circulo vicioso a pescadinha as voltas de rabo na boca.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:29

A conclusão, portanto, é que o Sporting precisa de um presidente que seja muito forte, competente e astuto para poder demascarar o sistema corrupto do futebol português.

Onde está esse homem?... Não conheço ninguém.
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De Indiana Julio a 13.05.2020 às 21:42

Eu ainda vivo na esperança que um dia apareça.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 23:07

Não acredito que um homem com essas qualidades se queira subjugar aos caprichos desmedidos dos sócios.
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De Indiana Julio a 14.05.2020 às 00:37

Esse é também um problema acrescido , mas o futebol português necessita de uma grande revolução, o modelo atual é muito apetecível para os chicos espertos que com relativa facilidade monopolizam os poderes de decisão a seu favor com a criação de sucessivos esquemas dentro de um esquema que se vai agigantando cada vez mais.
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De Anónimo a 13.05.2020 às 17:14

Eu também subscrevo as ideias de MPM. A questão é que , como não ganhamos a liga de futebol há muito, há muita falta de paciência e sempre muitos " gestores de bancada" . Portanto com as ideias apresentadas ( similares) e uma grande dose de paciência , eu concordo que chegaremos ao sucesso.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 17:19

Se não se identificar, não voltará a ser publicado. Obrigado.
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De Mike Portugal a 13.05.2020 às 18:59

Embora eu seja avesso a políticos no SCP, ele tem alguma razão no que diz. É preciso pessoas com as devidas capacidades em cada lugar. Varandas não tem capacidade nenhuma para ser presidente, pois para além da pobre comunicação e capacidade de motivação (essenciais num líder), também mostra que não se sabe rodear das pessoas certas (vide as escolhas para a estrutura do futebol).

Tendo as pessoas certas na estrutura, todas as suas insuficiências seriam mitigadas. Todos nós lhe "perdoaríamos" as gaffes nos seus discursos e nas suas entrevistas se a equipa estivesse bem orientada desde o início, a lutar pelo 1º lugar e se as finanças estivessem estáveis.
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De Indiana Julio a 13.05.2020 às 19:12

Caro amigo tudo certo mas ….mesmo assim.. nao chega!!

Espero sempre todos os días ansioso que apareça alguem com a coragem suficiente para abordar com soluçoes validas e revolucionarias o futuro do futebol portugués e dos seus campeonatos , porque a corrupçao nao se limita so na primeira liga estende-se por todas as outras ligas secundarias .

Quando chegar esse dia contem comigo para comentar a serio .

Primeiro resolver o grande problema que gere todos os outros problemas e só depois o nosso.

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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:30

Não tem comentado a sério até agora?

Não me parece que seja esse o caso.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:37

Julius,

Ainda sobre a sua referência a Miguel Poiares Maduro e os "dois anos", deixo-lhe aqui o link para o manifesto subscrito por ele e outros... em 2011.

http://sportingrecuperaridentidadeperdida.blogspot.com/2011/03/manifesto-por-um-debate-diferente-sobre.html
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De Indiana Julio a 13.05.2020 às 21:48

Os 2 anos foi uma forma de dizer, mas como.lhe disse nao tenho qualquer fundamento nem vontade de o criticar, estamos sempre abertos e dispostos as ideias para o clube.
Mas sigo sempre na expectativa que apareça alguem que primeiro toque e enfrente a ferida aberta em que vive o futebol portugues.
Se continuar à nao se fazer nada por essa ferida todos os que chegarem ao clube acabam afogados no seu sangue.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 23:19

Ao que consta, Poiares Maduro tem sido um homem muito activo dentro e também fora de Portugal. Parece-me mais um homem com ambições políticas do que clubísticas.
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:40

P.S: O supracitado manfesto é intitulado:

"Sporting - Recuperar a Identidade Perdida"
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De Rui Gomes a 13.05.2020 às 19:25

Mike,

E se o Mundo fosse perfeito... esqueceu-se de acrescentar!
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De Carlinha MR a 14.05.2020 às 02:43

Aprecio imenso as opiniões do Dr. Miguel Poiares Maduro!
Não me parece que tenha outro interesse, senão o de defender o que é melhor para o clube!
É muito ponderado, educado e é um sportinguista de alma e coração!

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