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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
DESTAQUES
“Ganhar é sempre importante para mantermos a nossa posição e não descermos. A série vitoriosa vale o que vale, como sempre, o que queremos é ganhar este jogo para manter a posição. As sensações para uma paragem de duas semanas são sempre melhores com uma vitória, vamos mais descansados porque nos mantivemos vivos na Liga dos Campeões, precisamos de um ponto na Taça da Liga, temos o jogo na Taça de Portugal… obviamente, será muito melhor vencer o jogo".
"A nossa forma de jogar não muda muito consoante o adversário, mas estamos preparados para um jogo muito mais físico, num campo muito mais difícil, e aquelas sensações boas de termos espaço e estarmos confortáveis no jogo, vão ser completamente diferentes. Temos de ter cuidado com os sítios onde vamos perder a bola, porque vamos sofrer com isso”.
“São fases, posso falar no Jovane, que no início foi essencial e andámos ali muito à volta das características dele, depois mudou-se para o Nuno [Santos] e agora está o Sarabia que tem estado muito bem. Aconteceu isso em várias posições, como na posição de lateral esquerdo. O Rúben Vinagre já teve as suas oportunidades, jogará quando terá de jogar e agora apostámos no Matheus Reis ali, que é a sua posição de origem e tem estado muito consistente, a ligar bem com o Pablo. Tem correspondido e merece estar a jogar”.
“Não falamos dos rivais aqui. A única coisa que posso dizer aos jogadores e a toda a gente no Sporting é que, há um mês, tínhamos duas derrotas na Champions e estávamos atrás do Benfica. O futebol é muda muito e não há bem que dure para sempre. Estas séries de vitórias não se costumam alongar muito e o que temos de fazer é ser humildes, encarando todos os jogos da mesma maneira. É indiferente o que se passa com os rivais, temos é de nos focar aqui, porque se demorou algum tempo a criar-se o ambiente que temos. Isso depende muito da forma como encaramos os desafios, a forma como as pessoas olham para nós, que abordamos os jogos da mesma forma, seja onde for, tem muito impacto. Fazendo isso, ficamos mais perto de garantir a nossa parte”.
“Não pretendo criar anda. Temos uma ideia e um orçamento, o que faço é respeitar a ideia — criar mais espaço para os jogadores da formação aparecerem na equipa principal — e o orçamento não sou eu que decido, é o Hugo Viana e o presidente, e temos de respeitar. Não dá para tudo. Se queremos manter os melhores, temos de renovar com eles a toda a hora. Há um caminho que escolhemos e perdemos umas coisas, mas ganhamos noutras".
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