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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Diego Simeone - técnico argentino do Atlético de Madrid - reaviva uma velha discussão ao referir o que ele considera ser a necessidade de existir um novo paradigma para o futebol a nível mundial. Na sua opinião, nada deve obstar a que os melhores treinadores acumulem o trabalho diário nos clubes com o cargo de selecionador dos respectivos países.
Para o efeito, não está directamente em causa o actual trabalho de Fernando Santos com a Selecção Nacional, assim como o de outros seleccionadores, dado que o argumento de Simeone visa um cenário global de futuro, porventura num enquadramento que também lhe permitiria orientar a Argentina.
«Já me questionei muitas vezes porque é que Guardiola não orienta a selecção de Espanha, Mourinho a de Portugal, Pellegrini a do Chile, Klopp a da Alemanha e Ancelotti a de Itália. Muitos treinadores, porventura os melhores, não podem orientar as seleções dos respectivos países.
«Não é positivo que assim seja. Temos de procurar soluções para nós, que queremos treinar os melhores clubes do mundo e também as nossas seleções. Pode ser que em breve seja possível».
A ideia não deixa de ter mérito, mas é evidente que a sua complexidade exige ponderação profunda, com os clubes a terem uma palavra muito importante no assunto. Só a FIFA poderá iniciar uma discussão neste sentido e não é de esperar uma solução a curto prazo.
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