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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

É mesmo conversa para inglês ver, mas não só, também para consumo dos sócios do Sporting nestes últimos dias de campanha eleitoral.
Refiro-me ao artigo de hoje no Record, obviamente encomendado pela candidatura de José Maria Ricciardi, sobre as supostas démarches em curso para devolver Adrien Silva a Alvalade na próxima janela de transferências de Janeiro.
Ele tanto vai regressar como Slimani regressou. Foi contratado pelo Leicester há um ano por 24,5 milhões de euros. Devido aos problemas de registo com a sua inscrição, só começou a treinar em Janeiro 2018. Tem contrato até Junho de 2021 e apesar do seu passe ter sofrido alguma desvalorização, ainda bate nos 20 milhões de euros. Além disso, nem sequer vale a pena falar do seu salário, muito distante das capacidades orçamentais do Sporting.
No entanto, indica o referido jornal que os "homens fortes" de Ricciardi, José Eduardo e Marco Caneira, já conseguiram um suposto "princípio de entendimento" com o jogador e, posteriormente, abordarão a sua entidade patronal, caso, evidentemente, Ricciardi seja eleito presidente.
Tudo conversa "fiada" sem o mais pequeno fio de verdade, que visa apenas caça ao voto. Ironica e lamentavelmente, há quem acredita em toda a "banha da cobra" que surge no mercado. Não há mais de duas horas tive uma conversa com um amigo meu sportinguista que defende veemente a fábula.
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