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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Num plantel como o do Sporting, mesmo com as limitações e adversidades conhecidas, e com um jogador de rendimento estratosférico como o Gyökeres, é sempre difícil definir o ponto onde o treinador é um aditivo ou, pelo contrário, passa a ter um efeito "impeditivo" para se atingir o sucesso.

Aplicar esta realidade ao Rui Borges levar-nos-ia muito para lá da opiniões baseadas numa simpatia optimista ou numa antipatia crítica. Até porque, necessariamente, teria de incluir a avaliação do seu trajecto anterior ao Sporting.
Mas uma coisa tenho certa. Este não é o momento da época para colocar estas questões ou fazer avaliações. É tempo de reunir as "tropas", focalizar os objectivos e redobrar esforços para os conseguir. São admissíveis palavras de insatisfação logo após um resultado menos positivo. É uma espécie de catarse depurativa, passe a redundância. Mas após esta breve "libertação", é inadmissível desperdiçar energias enquanto os objectivos estão ao alcance.
P.S.: Um real líder é sempre o principal responsável pelas acções dos seus comandados, independentemente dessas acções corresponderem a erros infantis ou falhas grotescas. Não assumir essa responsabilidade é diminuir a sua capacidade para liderar.
Texto da autoria de Leão do Norte
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