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É tempo de reunir as "tropas"

Rui Gomes, em 10.04.25

Num plantel como o do Sporting, mesmo com as limitações e adversidades conhecidas, e com um jogador de rendimento estratosférico como o Gyökeres, é sempre difícil definir o ponto onde o treinador é um aditivo ou, pelo contrário, passa a ter um efeito "impeditivo" para se atingir o sucesso.

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Aplicar esta realidade ao Rui Borges levar-nos-ia muito para lá da opiniões baseadas numa simpatia optimista ou numa antipatia crítica. Até porque, necessariamente, teria de incluir a avaliação do seu trajecto anterior ao Sporting.

Mas uma coisa tenho certa. Este não é o momento da época para colocar estas questões ou fazer avaliações. É tempo de reunir as "tropas", focalizar os objectivos e redobrar esforços para os conseguir. São admissíveis palavras de insatisfação logo após um resultado menos positivo. É uma espécie de catarse depurativa, passe a redundância. Mas após esta breve "libertação", é inadmissível desperdiçar energias enquanto os objectivos estão ao alcance.

P.S.: Um real líder é sempre o principal responsável pelas acções dos seus comandados, independentemente dessas acções corresponderem a erros infantis ou falhas grotescas. Não assumir essa responsabilidade é diminuir a sua capacidade para liderar.

Texto da autoria de Leão do Norte

publicado às 02:04

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42 comentários

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De Fala verdades a 10.04.2025 às 05:58

As lesões, más arbitragens sempre a favor dos mesmos, muito cansaço, banco curto só miúdos , era difícil fazer melhor, alguns erros táticos, falhanços de golos cantados em certos jogos que nos custaram pontos, está se a preparar um campeonato igual ao de 2015/16 ,onde está preparado a passadeira vermelha corrupta para ganhar o campeonato, a justiça tarda ,e nunca vai mudar.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 09:00

Fala Verdades,
Sabemos o contexto que revestiu o Sporting ao longo desta época. Conhecemos todos a realidade do futebol português. No entanto, que não sejamos nós, Sporting, a extender a passadeira.
Têm de levar connosco até ao fim. E no fim talvez tenham uma surpresa.
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De Júlio Tendeiro a 10.04.2025 às 07:38

Não foi um mero "resultado menos positivo" e a maioria do universo
sportinguista percebeu isso.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 09:18

Júlio Tendeiro,
A valorização ou quantificação de um resultado é sempre relativa. Este "doeu" por todo o contexto que o revestiu e pelas realidades que evidenciou.
Mas, passados uns dias, temos de seguir em frente. O tempo de carpir mágoas passou. Não estando na posição que desejávamos, temos o futuro ainda nas nossas mãos. Ficarmos presos no passado é o caminho para desperdiçar esta realidade.
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De Júlio Tendeiro a 10.04.2025 às 10:01

Desejar, todos desejamos 100% o sucesso do Sporting esta (e em todas, obviamente) época. Resta saber que percentagem de fé depositamos nesse desfecho e, sobretudo, que probabilidades racionais lhe atribuímos depois de a equipa não ter dado a resposta que se exigia.
Sportinguistas, com mais ou menos paixão, seremos sempre!
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 11:01

Independentemente da percentagem de fé e das probabilidades de sucesso, qual a importância da valorização dessas questões no momento actual?
Quando muito influem no estado de espírito de cada um e na perspectiva que, individualmente, temos para o futuro do Clube. Mas no presente, o racional, indica que devemos concentrar esforços em conseguir o objectivo que está ao alcance.
No final da época, mediante os resultados, teremos "campo" para todas essas discussões.
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De Júlio Tendeiro a 10.04.2025 às 12:04

Eu não sou do género de fazer contas quando já nada há para ganhar.
O problema do Sporting Clube de Portugal sempre foi a mentalidade. Ou seja, a falta de cultura de exigência. Todos culpam o treinador pelo decisivo (é a minha opinião) desaire da sábado passado. Eu culpo os jogadores pela forma pouco séria e nada profissional com que desperdiçaram lances de potencial golo. Trincão personifica essa atitude que não deveria ser tolerada num clube com a dimensão do Sporting. Mas não foi o único...
Se é verdade que temos poucas soluções, as que estão disponíveis devem envergar aquela camisola com o mesmo respeito que nós lhe temos - não lhes exijo o mesmo amor.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 18:54

Partilho a opinião da questão cultural de falta de exigência. Para além de algo quase "intrínseco", foi potenciada pela ausência prolongada do hábito de vencer.
O timing para fazer contas é discutível. Se quando não há nada para ganhar pode ser irrelevante, fazê-lo a 6 jornadas do final, com 2 títulos em jogo, nada acrescenta, sendo até contraproducente.
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De Caribe a 10.04.2025 às 08:29

Concordando com a mensagem deste post, é inenarrável as considerações feitas ao Harder!!! Não percebi a intenção que não seja bacoca ausência de liderança!
Independentemente de opções táticas, preocupa mais a ausência de liderança, que arrasa a mais brilhante das táticas!
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 11:19

Caribe,
As considerações feitas, pelo nosso treinador, sobre o Harder revelam uma situação que me preocupa.
O Rui Borges sempre foi definido, comprovado por vários, como um treinador de excelente relação com os jogadores, com um elevado sentido público de defesa do seu grupo de trabalho. Qual o motivo para expor daquela forma, publicamente, um seu jogador?
Para lá das questões de liderança, temo que a vivência da realidade de um Clube como o Sporting, juntamente com todos os problemas conhecidos, o esteja a afectar do ponto de vista emocional, retirando-lhe a racionalidade necessária.
Só o descontrolo emocional justifica aquelas declarações. E é uma situação preocupante, pois não só afecta a sua relação com o grupo de trabalho, como também a sua capacidade para, no decorrer do mesmo, "ler" o jogo convenientemente.
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De Caribe a 10.04.2025 às 11:24

Caro Leão do norte

Subscrevo na íntegra as tuas considerações extra!
Como referi, não há táctica que resista a um ambiente tóxico no balneário!
Com que propósito foram feitas?
E mais, são injustas! Como é que se faz a diferença a jogar pouquíssimos minutos por jogo?
Espero não termos hipotecado em definitivo a nossa candidatura ao título!
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 14:10

Acho que as declarações não foram feitas com um propósito. Foram feitas a despropósito por descontrolo emocional.
Espero que o Rui Borges se tenha retratado convenientemente perante o jogador e o grupo.
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De Naçao Valente a 10.04.2025 às 14:13

Amigo Leão do Norte

Não me tenho pronunciado sobre as infelizes palavras de Rui Borges, em relação a Harder que se referiam exclusivamente à sua participação num jogo. Sem querer desculpar essa reação, lembrei-me que estava a ver esse jogo e perante a actuação de Harder, dei comigo a pensar com alguma irritação, "mas ele está a perder todas as bolas...que trapalhão". É natural que o treinador, que até o conhece melhor, tivesse pensado o mesmo. O que está errado, é que nunca devia ter expressado esse pensamento em público.

Da análise da situação, com algum afastamento, faço a seguinte leitura: o Rui Borges estava naturalmente frustrado com o que aconteceu. O jornalista foi fazendo perguntas sobre a pouca utilização de Harder. Colocando-me no seu lugar, penso que perdeu as estribeiras, em função do contexto, e deu aquela resposta. Por outro lado, procurou justificar a reduzida utilização do jogador, com o facto de ser ponta de lança e não extremo, acabando com uma frase , citada de memória, e pouco analisada, "ele não é extremo, e por isso falha".

As pessoas, de uma forma geral, devem manter a serenidade, em todas as situações, mas eu convido, seja quem for, a atirar a primeira pedra, se nunca lhe aconteceu. Sou o primeiro a assumir, a minha culpa.

Se por este episódio criticável, se pode traçar o retrato comportamental de uma pessoa, ninguém fica de fora. E no mundo do futebol, não me lembro de nenhum trinador que não feito declarações criticáveis e até mais graves, incluindo o "santo" Amorim, especialista em comunicação.

Pelo que é possível ver ,parece que o treinador tem uma boa relação com os jogadores. O Harder, sendo muito jovem, foi colocado a titular, quando teve essa oportunidade. O assunto terá de ser resolvido dentro da estrutura, encerrando-o a seguir, o que penso que aconteceu. Quanto ao técnico, se for inteligente, espero que aproveite o facto para melhorar, até porque o aperfeiçoamento de qualquer ser humano, tem de se fazer em todas as vertentes.

Pedir a cabeça da pessoa, que todos somos, pelos "expert" de todas as áreas, parece-me exagerado e muito injusto.

As minhas desculpas pelo longo texto, mas pelo que tenho visto, senti necessidade de fazer o desabafo. Se Rui Borges tem ou não competências para o cargo que exerce, é outra discussão.

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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 21:32

Amigo Nação Valente,

Não acredito que aquela expressão sobre o Harder tipifique o tipo de comportamento do Rui Borges ou a sua relação com o grupo. Acredito mais, tal com escrevi, que foi produto de um certo descontrolo emocional.
Se esse descontrolo emocional não foi pontual e, decorrente da exigência máxima que orientar este Sporting implica, abrange outras das suas áreas de acção, estamos perante uma situação preocupante.
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De Rui Câmara Pina a 10.04.2025 às 11:32

Totalmente de acordo. No final se farão contas sobre o plantel (demasiado restrito), lesões (a lesão de Morita é um mistério, mas adiante), arbitragens, o falhanço no mercado de Janeiro (que o SLB aproveitou bem, ao contrário de nós), e se Rui Borges tem mesmo capacidade para treinar o Sporting. Até lá, é reunir as tropas, como diz o texto, e ir para a luta !!
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 14:08

Rui Câmara Pina,
Sempre nos acusaram de sermos "softs", frágeis, queixinhas... Que melhor ocasião temos para contrariar esse pensamento?
Neste momento penso assim:
Estamos nesta situação também por culpa própria, mas se no final sairmos por cima, acabaremos em glória, para desespero do rival.
É esta a motivação que nos deve orientar.
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De Joaninha avoa avoa a 10.04.2025 às 15:49

Senhor Leão do Norte, boa-tarde.
Não vejo onde se possa encontrar o desespero do Benfica se perder o campeonato. Se perder é porque o Sporting o ganhou e tudo acaba aí.
Mas eu estou a falar, pelo Benfica e se calhar não devia e só devia falar por mim, e por mim digo que não tenho desespero nenhum se o meu clube não ganhar e ganhar o Sporting. Penso que ganhe quem ganhar é merecido pois fizeram por isso.
Trata-se apenas de uma competição de futebol, nada mais.
Sou enfermeira e desespero, infelizmente vejo eu muito no meu dia-a-dia e noite-a-noite de pessoas que anseiam para que a vida não os abandone. Agora por um mero jogo de futebol, seria uma heresia para mim desesperar-me por o perder.
Portanto isto foi só para lhe dizer que não fale em desespero do SLB porque o senhor não sabe o que o Benfica sente e ou pensa.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 17:07

Joaninha avoa avoa,

Por favor não me trate por senhor. Sou adepto da informalidade na conversa no que a blogues diz respeito.
Convém interpretar as minhas palavras à luz do contexto desportivo. A língua portuguesa tem uma semântica muito rica e, felizmente, o sentido das palavras está, várias vezes, relacionado com o contexto. O desespero referido é relativo, tal como a glória apresentada.
Louvo a sua preocupação com o "verdadeiro" desespero das pessoas, mas acredite que não é a unica que com ele lida directamente.

Não posso acatar o seu reparo final. Se dependesse do que especificamente sei sobre o sentimento ou o pensamento do Benfica, Sporting ou outro clube, escassos assuntos teria para "falar".
Isto para além de detestar que falsas sensibilidades ou moralidades condicionem a minha liberdade de expressão.
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De Paulo SCP a 10.04.2025 às 12:08

O resultado do jogo vs Braga e as declarações pós-jogo de RB fizeram soar algumas sirenes, que esperemos tenham sido desligadas com conversas internas.

Será que RB tem estaleca para aguentar a pressão de ser treinador principal do Sporting? Espero que sim, mas desconfio!

Quero antes crer que estes resultados menos positivos, e a sua incapacidade de a partir do banco conseguir ler e reagir atempadamente, têm como principal motivo o seu "desconforto" com a táctica em que está a jogar, e que foi "obrigado" a adotar face ao histórico com RA e aos maus resultados com o seu 4-4-2.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 14:16

Paulo SCP,
O Sporting, versão 24/25, está a revelar-se um desafio gigante para qualquer interveniente.
Mas estes desafios são os que melhor recompensa fornecem a esses intervenientes. É esse prémio que deve nortear o Rui Borges e a equipa.
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De Paulo SCP a 10.04.2025 às 17:24

Certo, o desafio pode é ser demasiado grande para alguns intervenientes, nomeadamente RB e a sua equipa técnica, e dai a minha desconfiança se será a opção certa para iniciar a próxima época.

Ruben Amorim saiu supostamente também aliciado por um novo enorme desafio no MU e o resultado está à vista: o MU está igual ou pior do que estava antes, e ninguém estará satisfeito.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 21:23

Por mais desconfiança que possa existir em relação ao futuro, o presente "obriga" a contribuir para manter a estabilidade e reforçar o apoio.
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De José Sousa a 10.04.2025 às 13:01

O passado recente já não se muda.
Olhar em frente é o caminho imediato, não há tempo a perder com outras coisas.
Estamos vivos, estamos na luta e dependemos só de nós.
Não consigo perceber mesmo quem já baixou os braços e praticamente desistiu.
“Só é vencido quem deixa de lutar “, já dizia Saramago.
Vamos Leões, acreditem e façam acreditar!
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 20:46

José Sousa,
É inegável que estamos na luta. Numa luta onde temos a possibilidade de controlar o nosso destino.
Neste contexto o foco tem de estar na conquista dos objectivos, independentemente de estados de espírito.
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De Leão Zargo a 10.04.2025 às 15:45

Amigo Leão do Norte

Os dados estão lançados, há ainda tempo para determinadas rectificações conjunturais (que poderão ser decisivas), mas o que é estruturante foi decidido no Verão e em Janeiro. É possível intervir sobre aspectos do sistema de jogo, opções da constituição da equipa ou envolvimento emocional dos jogadores, o que é importante para avaliar a competência de Rui Borges.
Agora, a união dos sportinguistas é um ponto chave. Cada jogo será uma final e qualquer desaire não será só uma derrota, mas também o fim de um sonho acalentado durante meses. Há o Campeonato e a Taça para disputar e conquistar, o balanço será feito no final.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 21:06

Amigo Leão Zargo,
Nesta fase, como muito bem escreve, não se podem fazer alterações estruturais. Quem o quer fazer está a hipotecar as hipóteses de sucesso, ainda bem reais, da presente época.
Situação muito diferente é o envolvimento emocional que destacou. É um aspecto que pode ser decisivo nesta fase da época e no qual os adeptos têm papel essencial. Já vi muito muitas certezas "ruírem" quando menos se espera.
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De luis Moreira a 10.04.2025 às 15:50

Na verdade estamos como estâvamos. Temos que ganhar todos os jogos como antes. Temos equipa para conseguir esse objectivo . Muitas das dúvidas sobre o treinador serão desfeitas até ao fim do campeonato.
Eu tenho dificuldade em ver jogadores de rastos ( por muito bons que sejam) não serem poupados. O nosso banco tinha contra o Braga , Fresneda, Max, St Just e Harder prontos para entrar antes antes das dificuldades fisicas. E vamos a isso, campeôes .
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 21:16

Luís Moreira,
Do ponto de vista práctico a situação pouco se alterou. A hipótese, sempre traiçoeira, de empatar na Luz foi a única que se excluiu.
O que parece ter mudado bastante foi o estado de espírito e a confiança dos adeptos. Mediante as incidências do último jogo é compreensível, mas não deixa de ser curioso que o Benfica também perdeu em casa com o Braga para o campeonato e, passados 4 dias, goleou-o nas meias-finais da Taça da Liga.

Mesmo com escassas soluções no banco, tenho muita dificuldade em entender o timing e o número de substituições efectuadas pelo Rui Borges.
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De RCL a 10.04.2025 às 16:13

O engraçado da história: Harder entrou aos 88’ e ainda teve tempo de fazer expulsar João Moutinho , se tivesse entrado mais cedo a maçã podre ia cantar para outro lado; . João Moutinho que dominou o meio campo.

Ninguém fica para trás, dizem os marinheiros. Palavras sábias. No futebol não é diferente. Quebrada a União do Grupo, o melhor é começar a preparar a próxima época. E não é o seu post, Leão do Norte que vai mudar os acontecimentos.
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De Rui Gomes a 10.04.2025 às 16:54

Caro RCL,

Sempre tão optimista e agora devido a um jogo com um resultado menos agradável, o seu estado de espírito mudou radicalmente.

Pelo facto de o caro pensar assim, não significa que a união do grupo foi "quebrada".

Aconteceu algo que não devia ter acontecido, mas não é a primeira que este tipo de incidente, ao algo parecido, ocorre no balneário do Sporting. Não vejo, portanto, os jogadores baixarem os braços em desespero.
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De RCL a 11.04.2025 às 09:09

Rui Gomes
Estiveram mais de 45 mil adeptos em Alvalade; não houve vaias ou assobios nem dos do costume; não têm faltado apoio à equipa.
Uma coisa são os desabafos, outra o apoio claro e inequívoco.

Ontem o GR do M United ‘tramou ‘Amorim ; no final, Amorim disse: “ quando erra um erram todos” . Amorim começou a ganhar o seu primeiro campeonato no Sporting com a célebre : “ onde vai um vão todos”. É o que se espera do treinador.

Continuo a pensar que esta equipa do Sporting tem condições para ganhar o campeonato, mesmo com os vários tiros nos pés que foram acontecendo. Mas Borges conseguirá galvanizar os jogadores? Espero que sim.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 17:15

Caro RCL,
Nunca tive a veleidade de pensar que o meu post iria mudar qualquer acontecimento.
Quando muito muda o meu estado de espírito em relação a determinados comportamentos.
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De RCL a 11.04.2025 às 09:16

Caro Leão do Norte
Peço desculpa, queria dizer uma coisa, saiu outra. Claro que apoio o “ reunir as tropa”. Como, até no Norte você tem visto, não será por aí que oBI nos fugirá. O problema é lá dentro, falta qualquer coisa.
Falta Amorim
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De Luís Carvalho a 10.04.2025 às 19:42

É certamente tempo de reunir as tropas, aliás é sempre tempo de tal. A equipa e os treinadores não podem queixar-se de falta de apoio, os adeptos do Sporting têm sido incansáveis ao longo da temporada nesse mesmo apoio. A dúvida que tenho é se há soldados, armas em quantidade e qualidade e também se o comandante em campo tem uma boa estratégia de guerra, visão, capacidade de liderar o seu exército. Aguardemos com a serenidade possível.
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De Leão do Norte a 10.04.2025 às 21:21

Caro Luís Carvalho,

Mesmo com dúvidas se "há soldados, armas em quantidade e qualidade" e "se o comandante em campo tem uma boa estratégia de guerra, visão, capacidade de liderar o seu exército", nesta fase da "guerra" não há outra hipótese que não a de apoiar as "tropas". Independentemente do estado de espírito e das percepções de cada um.
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De Luis Carvalho a 10.04.2025 às 21:52

👍🦁
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De RCL a 11.04.2025 às 09:18

Luís Carvalho
Soldados há, ainda mais agora com a chegada do Pote. Haverá Generais?

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