Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Uma estatística que me surpreende. O Sporting só teve 39% posse de bola? Não haverá aqui um lapso do autor do gráfico?
De qualquer modo, uma equipa com veia ofensiva: 20 remates, 9 dos quais enquadrados, e 4 golos. Isto, além das duas bolas de Paulinho aos ferros.
Na primeira parte, 11 remates, 6 dos quais enquadrados, e, pelos vistos, 41% posse de bola.
Breves considerações de Rúben Amorim:
Sarabia cobrou o penálti: "Disse que era o Pote a bater, só saiu por lesão, não estava confortável, porque queria mudar o lado. Sabia que tinham reparado que o Porro já tinha marcado dois penáltis. Eu dou a indicação, se falharem pode ser que haja um problema. Desde que não falhem, não há problema para mim. Eles decidiram. Por mim está bem decidido, desde que seja golo".
Pote e bola parada: "Foi cansaço, fez o jogo praticamente todo. Não será nada de grave. Foi mérito dos jogadores, foi mérito dos jogadores. Resolvemos com a bola parada. Se acontece uma vez pode ser sorte, se forem duas, é certamente trabalho".
Sistema táctico: "Temos vindo a trabalhar neste sistema. Não acho que sejam sempre três centrais, daí que mudemos mais vezes. Sou um treinador que precisa de regras, tempo para explicar e não gerar confusão".
A goleada: "Sabíamos que iria ser muito difícil e foi. Tivemos várias oportunidades, mas os primeiros quinze minutos foram do Besiktas. O golo do Coates mudou-nos o jogo. Isso acontece em vários jogos, como com o Ajax, em que entrámos a perder. As situações de jogo mudam a dinâmica do jogo".
Sensações durante o jogo: "Só a partir do quarto golo senti que o jogo estava ganho. Estávamos a falhar oportunidades, se o Besiktas faz o 2-3 aos 90... A partir do 4-1 senti que estava decidido".
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.