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Ninguém fala abertamente do caso, mas a verdade é que os dirigentes da FIFA deitam as mãos à cabeça, com medo de um boicote ao Mundial deste ano, por questões políticas. O envenenamento do coronel Skripal em solo britânico, alegadamente pelos serviços secretos russos, provou a ira no governo inglês. "Foi a gota que fez entornar o copo, a tensão está no limite", conta fonte da FIFA ao jornal espanhol 'As'.

A primeira ministra britânica, Theresa May, considerou "altamente provável" que a Rússia seja a responsável pelo envenenamento do espião russo Serguéi Skripal e da sua filha Yulia, em Salisbury, e deixou uma pergunta que fez a FIFA entrar em pânico: "Como podemos ir agora ao Mundial de Putin?".

A Inglaterra, relata o mesmo jornal, iniciou conversações junto dos seus aliados ocidentais para que os governantes não compareçam no jogo de abertura, que coloca frente a frente a Rússia e a Arábia Saudita, deixando Vladimir Putin sozinho no estádio Luzhniki, a 14 de Junho. 

Os Estados Unidos associaram-se aos protestos dos ingleses e apoiam o boicote ao jogo de abertura. Os conflitos na Síria e na Ucrânia, a anexação da Crimeia e o escândalo do programa de doping generalizado com o apoio do estado russo preocupam os vários países e a FIFA teme um boicote diplomático a Putin, com a consequente renúncia de vários países ao Mundial.
 
Desporto com política à mistura, nunca pode ter um desfecho positivo.

 

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publicado às 02:22

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1 comentário

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De R. Ribeiro a 15.03.2018 às 09:26

Mas, nos moldes atuais com que se vive e gere o futebol no mundo, não seria de estranhar que o futebol já é mais político do que apenas desporto de entretenimento, tendo em conta todo o poder e influência que gera nos seus mais altos dirigentes, designadamente, na FIFA.

Não deixa de ser um entretenimento que se joga com o pé, entre duas equipas de 11, mas já longe vão os tempos em que era algo que se distanciava dos cenários políticos mundiais. Ora, e para comprovar isso, nada mais do que ver a enorme comitiva de dirigentes políticos que se deslocam aos cenários das provas nos diferentes embates entre selecções. Só temos que aceitar isso como algo natural. Até o mercado da música já teve a sua quota parte de escândalos e eventos ligados à política. A Theresa May e a selecção inglesa apenas vieram dar mais visão a essa, cada vez menor, dissociação entre o futebol e a política.

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